Alimentos que ajudam o cabelo a crescer: confira

Muitos fatores influenciam no crescimento do cabelo, e a alimentação é um dos mais importantes, segundo a nutricionista funcional integrativa Taissa Machado: “A alimentação adequada vai ser determinante para o crescimento saudável do cabelo, já que 90% de sua estrutura é composta principalmente por proteína (queratina e colágeno), e existem nutrientes (vitaminas, minerais e compostos bioativos) que são essenciais, não só para o crescimento, como também para sua estrutura, hidratação, espessura, firmeza e brilho”.

 

 

A nutricionista nos contou quais são os alimentos que o ajudam o cabelo a crescer. Confira!

 

 

Alimentos que ajudam o cabelo a crescer

 

 

  • Ovos, aves, peixes: as fontes de proteínas são fundamentais para a produção de queratina e colágeno, responsáveis pela maior parte da estrutura do fio de cabelo. Leguminosascomo grão-de-bico, feijões e lentilhas também são boas fontes de proteínas.

 

  • Laranja, limão, kiwi: essas frutas são ricas em vitamina C, que é essencial para a produção de colágeno. Folhas verde-escuras, cenoura e morango também têm boas quantidades de vitamina C.

 

 

  • Aveia, nozes e arroz integral: a biotina, presente nesses alimentos, tem papel importante na produção de queratina e ajuda a prevenir a progressão da calvície.

 

  • Espinafre, abacate e oleaginosas: fontes de vitamina E, nutriente antioxidante que diminui processos inflamatórios no organismo.

 

 

  • Frutas vermelhas, açaí, beterraba: os alimentos ricos em antioxidantes como o resveratrol têm compostos bioativos que exercem efeito anti-inflamatório, estimulando renovação e crescimento dos fios.

 

  • Carne vermelha, feijão, vegetais verde-escuros: o ferro presente nesses alimentos ajuda a garantir níveis adequados de células do sangue, ajudando na oxigenação dos folículos capilares e contribuindo para resistência dos fios, além de combater a anemia, quadro que pode ocasionar aumenta de queda de cabelo.

 

 

Fonte: Globo

Chá verde com especiarias acelera metabolismo e melhora saúde do coração: saiba como consumir

chá verde se tornou queridinho de muita gente por conta de suas propriedades benéficas, que previnem o envelhecimento precoce, por exemplo. Uma boa dica para potencializar os efeitos da bebida é fazer um chá verde com especiarias, acrescentando canelacardamomo e gengibre.

 

 

“Esse chá é rico em cafeína, fotoquímicos, vitaminas e minerais que aceleram o metabolismo, combatem a retenção de líquidos, proporcionam saúde do coraçãoajudam a baixar o colesterol, melhoram a imunidade. É rico em theanina, que tem efeito tranquilizante, afastando os sintomas de depressão”, explica Renata Branco, nutricionista clínica e esportiva.

 

 

“O consumo de chá verde pode melhorar a função dos vasos sanguíneos, facilitando o fluxo sanguíneo e reduzindo a pressão arterial. Os compostos do chá verde também podem ter um efeito anticoagulante leve, que ajuda a prevenir coágulos que poderiam provocar ataques cardíacos ou derrames”, acrescenta a especialista em alimentação.

 

 

Como o chá verde ajuda na saúde do coração

De acordo com Renata Branco, as catequinas presentes no chá verde têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, fundamentais para proteger os vasos sanguíneos e prevenir a oxidação do colesterol LDL (o colesterol ruim), um fator chave para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

 

 

Mas não é só isso. A vitamina C dos limões também é um antioxidante que pode melhorar a saúde cardiovascular e ajudar na absorção das catequinas. Já a canela, o cardamomo e o gengibre possuem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que podem auxiliar na redução da pressão arterial e melhorar a circulação sanguínea, conforme esclarece a nutricionista.

 

 

 

Como consumir o chá verde com especiarias

O consumo diário de chá verde com especiarias é considerado seguro para a maioria das pessoas em quantidades moderadas: cerca de 2 a 3 xícaras por dia. “Pode-se beber mais de uma vez por dia, mas é fundamental moderar a ingestão total de cafeína, especialmente se você consumir outras fontes de cafeína ao longo do dia”, acrescenta a especialista.

 

 

Contudo, ela sugere: “Caso esteja tomando medicamentos ou possui condições de saúde específicas, é importante consultar um médico, pois o chá verde pode interagir com certos medicamentos.”

 

 

Outra recomendação da nutricionista é evitar tomar o chá à noite: “Por mais que tenha theanina, que vai auxiliar no relaxamento, ele tem tem cafeína, então, evite tomar à noite. Além de poder tirar seu sono, o chá verde também é diurético e você pode acordar mais vezes para ir ao banheiro”.

 

 

Como fazer o chá verde com especiarias

Ao Receitas, a nutricionista Renata Branco ensina o passo a passo do chá verde com especiarias. Confira:

 

 

Ingredientes

 

 

Chá verde com especiarias

 

 

  • 2 colheres de sopa de chá verde

 

  • 1 colher de sopa de canela em pau , cardamomo e gengibre desidratado

 

  • 2 limões cortados em rodelas

 

  • 1 litro de água

 

 

Modo de Preparo

 

 

Chá verde com especiarias

 

 

  1. 1Acrescente os ingredientes em 1 litro de água fervida e deixe em infusão por 10 minutos junto com as rodelas de limão. Retire a erva e beba.

 

 

Fonte: Globo

Você come ovo? Veja os riscos para a saúde

É preciso ter cuidado, pois consumir ovo cru pode representar vários riscos à saúde, principalmente devido à contaminação bacteriana. Para entender melhor os perigos, conversamos com Renata Branco, nutricionista clínica e esportiva:

 

 

  • Salmonella: esta é a bactéria mais frequentemente associada aos ovos crus. A infecção por Salmonella pode causar febre, diarreia, cólicas abdominais e vômitos.

 

  • Problemas digestivos: além da Salmonella, outras bactérias presentes no ovo podem causar desconforto gastrointestinal.

 

  • Deficiência de biotina: avidina, uma proteína presente na clara do ovo cru, pode se ligar à biotina (vitamina B7) e impedir sua absorção quando o consumo é frequente.

 

 

Embora seja difícil eliminar completamente o risco de contaminação, algumas práticas podem ajudar a reduzi-lo, como:

 

 

 

  • Ovos pasteurizados: consumir ovos pasteurizados, que passam por um processo de aquecimento controlado para matar a Salmonella sem cozinhar o ovo.

 

  • Higiene adequada:manter as mãos e utensílios bem limpos ao manusear ovos crus.

 

  • Refrigeração: armazenar os ovos sob refrigeração constante para inibir o crescimento bacteriano.

 

  • Seleção de ovos: escolher ovos de fontes confiáveis, onde as práticas de controle de qualidade são rigorosamente seguidas.

 

 

Mitos e verdades sobre os benefícios de ovo cru

 

 

 Os ovos são uma excelente fonte de proteína de fácil digestão, mas cozinhar melhora a absorção dessas proteínas.

 

 

✅ Os ovos crus são ricos em nutrientes, mas é importante considerar que os riscos de contaminação geralmente superam os benefícios.

 

 

✅ Os ovos cruz tem baixa absorção de biotina, fato comprovado devido à presença da avidina na clara do ovo cru.

 

 

 

❌ O ovo cru preserva todos os nutrientes, visto que o cozimento pode degradar algumas vitaminas e antioxidantes, mas, pelo risco de contaminação e digestibilidade, não compensa.

 

 

❌ Não há evidências suficientes que apoiem a afirmação que o ovo cru melhora a performance atlética.

 

 

❌ A crença de que ovos crus são mais eficazes para o aumento de massa muscular do que ovos cozidos não é comprovada. Quando o ovo é cozido, as proteínas se desnaturam, facilitando sua digestão. Estudos mostram que cerca de 91% das proteínas do ovo cozido são absorvidas pelo corpo.

 

 

Fonte: Globo

Pistache reduz colesterol e fortalece imunidade: veja mais benefícios

O pistache se tornou queridinho na gastronomia em meados de 2023 e tem se mantido pop desde então. Mas o pistache vai muito além da fama. O consumo da oleaginosa é muito benéfica para a saúde: ajuda a controlar o colesterol alto e proteger os vasos sanguíneos, diminuindo riscos de infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral). E esses são apenas alguns dos benefícios do pistache para a saúde.

 

Ao blog do Receitas, a nutricionista Camila Queiroz, coordenadora do curso de Nutrição da Cruzeiro do Sul Virtual, explica: “O pistache é uma fonte excepcional de nutrientes como vitaminas do complexo B, tiamina e minerais, como o potássio, fósforo e magnésio. Ele também oferece gorduras saudáveis, fibras e proteínas que promovem saciedade e ajudam no controle do peso.”

 

E não para por aí! Por ser rico em flavonoides, luteína e zeaxantina, compostos bioativos que promovem a saúde cardiovascular, o pistache ajuda a reduzir o colesterol LDL (ruim) e aumentar o colesterol HDL (bom), além de proteger vasos sanguíneos. Isso reduz os riscos de infarto e AVC.

 

 

Fortalece a imunidade

De acordo com a especialista em alimentação, a fibra presente no pistache também atua como prebiótico, alimentando bactérias benéficas como Bifidobacterium e Lactobacillus, fundamentais para o equilíbrio da microbiota intestinal. “Isso fortalece o sistema imunológico e protege contra condições inflamatórias, como síndrome do intestino irritável”, destaca a profissional.

 

 

Como consumir

 

Apesar de conter 562 calorias a cada 100 gramas do alimento, o pistache pode ser incluído em dietas específicas por causa da combinação de fibras, proteínas e gorduras boas.

 

 

O pistache pode ser consumido de diversas maneiras: puro, como lanche, ou incorporado em receitas como saladas, sobremesas e granolas. Para maximizar seus benefícios, a nutricionista Camila Queiroz indica optar pelo alimento in natura ou sem sal, consumindo cerca de 30 gramas por dia.

 

 

“Adicionar pistaches em iogurtes, frutas ou granolas é uma maneira prática e saborosa de manter uma dieta equilibrada. Eles fornecem energia e saciedade, além de combinarem bem com diferentes tipos de pratos”, conclui a especialista.

 

 

Fonte: Globo

Levedura nutricional: o que é, para que serve e como utilizar

Se você segue uma dieta vegana ou vegetariana, já pode ter ouvido falar ou viu para vender, em pó ou flocos, a levedura nutricional. “A levedura nutricional que é vendida comercialmente como produto alimentício é uma levedura inativa, geralmente de Saccharomyces cerevisiae, que é a mesma espécie utilizada na produção de pão e cerveja”, explica Nanci Py, nutricionista clínica especializada em vegetarianos e veganos.

 

 

As leveduras são organismos unicelulares pertencentes ao reino dos fungo, e a Saccharomyces cerevisiae pode ter duas formas: ativa ou inativa. A ativa é a levedura fermentativa, usada para fabricar produtos como cervejas e pães, por exemplo.

 

 

A inativa, que é o caso da levedura nutricional, é exposta a altas temperaturas e desativada, processo que impede a fermentação. “Algumas marcas possuem leveduras enriquecidas com vitaminas do complexo B, como o ácido fólico e a vitamina B12”, afirma Nanci Py.

Veja o que a nutricionista nos contou mais sobre a levedura nutricional, também conhecida pelo seu nome em inglês, “nutritional yeast”.

 

 

Para que serve a levedura nutricional

A levedura nutricional realça o sabor natural dos alimentos, é baixa em calorias, não tem adição de gordura ou açúcar e não possui nada de origem animal. Serve como tempero para diversas receitas, além de aumentar o valor nutricional delas.

 

 

Por ter um sabor que remete ao queijo, a levedura nutricional é muito usada em receitas veganas e por pessoas com alergia ou intolerância à lactose. Assim, é possível ter receitas saborosas e nutritivas, mesmo sem a presença do queijo.

 

 

Quais são os benefícios da levedura nutricional para a saúde

A levedura nutricional é rica em proteínas e fibras. Estudos têm demonstrado que a levedura nutricional é capaz de modular o sistema imunológico inato devido à presença de betaglucana, que é um tipo específico de fibra, contribuindo no tratamento de infecções e alergias.

Grávidas e lactantes devem consultar um médico para saber se podem consumir a levedura nutricional; além disso, o produto não é indicado para pessoas com alergias a leveduras.

 

 

A nutricionista Nanci Py também ensina como fazer queijo parmesão vegano utilizando a levedura nutricional. Confira os ingredientes e modo de preparo:

  • 1 xícara de chá de castanha de caju
  • 1 colher de chá de alho em pó
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 e meia colher de sopa de levedura nutricional

 

 

Você deve processe todos os ingredientes até virar uma farofa e depois guardar em um vidro tampado na geladeira. Muito simples!

 

 

Fonte: Globo

Ágar-ágar: o que é e para o que serve

O ágar-ágar é extraído da parede de algumas algas marinhas, especificamente as vermelhas, e é conhecido por sua ação gelificante e espessante: em receitas veganas, ela costuma substituir a gelatina. Ela costuma ser vendida em pó, tanto a granel quanto em embalagens fechadas. O ágar-ágar não tem sabor e é um ingrediente natural, sem conservantes ou aditivos artificiais.

 

 

E para que mais serve o ágar-ágar? “Também é usado para regular o trânsito intestinal, já que o ágar- ágar é rico em fibras, ele contribui para o aumentando do volume fecal, aumentando as peristalses, que são as contrações do intestino que ajudam na eliminação das fezes”, explica a nutricionista Natalia Diniz (@nutri_nataliadiniz).

 

Segundo a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TBCA), o ágar-ágar tem quase 8 gramas de fibras a cada 100 gramas do produto e, nele, também estão presentes o cálcio, o magnésio e o potássio.

Indicações e contraindicações do ágar-agar

Como já indicado, o consumo de ágar-ágar ajuda a melhorar o funcionamento do intestino. “Apenas é importante ressaltar que ao inserir o ágar-ágar na sua rotina, você deverá estar mais atento ao consumo de água para não ter o efeito constipante”, orienta Natália Diniz.

 

Como tem alta capacidade de formação de gel, ele pode ser usado para dar mais saciedade e ser um aliado no emagrecimento, dentro de uma rotina saudável e equilibrada.

 

 

E existem contraindicações ao uso da alga? “A sua suplementação é contraindicada para gestantes, lactantes e pessoas com doenças já existentes no intestino. Qualquer recomendação de uso do ágar- ágar deve ser feita com a orientação de um nutricionista e de um médico”, afirma a nutricionista.

 

 

Fonte: Globo

Descubra os benefícios da uva e saiba por que ela deve fazer parte da sua alimentação

Além de deliciosa, a uva é uma fruta repleta de benefícios que vão muito além do seu sabor doce e refrescante. Rica em antioxidantes, vitaminas e minerais, ela oferece uma série de vantagens para a saúde. Além disso, é superversátil, podendo ser consumida sozinha, em sucos ou em receitas mais elaboradas.

Conversamos com Priscila Cavalcante, nutricionista e preceptora do curso de Nutrição do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), para conhecer os benefícios da uva e explicar por que a fruta deve fazer parte da sua alimentação, caso ainda não esteja presente!

 

Por que a uva é considerada uma fruta tão benéfica para a saúde?

A uva é uma fruta pequena, mas superpoderosa. Ela é cheia de antioxidantes, como o resveratrol e os flavonoides, que ajudam a proteger as nossas células contra o envelhecimento precoce e diversas doenças. Além disso, também tem fibras, vitaminas e minerais que fazem bem para o coração, intestino e imunidade. E o melhor? É uma delícia e superprática de consumir.

 

 

Como o consumo regular de uva pode impactar a saúde?

Caso você inclua a uva no seu dia a dia, poderá sentir vários benefícios. A fruta ajuda a melhorar a circulação, protege o coração, contribui para uma pele mais saudável e até pode dar aquela força para o cérebro. Além disso, as fibras presentes na fruta contribuem para o funcionamento do intestino. E, como tem bastante água, também contribui para a hidratação do corpo.

 

 

A uva pode ajudar na prevenção de doenças? Quais?

Sim, e isso é incrível! Os antioxidantes da uva ajudam a prevenir doenças cardiovasculares, porque melhoram a circulação e reduzem inflamações. O resveratrol, presente principalmente na uva roxa, tem sido estudado por seu potencial na prevenção do câncer e de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer. O consumo moderado pode até ajudar no controle do açúcar no sangue, sendo um aliado para quem tem risco de diabetes tipo 2.

 

 

Há diferenças nutricionais entre a uva roxa, verde e vermelha?

Sim, tem algumas diferenças. A uva roxa é a campeã no quesito antioxidantes, principalmente o resveratrol, que tem um papel superimportante na proteção do coração e do cérebro. A uva verde, por outro lado, tem menos antioxidantes, mas é mais ácida e pode ajudar na digestão. Já a uva vermelha fica no meio-termo, com um bom equilíbrio de nutrientes e um sabor mais doce. No fim das contas, todas fazem bem, e o ideal é variar no consumo para aproveitar os benefícios de cada uma!

 

 

Como armazenar a uva para preservar seus nutrientes?

A dica de ouro é guardar as uvas na geladeira, mas sem lavar antes! Por que? Isso evita que elas fiquem úmidas e estraguem mais rápido. O ideal é deixá-las em um saquinho furado ou em um pote aberto para que tenha a circulação do ar. Se quiser armanezá-las por mais tempo, é possível congelar. Elas ficam ótimas para consumir geladinhas ou até mesmo para bater em sucos ou vitaminas.

 

 

Fonte: Globo

Como conservar a comida no calor? Nutricionista ensina o que fazer

As recentes ondas de calor pelo Brasil afora e as altas temperaturas têm feito muita gente aproveitar mais os dias de sol, praia e piscina. Contudo, o clima quente e seco do verão favorece à proliferação de fungos e bactérias nos alimentos. Por isso, a atenção ao conservar a comida no calor deve ser redobrada.

 

 

O blog do Receitas conversou com Larissa Mazocco, nutricionista e professora do curso de Nutrição do Centro Universitário do Distrito Federal, que esclareceu todas as dúvidas sobre como conservar a comida no calor. Uma das dicas é manter os alimentos refrigerados em uma temperatura abaixo de 5°C e guardá-los em recipientes herméticos para evitar contaminação. Confira a seguir:

 

 

O calor favorece a proliferação de fungos e bactérias nos alimentos prontos?

 

Sim, o calor acelera o crescimento de fungos e bactérias nos alimentos prontos. Isso ocorre porque esses microrganismos se desenvolvem mais rapidamente em temperaturas ambientes mais elevadas, aumentando o risco de toxinfecção alimentar (doenças causadas pela ingestão de alimentos que apresentam organismos prejudiciais à saúde e que liberam substâncias tóxicas).

 

 

Como manter os alimentos bem conservados nesse calor extremo?

 

Mantenha os alimentos refrigerados em temperaturas seguras, idealmente abaixo de 5°C. Evite deixar alimentos cozidos em temperatura ambiente por mais de 2 horas. Armazene os alimentos em recipientes herméticos para evitar a contaminação. E, ao usar bolsas térmicas, coloque junto um gelo em gel para garantir que o alimento fique na temperatura correta.

 

 

A geladeira deve ficar na temperatura máxima nos dias mais quentes?

 

O refrigerador trabalha trocando calor com o ambiente, em dias mais quentes, o equipamento fará um esforço maior do que em dias mais frios e gastará mais energia. Não necessariamente na temperatura máxima, mas sim na temperatura ideal para refrigeração, que geralmente é entre 5°C e 10ºC para geladeiras de casa. Verifique se a geladeira possui um termômetro interno para monitorar a temperatura.

 

 

Quais alimentos podem ficar na despensa nesses dias de calorão?

 

Alimentos secos, como arroz, feijão, massas, grãos, biscoitos, enlatados, frutas secas e alimentos desidratados podem ser armazenados na despensa, mas certifique-se de que a despensa esteja fresca, seca e bem ventilada.

 

 

A comida pronta pode ficar em cima do fogão por muito tempo ou estraga mais rápido?

 

A comida pronta estraga mais rápido se ficar em cima do fogão por muito tempo, especialmente em dias quentes, pois a tampa da panela não é hermética. O ideal é armazenar essa comida em potes de vidro com tampa e refrigerar a comida pronta assim que esfriar, em até 2 horas após o preparo.

 

 

Quais cuidados devemos ter nessa época de verão pra não estragar os alimentos?

 

  • Evite fazer compras em excesso para não ter que armazenar grandes quantidades de alimentos perecíveis.

 

 

  • Verifique a data de validade dos alimentos antes de comprá-los e consumi-los.

 

  • Não descongele alimentos em temperatura ambiente; utilize a geladeira ou o micro-ondas.

 

  • Dê preferência para alimentos frescos, preparados no mesmo dia e escolha locais que você confie.

 

 

Fonte: Globo

7 tipos de panelas e como usá-las na cozinha

Primordial para o bom andamento durante o preparo dos alimentos, as panelas vão além deste requisito. Com diversas funcionalidades, cada tipo de utensílio foi desenhado para atendar a determinadas demandas. Para entender melhor essa questão, Jessica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, detalha sete diferentes panelas e como usá-las na cozinha.

 

Panelas de alumínio: populares, os utensílios deste material são mais acessíveis ao bolso, leves, duráveis e podem ser usados para o preparo de qualquer tipo de alimento. Com rápida resposta ao calor, a panela distribui uniformemente a quentura, permitindo o cozimento correto.

 

Panela de cerâmica: esteticamente bonitas, as panelas de cerâmicas podem ser usadas como utensílio ao servir a mesa, por exemplo. São recipientes ideais para o preparo de refogados, assados e ensopados. Elas retêm o calor de maneira eficiente e são duráveis. Porém, é importante ter cuidado redobrado. Por serem produzidas em cerâmica, elas podem quebrar facilmente. Além disso, é necessária uma atenção especial durante a higienização, para evitar riscos e arranhões.

 

Panelas de vidro: resistentes ao calor, este tipo de panela pode ser usado em fogões e fornos, proporcionando versatilidade. Por ser de vidro, é ideal para pessoas que gostam de acompanhar o cozimento. O material não permite a transferência de odores e outros resíduos e são mais fáceis de lavar. O recipiente é indicado para o preparo de refogados, bolos, tortas e ensopados. Mas é recomendado ter cuidado ao manusear, pois o material pode quebrar facilmente com impactos ou mudanças bruscas de temperatura. Além disso, em alguns fogões, como o de indução, o uso desta panela não é compatível.

 

Panela de barro: este tipo de panela é ideal para o preparo de alimentos que necessitam de cozimento lento. Feijoada, sopas, caldos, cozidos e guisados são receitas que podem ser feitas neste recipiente. Os utensílios de barro distribuem uniformemente o calor, preservando o sabor e a umidade. Por outro lado, as panelas são mais sensíveis e podem quebrar facilmente, além de não resistirem a altas temperaturas. Uma dica fundamental é fazer a cura antes do primeiro uso. Para isso, é preciso aquecer a panela em fogo alto com um fio de óleo ou azeite por cerca de três minutos. Em seguida, deixar esfriar e lavar com esponja macia e detergente neutro.

 

Panela antiaderente: fácil de limpar, a panela antiaderente é como se fosse a melhor amiga dentro da cozinha, pois impede que o alimento grude no fundo do utensílio. O recipiente é indicado para o preparo de peixes, ovos e comidas mais delicadas. Para ser utilizado no preparo de receitas, é importante levar em consideração que o revestimento pode riscar ao entrar em contato com ferramentas metálicas, além do desgaste do antiaderente conforme é usado.

 

Panela de ferro: mais duráveis devido ao material, o recipiente de ferro também retém e distribui o calor do cozimento uniformemente. São indicadas para o preparo de alimentos em alta temperatura, como assados e grelados, e vão em fornos e fogão. Um ponto negativo pode ser o peso, além da ferrugem que pode surgir durante o uso.

 

Panela de aço inoxidável: duráveis, resistentes e não enferrujam. O utensílio de aço inoxidável é um aliado perfeito durante o preparo dos alimentos, podendo ser utilizado em frituras, salteados e em receitas mais ácidas. A panela é reconhecida por ser fácil de limpar e por não transferir odores e sabores. Mais pesadas do que o usual, este tipo de recipiente é menos eficiente em questão de condução de calor. Porém, existem no mercado panelas de ação inoxidável com camadas internas de cobre ou de alumínio, que permitem a distribuição da quentura com mais eficiência.