Conheça 10 alimentos ricos em fibras e seus benefícios

As fibras são importantíssimas para a saúde do nosso organismo. De acordo com a nutricionista Gabriela Kapim, as fibras estimulam a mastigação, previnem doenças, dão a sensação de saciedade, regulam o intestino, ajudam a controlar a glicemia e são fundamentais para a absorção de vitaminas e minerais. E sabe o que é melhor: elas são facilmente encontradas nos alimentos.

 

 

A nutricionista Daniela Meira (@dra_daniela_meira_nutri), do Mais Você, lista quais são os os principais alimentos ricos em fibras solúveis (que formam um gel no trato digestivo, ajudando a regular o açúcar no sangue e a baixar o colesterol) e fibras insolúveis (que aumentam o volume das fezes e ajudam a prevenir a constipação). Vem aprender!

 

  • Leguminosas: feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha.
  • Cereais integrais:aveia, arroz integral, quinoa, cevada.
  • Oleaginosas e sementes:amêndoas, chia, linhaça, nozes.
  • Frutas: abacate, maçã com casca, pera com casca, framboesa.
  • Verduras e legumes:brócolis, cenoura, batata-doce, abóbora.
  • Maçã com casca:rica em fibras solúveis e insolúveis.
  • Pera com casca: alta quantidade de fibras e fácil de incorporar na dieta.
  • Framboesa: excelente fonte de fibras solúveis.
  • Abacate:rico em fibras e gorduras saudáveis.
  • Laranja: além das fibras, é uma ótima fonte de vitamina C.

 

 

Cuidado com a falta de fibras

 

 

A falta de fibras no corpo pode causar sintomas indesejados, como constipação frequente, inchaço, gases, fezes irregulares, sensação de saciedade reduzida, dificuldade em manter o peso, aumento dos níveis de colesterol e problemas de açúcar no sangue. Portanto, fique alerta!

 

 

“Se você identificar esses sinais e sintomas, pode ser útil manter um diário alimentar para monitorar sua ingestão de fibras. Além disso, consulte um nutricionista para uma avaliação mais detalhada e recomendações personalizadas. Aumente a ingestão de fibras gradualmente para evitar desconfortos digestivos, permitindo que seu corpo se adapte ao novo nível de fibras na dieta”, encerra a nutricionista Daniela Meira.

 

 

Fonte: Globo

Conheça os benefícios da cúrcuma e saiba como incluir na alimentação

Se a cor amarela da cúrcuma chama a atenção, os benefícios que a especiaria pode trazer para a saúde são ainda maiores e devem ser mais explorados. Também conhecida como açafrão-da-terra, ela é muito popular na Índia e cada vez mais usada na culinária brasileira. Suas ações anti-inflamatórias atuam diretamente na prevenção de diversas doenças e podem ser grandes aliadas para a sua saúde.

 

 

Auxiliando na prevenção do câncer e no alívio de dores crônicas, o alimento, muito consumido em pó, também tem um alto poder antioxidante. Para comentar sobre o assunto, a nutricionista clínica especializada em comportamento alimentar e transtornos alimentares Mariana Herzog conversou com o Receitas sobre os benefícios e deu uma dica para você fazer em casa.

 

Como a cúrcuma atua?

Mariana explica que a cúrcuma é rica em antioxidantes. Importante para remover radicais livres, ela evita que as placas de gordura se oxidem nas artérias:

“A cúrcuma é uma planta da família Zingiberaceae, mesma família do gengibre e é muito utilizada como condimento, além de possuir uma série de propriedades farmacológicas que podem trazer muitos benefícios à saúde. Podemos citar um grande potencial antioxidante e anti-inflamatório. Sua propriedade antioxidante auxilia na remoção dos radicais livres, na prevenção da oxidação das placas de gordura nas artérias, prevenindo doenças cardiovasculares, doenças autoimunes, inflamações e até câncer“.

A curcumina presente na cúrcuma atua como anti-inflamatório e ajuda a combater dores, inflamações nas articulações e promove o melhor funcionamento das células nervosas.

 

“Quando utilizada em conjunto com uma alimentação saudável à base de frutas, vegetais, cereais integrais e carnes brancas, a cúrcuma auxilia nas dores crônicas devido seu grande potencial anti-inflamatório. Para isso é recomendável o consumo regular e continuo acompanhado por profissional.”

 

“O uso da cúrcuma em conjunto com pimenta amplifica a ação terapêutica. Utilize a cúrcuma em carnes, arroz, caldos, molhos, sucos, shots e chás. Use e abuse de criatividade na cozinha, sua saúde agradece”, conta a nutricionista.

 

Além de sua eficácia como anti-inflamatório, ajudando por exemplo no combate à osteoaetrite, a especiaria atua diretamente no controle da diabetes, doenças cardíacas, é antifúngica e também acelera a recuperação pós-treino.

Quanto posso consumir?

Para obter todos os benefícios, a cúrcuma deve ser consumida de maneira responsável, sendo controlada. Seu uso em excesso pode causas náuseas e ela deve, inclusive, ser evitada em alguns casos.

“Para saber a quantidade ideal para o seu consumo, é recomendável procurar um nutricionista, pois cada caso exige avaliação e particularidades. É preciso cautela, pois o uso pode interferir com a ação de medicamentos, risco de hemorragias antes de cirurgias, não podendo também ser utilizada em pessoas com problemas de pedras na vesícula, anemia e úlceras”, explica Herzog.

O famoso leite dourado

De fama recente aqui no ocidente, o leite dourado, bebida feita com cúrcuma, é muito conhecida na Índia. A mistura de leite, cúrcuma e outros alimentos como mel, trazem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e termogênicas para o seu corpo. A ação antibacteriana e antimicrobiana do mel, por exemplo, atuam evitando problemas respiratórios, infecção urinária e dor de garganta.

 

 

Fonte: Globo

Pode tomar café depois do almoço? Nutricionista explica

Pode tomar café depois do almoço? O cafezinho depois do almoço é um ritual que muitos de nós adoramos! É aquele momento em que a refeição já foi saboreada e a xícara de café se torna a protagonista do nosso descanso.

 

 

O café pode trazer a dose de energia necessária para enfrentar a segunda parte do dia, mas será que faz mal a saúde? Conversamos com Luciana Nunes (@luciananunesnutri), nutricionista e professora do curso de Nutrição da UNINASSAU EAD, para esclarecer algumas dúvidas.

 

É bom tomar café depois do almoço?

O café depois do almoço pode afetar a digestão em algumas pessoas, porque estimula o aumento da produção de ácido gástrico. Esse não é um problema significativo para a maioria, mas pode causar desconforto gastrointestinal em pessoas mais sensíveis.

Quanto tempo após comer pode tomar café?

O café contém compostos que podem interferir na absorção de certos nutrientes que estavam presentes no almoço, como ferro e cálcio. Recomenda-se esperar entre 30 e 60 minutos após o almoço antes de consumir o café. Isso permite que a digestão inicial ocorra e reduz possíveis interferências na absorção de nutrientes.

Alternativas para beber depois do almoço

Se você prefere evitar o café após o almoço, uma boa alternativa são os chás digestivos, água morna com limão ou infusões de ervas. Essas opções ajudam na digestão e trazem uma sensação de bem-estar mais leve e duradoura.

 

Segundo a Academia Americana de Pediatria, o café também não é indicado para crianças menores de 12 anos, que devem priorizar bebidas mais apropriadas para essa faixa etária.

 

Fonte: Globo

Gel de babosa desincha, trata manchas e melhora imunidade: veja receita muito fácil

A babosa ou Aloe vera, seu nome científico, é uma planta medicinal utilizada em diferentes cuidados estéticos, sobretudo no cabelo e na pele. O que poucas pessoas sabem é que também é possível ingerir o gel de babosa em forma de gelo na sua bebida favorita e aproveitar ao máximo seus benefícios.

Gel de babosa: benefícios

Quando ingerido, o gel de babosa ajuda não só a aumentar a imunidade, mas também auxilia nos tratamentos de gastrite, úlcera, dor de garganta, problemas intestinais, colesterol e até mesmo hemorroidas.

Além de várias vitaminas e minerais, a babosa tem ação antioxidante, fungicida, bactericida, calmante e anti-inflamatória, eliminando as toxinas do organismo⬝, explica a dermaticista Patricia Elias.

Esse efeito detoxificante também combate o inchaço decorrente da retenção de líquido, auxiliando no emagrecimento.

“Muitos relatos afirmam que o consumo de babosa ajudou também no tratamento de manchas escuras da pele, o melasma⬝, ressalta Patricia.

Consumo

Para usufruir dos benefícios dessa planta, Patricia compartilha a receita perfeita para inserir naturalmente na rotina, podendo ser acrescentada em sucos, chás, assim como em qualquer bebida favorita.

 

 

O ideal é consumir a espécie Aloe arborescens Miller, que não contém aloína. Se não encontrar, é possível consumir também a Aloe barbadensis Miller, removendo completamente a toxina dela.

 

Como fazer o gel de babosa

Após higienizar a folha de babosa, remova a casca cuidadosamente e retire o líquido amarelo que se libera. Esse líquido é chamado aloína, uma toxina que causa coceira e alergia, não deve, portanto, ser ingerido.

Deixe o gel de babosa de molho por 15 minutos em água em temperatura ambiente. Retire os resíduos em água corrente.

Bata no liquidificador até ficar líquido e espere a espuma baixar. Coloque em forminhas de gelo e leve ao freezer para congelar. Duas folhas são equivalentes a duas forminhas. Tome de manhã ainda em jejum.

 

Atenção!

Não consuma mais do que dois cubos de gelo de babosa por dia, pois pode ocasionar o efeito contrário. Dois cubos em um copo por dia já são suficientes para obter os benefícios.

Já que se trata de um medicamento natural, você não deve utilizar para sempre. Tome até se sentir melhor, ou seja, de 3 a 6 meses em qualquer bebida de sua preferência.

 

Fonte: Globo

10 alimentos sem glúten para incluir na dieta

Os alimentos sem glúten são importantes para quem é celíaco ou tem alergia, intolerância ou sensibilidade aos derivados do trigo, cevada, centeio e malte – subproduto da cevada. Além de causarem muitos desconfortos, a comida com glúten pode causar inchaços abdominais e inflamações intestinais.

 

 

Seja por uma necessidade específica ou escolha pessoal, a alimentação livre de glúten se tornou bastante popular. Conheça quais são os alimentos sem glúten para incluir na dieta, de acordo com o Guia Orientador para Celíacos, publicado pela Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil.

  1. Cereais: arroz, milho, painço, sorgo, quinoa, amaranto, trigo-sarraceno.
  2. Farinhas e féculas: farinha de arroz, amido de milho, fubá, farinha de mandioca, fécula de batata, farinha de soja, polvilho, araruta, flocos de arroz e milho.
  3. Massas: desde que feitas com as farinhas permitidas.
  4. Verduras, frutas e legumes são liberados.
  5. Laticínios: leite, manteiga, queijos e derivados – caso a pessoa não tenha intolerância à lactose.
  6. Gorduras: óleos e azeites.
  7. Carnes: bovina, suína, frango, peixes, ovos e frutos do mar.
  8. Grãos e leguminosas: feijões, lentilha, ervilha, grão-de-bico, soja.
  9. Oleaginosas e sementes: nozes, amêndoas, amendoim, pinhão, castanha-de-caju, castanha-do-pará ou castanha-do-brasil, avelãs, macadâmias, linhaça, gergelim, abóbora, etc.

 

Vale lembrar que a aveia também é um cereal que não contém glúten. Contudo, ela pode sofrer contaminação cruzada no cultivo, transporte e na fabricação. Por isso, ler o rótulo da embalagem é fundamental já que ele informa se a aveia que você está comprando é livre de glúten.

 

 

“Algumas pessoas com restrições ao glúten também podem apresentar reações à avenina, proteína presente na aveia. Assim, de forma preventiva, a inclusão da aveia em uma dieta livre de glúten somente deve ser feita por orientação de um profissional de saúde”, explicam os autores do livro “Pães, bolos e biscoitos sem glúten – Receitas fáceis e saborosas”, publicado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

 

 

O que é glúten?

 

 

 

O glúten é um tipo de proteína encontrada principalmente no trigo, centeio e cevada, conforme explica Bela Gil, chef e nutricionista.

 

 

Em algumas pessoas, o consumo de comidas com glúten pode causar má absorção dos nutrientes, diarreia, má digestão, entre outros sintomas. Lembre-se de consultar nutricionista e um médico para criar um plano alimentar adequado com as suas necessidades e manter a saúde em dia.

 

 

Fonte: Globo

Alimentos processados e ultraprocessados: entenda as diferenças

Você sabia que nem todo o alimento embalado é necessariamente ultraprocessado? Com o desafio de ajudar naqueles dias de preguiça, ou de correria, a apresentadora Rita Lobo dá uma dica de ouro para sua próxima ida ao mercado.

 

 

Existem alimentos processados que são opções práticas que não fazem mal à saúde. Porém, é preciso ficar atento na lista de ingredientes:

 

 

“[Os alimentos processados] são alimentos que passa por algum processo como secagem, congelamento, pré-cozimento, mas não tem aditivos químicos“, explica Rita.

 

 

 

Alguns alimentos que você pode incluir na sua lista de compras:

  • Grão de bico pré-cozido – pode ser no vácuo, na lata ou no pote de vidro;
  • Polenta instantânea;
  • Feijão branco em conserva;
  • Tomate pelado enlatado;
  • Legumes congelados em geral;
  • Sardinha em lata.

 

 

Inclusive, a Rita aproveita a praticidade do grão de bico pré-cozido para ensinar uma pasta de grão-de-bico com azeite que pode ser opção de lanche ou acompanhar receitas com frango ou carne bovina grelhada. Aprenda:

 

Ingredientes

 

 

Pasta de grão-de-bico com azeite

  • 1 lata de grão-de-bico
  • 1 dente de alho
  • 1 colher de sopa de água
  • 5 colher de sopa de azeite
  • 6 ramos de salsinha
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino moída na hora

 

 

Modo de Preparo

 

 

Pasta de grão-de-bico com azeite

 

 

  1. Sobre uma tigela passe os grãos-de-bico por uma peneira e deixe escorrer bem a água.

 

 

  1. Com a lateral da faca, amasse o dente de alho e descarte a casca. Lave, seque e pique a salsinha grosseiramente.

 

 

  1. No processador de alimentos, coloque metade grão-de-bico, o alho, a água e 3 colheres de sopa de azeite. Bata bem até formar uma pasta lisa – esse passo é importante não só para bater o grão-de-bico mas também para triturar o alho. Transfira para uma tigela e reserve.

 

 

  1. Coloque a outra metade do grão-de-bico no processador. Junte o restante do azeite e bata no modo pulsar apenas para quebrar os grãos – eles vão dar uma textura rústica para a pasta. Junte os grãos batidos à pasta na tigela, misture a salsinha, prove e tempere com sal e pimenta. Sirva a seguir.

 

Fonte: Globo

4 chás para desinchar: veja como combater retenção de líquido

Pernas inchadas, anel que não está mais saindo com facilidade: a retenção de líquido pode causar desconforto. De acordo com a nutricionista Evelyn Teles (@nutrievelynteless), as causas do inchaço podem ser diversas, como a desidratação, sedentarismo, uso contínuo de alguns medicamentos, doenças crônicas como hipertensão arterial, lúpus e artrite reumatoide.

 

 

A alimentação também tem o seu papel nesse quadro, explica a profissional. O consumo exagerado de alguns alimentos e bebidas contribuem para a retenção de líquidos, como refrigerantes e bebidas gasosas, bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados, alimentos enlatados e em conserva, doces industrializados e pães industrializados que possuem sódio e glutamato monossódico na sua composição.

 

 

Para combater esse desconforto, é possível recorrer aos chás: confira 4 chás para desinchar que nutricionista Evelyn Teles indica.

 

 

4 chás para desinchar: veja como combater retenção de líquido

 

 

Chá de hibisco

  • Rico em fitoquímicos como polifenóis, ferro e vitamina C.
  • A dose recomendada é 1 colher de sobremesa da erva, realizando infusão com água quente.
  • 3 xícaras por dia são o suficiente para obter suas propriedades.

 

 

Chá de cavalinha

  • É considerado um dos melhores diuréticos de origem vegetal.
  • A dose recomendada é de 50 a 200 mililitros ao dia do chá.

 

 

Chá de alcachofra

  • Seus principais componentes químicos presentes nas folhas são os polifenóis e flavonoides.
  • A dose recomendada é 500 microgramas do extrato seco ou infusão com 1 xícara de água antes das principais refeições.

 

 

Chá verde

  • O chá produzido a partir das folhas do arbusto é uma das bebidas mais consumidas no mundo.

 

  • 2 xícaras ao dia é a recomendação indicada para obter seus benefícios.

 

 

É importante lembrar, no entanto, que um médico sempre deve ser consultado, caso o inchaço seja recorrente, pois ele pode ser sintoma de algum quadro de saúde que precisa de mais atenção.

 

 

Além disso, os chás não devem ser consumidos de forma exagerada. O Ministério da Saúde adverte: “Embora o ditado popular diga que ‘o que é natural não faz mal’, a realidade é que recomenda-se o acompanhamento de um profissional da saúde durante o uso de plantas medicinais e fitoterápicos, pois a automedicação é um risco, independente se é uma planta medicinal ou medicamento”.

 

 

Fonte: Globo

Quais os benefícios da aveia na alimentação? Conheça tipos e como usar

Aveia virou um ingrediente queridinho nos últimos tempos. Principal aliado de quem faz dieta e reeducação alimentar, o seu uso foi muito popularizado em substituição à farinha de trigo, na produção de receitas como pães e bolos.

 

E essa fama não veio à toa. Rica em fibras, seu consumo diário ajuda na regulação do trânsito intestinal. “Chamada Beta-glucana, essa fibra tem forte potencial para a redução dos níveis séricos de colesterol LDL (popularmente conhecido como colesterol ruim), também possui boa ação na redução da glicemia e melhora no metabolismo da glicose, melhorando a resistência à insulina e no controle do diabetes tipo 2″, detalha o nutricionista João Muzzy.

 

O nutricionista fala também de uma característica sempre lembrada de quem consome o cereal e que indiretamente ajuda quem está no processo de emagrecimento: a saciedade. “Por ter um bom teor de fibras, pode auxiliar na sinalização de saciedade, levando a comer menos comida e consequente a ter mais facilidade para gerar o déficit calórico”.

 

Mas para quem é novo no mundinho fitness, sempre surge a dúvida de qual melhor versão: em flocos, farinha ou farelo? Qual delas é mais saudável? João explicou a diferença entre os 3 tipos e suas características. Veja abaixo:

 

 

Aveia em flocos

“O formato achatado do floco de aveia surge a partir do processo de prensa dos grãos, chamado processo de flocagem. Essa opção é geralmente a mais utilizada no dia a dia, sendo um ótimo acompanhamento para frutas e iogurtes”.

 

 

Farelo de aveia

“O farelo de aveia é formado pela parte mais externa do grão, isso faz com que tenha maior presença de fibras solúveis, aquelas que se dissolvem na água, especialmente a beta-glucana”.

 

 

“No passado o farelo era descartado pelas indústrias, até que depois de muitos estudos foi observado uma vantagem à saúde com o consumo desse farelo devido à alta concentração de beta-glucana. Essa fibra tem potencial para reduzir significativamente o risco de doenças cardiovasculares”.

 

 

Farinha de aveia

“A farinha de aveia é gerada através do processo de moagem do grão, assim como qualquer outro tipo de farinha. Depois ela é peneirada até que fique totalmente uniforme”.

 

 

Para produzir a farinha é utilizado a parte mais interna da aveia, e devido a esse motivo, a farinha possui um pouco menos de fibras do que as outras formas (flocos e farelo)“.

 

 

“Essa opção é muito utilizada para produção de receitas quando se quer evitar o uso da farinha de trigo”.

 

 

O nutricionista ressalta que todos os formatos são benéficos a saúde. O que vai determinar qual devemos priorizar é o objetivo com o consumo. “A farinha é o formato que menos possui calorias, em contrapartida o farelo é o formato que mais possui fibras”, explica.

 

Fonte: Globo

Conheça os alimentos que aumentam o foco e a disposição

Daniela Meira, nutricionista e produtora de culinária do Mais Você, diz que alguns alimentos e bebidas podem ajudar a manter o foco, a disposição e até reduzir a vontade de ir ao banheiro.

 

 

As dicas também são valiosas para quem deseja mais foco e disposição nas atividades do dia a dia. “Na vida agitada de todos, estamos participando de prova de resistência sempre”, disse a nutricionista. Confira!

 

 

  • Bananaconsuma uma banana média cerca de 30 a 40 minutos antes da prova ou da atividade que pretende fazer. Rica em carboidratos de rápida absorção, ela fornece energia e ajuda a prevenir cãibras devido ao seu alto teor de potássio.

 

  • Aveia:prepare duas colheres de sopa de aveia em 200 mililitros de leite ou água e consuma de 1 a 2 horas antes da prova. A aveia libera energia de forma gradual e contribui para a sensação de saciedade.

 

 

  • Castanhas e amêndoas: coma cerca de 1 hora antes da prova e garantirá energia constante durante o esforço. Um punhado com mais ou menos 10 unidades é o suficiente.

 

 

  • Ovos cozidos: consuma 1 a 2 ovos cozidos cerca de uma hora antes da prova. Eles são fontes de proteína, ajudam a evitar a fadiga muscular e são leves para o estômago.

 

  • Água de coco:ajuda a repor eletrólitos e mantém o equilíbrio do organismo sem sobrecarregar a bexiga. Tome de 150 a 200 mililitros para hidratar sem exagerar.

 

 

  • Chocolate amargo: coma cerca de 20 gramas, o equivalente a dois quadradinhos, 30 minutos antes da prova. Essa quantidade é suficiente para dar um boost no cérebro sem o excesso de açúcar, que pode causar queda de energia posteriormente.

 

 

Como fazer para evitar a vontade de fazer xixi?

Os participantes não podem fazer suas necessidades fisiológicas durante a prova, então é preciso resistir! Se você também vai enfrentar uma longa saída longe do banheiro, alguns segredos podem ajudar. A nutricionista recomenda manter a hidratação ao longo do dia, mas evitar grandes volumes de líquidos de uma a duas horas antes.

 

 

Além disso, é importante evitar diuréticos, como café, chá verde, melancia e outros alimentos ricos em água. Por outro lado, incluir alimentos com sódio, como uma fatia de queijo ou uma xícara de pipoca levemente salgada, pode ajudar a reter líquidos de forma moderada.

 

 

Alimentos para evitar

Além dos alimentos que ajudam a dar disposição e foco, é essencial considerar o outro lado da moeda e saber o que evitar antes de uma prova de resistência. Esses cuidados também podem fazer a diferença antes de atividades do dia a dia, como uma reunião importante no trabalho ou uma longa viagem de transporte público.

 

 

  • Evite alimentos muito ricos em fibras, como feijão, lentilha, brócolis e couve-flor. Embora sejam saudáveis, eles podem causar desconforto abdominal, gases e sensação de estufamento.

 

  • Alimentos diuréticos, como café, chá verde, melancia, melão e pepino, aumentam a produção de urina e podem dificultar a segurar a vontade de ir ao banheiro.

 

  • Alimentos gordurosos e muito pesados são difíceis de digerir e podem causar sonolência e desconforto, como frituras, carnes gordas e queijos amarelos.

 

  • Refrigerantes, bolos e doces devem ser evitados, pois são alimentos e bebidas com alto teor de açúcar. Eles podem causar um pico de energia seguido de uma queda rápida, deixando você sem disposição.

 

Fonte: Globo