Não abre mão do alho no feijão? Veja como temperar de outras formas

Se você está sem ou com pouco alho em casa e busca alternativas para temperar o feijão sem perder o sabor, confira essas dicas da nutricionista e produtora de culinária do Mais VocêDaniela Meira. Ela apresenta formas distintas de preparo para cada tipo de feijão.

 

 

Para o cozimento

Antes do cozimento, deixar o feijão de molho reduz os antinutrientes, melhora a digestão e acelera o preparo. Você pode usar água pura ou saborizada. No primeiro caso, é necessário trocá-la antes do cozimento. Já na versão aromatizada, adicione ervas como louro e tomilho, além de rodelas de limão ou um pouco de vinagre para realçar o sabor e facilitar a digestão.

 

 

Tempo de molho recomendado e temperos:

  • Feijão carioca e preto: 8 a 12 horas
  • Feijão branco: 8 a 12 horas
  • Feijão azuki: 6 a 8 horas

 

Feijão: veja tipos, como deixar o caldo mais grosso e outras dicas — Foto: Receitas

 

 

Para temperar o feijão carioca e o feijão preto, você pode escolher:

Cebola refogada: realça o sabor e traz um toque adocicado.

Louro: dá um aroma especial e facilita a digestão.

Cominho: intensifica o sabor e combina muito bem com feijões.

Colorau ou cúrcuma: para um toque de cor e um leve sabor terroso.

Pimentas (preta, dedo-de-moça ou calabresa): são ótimas opções se você gosta de um toque picante

 

 

Valores nutricionais por 100 gramas de feijão carioca ou preto (cozido, sem o caldo):

  • Calorias: 76 quilocalorias
  • Proteína: 4,8 gramas
  • Ferro: 1,3 miligramas

Feijão-preto com bacon e cominho — Foto: Panelinha/GNT

 

O feijão branco você pode temperar com:

Tomilho ou alecrim: ervas aromáticas que trazem um sabor refinado.

Sálvia: dá um toque amadeirado, perfeito para sopas e ensopados.

Mostarda em grãos: acrescenta um sabor levemente picante e interessante.

Cenoura e salsão: cozidos junto ao feijão, adicionam um aroma especial.

 

 

Valores nutricionais por 100 gramas de feijão branco (cozido, sem o caldo):

  • Calorias: 140 quilocalorias
  • Proteína: 9,7 gramas
  • Ferro: 2,4 miligramas

 

 

Para encerrar, o feijão azuki você pode temperar com:

Gengibre ralado: acrescenta um toque levemente picante e refrescante.

Shoyu ou missô: para um sabor umami marcante.

Coentro ou cebolinha: perfeitos para um frescor final.

Canela em pau: para um leve toque adocicado, comum em preparações orientais.

 

 

Valores nutricionais por 100 gramas de feijão azuki (cozido, sem o caldo):

  • Calorias: 128 quilocalorias
  • Proteína: 7,5 gramas
  • Ferro: 2,0 miligramas

 

 

Dica extra: adicionar um fio de azeite ou óleo de gergelim no final do cozimento ajuda a intensificar os sabores e dá um toque especial ao prato.

 

 

Fonte: Globo

Buscas por whey e creatina crescerem: veja os benefícios dos suplementos

De acordo com o Mercado Livreas buscas por whey protein e creatina cresceram 39% e 22%, respectivamente, na plataforma, em comparação com o mesmo período de 2024.

 

 

 

O whey protein e a creatina são importantes aliados para quem malha e tem o objetivo de ganhar massa muscular. O whey protein é uma proteína em pó, derivada do soro do leite, que se tornou um combustível essencial na dieta de quem treina. Especialistas afirmam que a proteína ajuda a aumentar a massa magra e melhora o desempenho físico, quando associada à atividade física e a uma alimentação saudável.

 

 

A nutricionista Ina Carolina deixa clara a importância do suplemento quando associado a um treinamento: “O consumo regular do whey protein aumenta a força e a massa muscular quando parte de um treinamento muscular. A proteína também pode ser eficaz para ajudar a recuperação muscular após exercícios intensos e minimizar a flacidez”.

 

 

No entanto, os benefícios não se restringem apenas àqueles que praticam atividades físicas. A nutricionista ressalta que a proteína do soro de leite pode ajudar também no ganho de peso em pessoas desnutridas ou com dificuldades para ganhar e manter peso, assim como no tratamento da sarcopenia (perda generalizada e progressiva da força e massa muscular esquelética) em idosos.

 

 

 

creatina, por sua vez, é um composto orgânico encontrado naturalmente em alimentos como carne e peixe, além de ser produzida pelo próprio organismo a partir dos aminoácidos arginina, glicina e metionina. Em média, 400 gramas de carne bovina ou frango contêm cerca de 2 gramas dessa substância.

 

 

Se você já buscou sobre creatina antes, encontrou no Receitas o Dr. Gustavo Starling, diretor de Comunicação da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, explicando por que o suplemento é popular entre atletas e praticantes de musculação:

 

 

“A creatina pode aumentar, especialmente, a capacidade de realizar exercícios de curta duração e alta intensidade, envolvendo o que se chama de ‘explosão muscular’, resultando em ganhos de força e massa muscular”, destaca o médico.

 

 

 

Além de melhorar o desempenho físico, especialmente em treinos de alta intensidade, a creatina também oferece outros benefícios, como:

 

  • Age na recuperação muscular, reduzindo a fadiga e dores musculares;
  • Contribui com o desempenho das funções cognitivas;
  • Ajuda a aumentar a força muscular;
  • Pode resultar em um aumento significativo na massa muscular.

 

 

Pessoas com doenças hepáticas devem consultar um médico antes de usar creatina, pois é o órgão que a metaboliza no organismo. Além disso, não há pesquisas suficientes sobre a segurança da creatina durante a gravidez e a amamentação. É aconselhável que mulheres grávidas e lactantes evitem a suplementação de creatina. Por fim, a creatina pode interagir com certos medicamentos, especialmente aqueles que afetam os rins. É importante consultar um médico se você estiver tomando medicamentos regularmente.

 

 

Já em relação ao whey protein, assim como qualquer outro suplemento, seu uso deve ser recomendado por um especialista, pois, quando consumido em excesso, pode trazer riscos à saúde. “Se for consumido de maneira isolada e excessiva, o suplemento não apenas deixará de trazer os benefícios que poderia, como também pode fazer mal em algumas situações.”

 

 

Fonte: Globo

Chocolate dá espinha? Alivia o estresse? Saiba mitos e verdades

chocolate é um dos doces mais amados no mundo, mas também é cercado por uma série de mitos e curiosidades que nem sempre correspondem à realidade. Será que realmente causa espinhas? É verdade que o chocolate amargo faz bem à saúde? A nutricionista Jussara Pessôa (@prof.jussarapessoa), coordenadora da UNINASSAU Recife, campus Boa Viagem, nos ajuda a desvender os principais mitos e verdades sobre o chocolate. Veja!

 

 

MITOS SOBRE O CHOCOLATE

 

 

Chocolate causa acne

Não há consenso científico de que o chocolate, por si só, seja um fator desencadeante de acne. No entanto, alguns de seus componentes, como açúcar e laticínios, podem contribuir para o aparecimento em pessoas predispostas. Para quem já tem tendência a desenvolver a condição, o consumo excessivo de chocolates ricos em açúcar e laticínios pode agravar os sintomas.

 

Chocolate é prejudicial em qualquer dieta

Quando consumido com moderação e na forma adequada, o chocolate não prejudica nenhuma dieta. O chocolate amargo, por exemplo, é uma boa opção por seus benefícios antioxidantes e menor quantidade de açúcar. O problema está no consumo excessivo, especialmente de chocolates ricos em açúcar e gordura.

 

 

VERDADES SOBRE O CHOCOLATE

 

 

O consumo moderado de chocolate pode ser benéfico para o coração

O consumo moderado de chocolate, especialmente o amargo com pelo menos 70% de cacau, é uma boa fonte de compostos bioativos, conhecidos por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Esses benefícios podem contribuir para a saúde do coração, desde que o consumo seja feito de forma equilibrada.

 

 

Comer chocolate alivia o estresse

O chocolate contém diversos compostos que podem impactar positivamente o cérebro e o corpo, ajudando a reduzir o estresse e melhorar o humor.

 

Especialmente o chocolate amargo, ele é rico em substâncias que estimulam a produção de endorfinas e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, contém feniletilamina, um composto que pode potencializar a sensação de prazer e contribuir para uma melhor disposição emocional.

 

Chocolate amargo é mais saudável que ao leite

O chocolate amargo, com concentração de cacau geralmente a partir de 70%, é rico em antioxidantes que ajudam a proteger o coração e promovem a saúde cardiovascular. Além disso, possui menor quantidade de açúcar, tornando-se uma opção mais saudável. Por outro lado, o chocolate ao leite contém mais açúcar e leite, o que eleva as calorias e reduz os benefícios associados ao cacau.

 

 

Chocolate é ruim para enxaqueca

O chocolate pode desencadear enxaquecas em algumas pessoas devido à presença de compostos como teobromina e cafeína no cacau, além de açúcar e laticínios nos chocolates ao leite. Esses elementos podem atuar como gatilhos em indivíduos predispostos a enxaquecas. No entanto, a sensibilidade varia, e nem todos são afetados da mesma maneira.

 

 

Chocolate pode melhorar o desempenho cognitivo

O chocolate amargo, especialmente por conter flavonoides, pode aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro e melhorar a função cerebral. Além disso, sua cafeína contribui para o aumento do foco e da atenção, tornando-o uma opção que combina sabor com benefícios cognitivos.

 

 

Chocolate branco tem mais gordura que o amargo

O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, sem a presença de sólidos de cacau, e costuma ter açúcar e leite em maior quantidade. Esses fatores aumentam seu teor de gordura. Por outro lado, o chocolate amargo, apesar de também ter gordura, contém menos açúcar e mais cacau.

 

Fonte: Globo

Afinal, comer doce alivia ou aumenta o estresse?

Mas e aí, será que comer doce realmente ajuda a aliviar o estresse? Segundo a nutricionista e produtora de culinária do Mais VocêDaniela Meira, essa afirmação faz sentido, mas não é 100% verdadeira.

 

“O açúcar estimula a liberação de dopamina, um neurotransmissor ligado ao prazer e à recompensa. Isso explica porque, em momentos de estresse, buscamos alimentos doces para um alívio momentâneo. No entanto, essa sensação é passageira e pode levar a um ciclo vicioso de dependência do açúcar para lidar com emoções”, explica.

 

 

Além disso, o consumo excessivo de açúcar pode causar picos e quedas bruscas de glicose no sangue, afetando diretamente o humor e a disposição. Estudos indicam que dietas ricas em açúcar podem elevar os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, o que pode agravar a ansiedade e dificultar o controle emocional.

 

 

Existe um açúcar ‘melhor’ para o consumo?

Segundo a nutricionista, existem opções menos prejudiciais que o açúcar refinado, embora devam ser consumidas com moderação, como:

 

Mel e melado de cana  Possuem compostos antioxidantes, mas impactam a glicemia. Dose: até 1 colher de chá (5 gramas) ao dia.

Açúcar de coco  Tem um índice glicêmico menor que o refinado, mas ainda é açúcar. Dose: até 1 colher de chá ao dia.

 

Açúcar mascavo e demerara  Mantêm mais nutrientes da cana, mas não reduzem os efeitos negativos do excesso. Dose: até 1 colher de chá ao dia.

 

Frutas secas (tâmara, uva-passa, ameixa) – Uma opção natural, com fibras que ajudam no controle da glicose. Dose: até 2 unidades ao dia.

 

 

Evite o consumo excessivo de adoçantes artificiais, pois eles podem afetar a microbiota intestinal e aumentar a compulsão por doces. Se necessário, prefira stévia, eritritol ou xilitol.

 

Fonte: Globo

Chega de dor de cabeça: descubra os alimentos que ajudam a aliviar a enxaqueca

Se você vive sofrendo com aquela dor de cabeça insistente que atrapalha o dia, saiba que a alimentação pode ser uma aliada no alívio do problema. Alguns alimentos têm o poder de amenizar a enxaqueca de forma natural, ajudando a reduzir a frequência e a intensidade das crises.

 

 

A nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição da UNINASSAU Barreiras, Bruna Machado, ressalta como a alimentação pode influenciar no quadro de enxaqueca: “Embora os alimentos, por si só, não sejam responsáveis por iniciar a enxaqueca, certas substâncias presentes neles, como aminas biogênicas e aditivos alimentares, podem estimular a liberação de hormônios como serotonina e noradrenalina, que afetam diretamente o sistema nervoso”.

 

 

Além disso, deficiências nutricionais, como as de magnésio, vitaminas do complexo B e ácido fólico, podem estar associadas à enxaqueca, pois esses nutrientes desempenham um papel importante na vasodilatação, vasoconstrição e ação antioxidante.

 

 

O espinafre é rico em magnésio e pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade das crises de enxaqueca — Foto: Receitas

 

 

Alimentos que ajudam a aliviar a enxaqueca

Alguns nutrientes específicos contribuem com a regulação dos mecanismos vasculares e neurológicos envolvidos na enxaqueca, como magnésiovitaminas do complexo B e ácido fólico. Eles são essenciais para a regulação da vasodilatação e da inflamação. Ou seja, uma dieta rica nesses nutrientes pode ajudar a reduzir a frequência e intensidade das crises.

 

 

Entre os alimentos ricos nesses nutrientes, temos:

 

 

  • Magnésio:espinafre, couve, oleaginosas, sementes, cacau, grãos integrais e banana.

 

  • Vitaminas do complexo B:carnes, ovos, laticínios, amêndoas, frango, salmão, batata e abacate.

 

 

  • Ácido fólico:vegetais folhosos, leguminosas, frutas cítricas, abacate e beterraba.

 

 

 

O abacate é rico em vitaminas do complexo B e ácido fólico, ajudando a reduzir as crises de enxaqueca — Foto: Receitas

 

 

A nutricionista Bruna Machado alerta que, embora nenhuma bebida tenha efeito direto no alívio da enxaqueca, manter-se hidratado pode contribuir para a redução da frequência e da intensidade das crises. Ela recomenda optar por alternativas como água e chás naturais, que auxiliam no equilíbrio do organismo sem interferir no sistema nervoso.

 

 

Alimentos que podem desencadear crises de enxaqueca

 

 

A composição de certos alimentos pode contribuir para o surgimento da enxaqueca devido à presença de substâncias que interferem na atividade neurológica e vascular.

 

 

chocolate contém teobromina, uma substância que estimula o sistema nervoso, enquanto queijos maturados possuem feniletilamina, que pode influenciar os neurotransmissores. Bebidas alcoólicas, como o vinho, também não são recomendadas, pois são ricas em tiramina e histamina, compostos conhecidos por afetar a circulação sanguínea.

 

 

O consumo excessivo de cafeína, presente no café refrigerantes de cola, pode provocar alterações na regulação dos vasos sanguíneos, tornando-se um possível gatilho. Além disso, aditivos como aspartame, nitritos e nitratos, frequentemente encontrados em adoçantes artificiais e alimentos ultraprocessados, podem comprometer a oxigenação cerebral e favorecer o surgimento da dor.

 

 

Intolerâncias a glúten e lactose podem desencadear enxaquecas?

Estudos indicam que intolerâncias alimentares, como ao glúten e à lactose, podem estar relacionadas ao desencadeamento de crises de enxaqueca. A eliminação desses alimentos da dieta pode ajudar a reduzir as crises, especialmente em indivíduos sensíveis. Porém, a relação entre intolerâncias alimentares e enxaqueca não é a mesma para todos.

 

 

“Apesar das evidências de associação, a resposta não é conclusiva para todos os casos. Por isso, é essencial buscar acompanhamento profissional para identificar e tratar os possíveis gatilhos alimentares de maneira individualizada”, disse a nutricionista.

 

Fonte: Globo

Sorvete caseiro fica pronto em 6 minutos e é ótima opção para driblar o calor

 

Quer uma sobremesa rápida para driblar o calor do verão? O sorvete caseiro da Ana Maria Braga fica pronto em apenas 6 minutos.

O segredo para gelar tão rápido é o uso de álcool líquido e gelo. Confira o passo a passo completo e saiba como fazer!

 

 

Ingredientes

 

  • 1 xícara de chá de leite gelado

 

  • 2 colheres de sopa de açúcar

 

  • 1 colher de chá de essência de baunilha ou 1 colher de sopa de chocolate em pó

 

  • 500 gramas de gelo

 

  • 6 colheres de sopa de sal

 

  • Meia xícara de chá de álcool líquido

 

 

Modo de Preparo

 

 

 

  1. Em um saco plástico com capacidade para cerca de 1 litro, coloque o leite gelado, o açúcar e a essência de baunilha ou chocolate em pó. Feche o saco dando um nó bem forte e reserve.

 

  1. Em um pote plástico com tampa, com capacidade para 1 litro e 700 mililitros, coloque o gelo em cubos, o sal e o álcool líquido.

 

  1. Coloque o saco plástico dentro do pote e feche-o bem firme.

 

  1. Envolva o pote com um pano e sacuda o pote, com firmeza, por 5 minutos.

 

  1. Depois desse tempo, abra o pote, retire o saco plástico e passe-o rapidamente por água corrente para retirar o sal.

 

  1. Corte o saco, coloque o sorvete em um pote e sirva.

 

Fonte: Globo

Descubra opções veganas nutritivas e saborosas para se manter energizado

Se você segue uma alimentação vegana ou quer opções mais leves e nutritivas, saiba que há muitas alternativas deliciosas para manter a energia. Segundo o professor dos cursos de Nutrição e Gastronomia da UNINASSAU Paulista, Antônio Gomes, as melhores opções de lanches são aquelas práticas, como:

 

 

  • Barrinhas de cereais ou proteínas (caseiras ou industrializadas sem mel)

 

  • Frutas desidratadas (banana, manga e damasco)

 

 

  • Castanhas e sementes (amêndoas, castanha-do-pará, chia e linhaça)

 

  • Sanduíches naturais (pão integral com pasta de amendoim, homus ou guacamole)

 

 

  • Chips de legumes assados (batata-doce, abobrinha, cenoura)

 

  • Tâmaras recheadas com pasta de amendoim (docinho energético natural)

 

 

  • Bolinhas energéticas (tâmara, aveia, cacau e castanhas)

 

Castanha-do-pará evita doenças do envelhecimento — Foto: Daniela Meira/Globo

 

Além disso, os alimentos ricos em carboidratos e sais minerais são fundamentais para garantir energia.

 

 

Entre as melhores opções estão: banana (rica em carboidratos e potássio), aveia (que promove a liberação lenta de energia), pasta de amendoim (fonte de proteína e gordura saudável), grão-de-bico e lentilhas (proteína vegetal e ferro), chocolate amargo (repleto de antioxidantes e energia rápida) e batata-doce (carboidrato complexo que proporciona energia duradoura).

 

 

 

Como manter a hidratação de forma eficiente

Além da água, algumas bebidas são ótimas aliadas para repor os líquidos e os nutrientes perdidos.

 

 

Entre as sugestões mais atraentes estão: água de coco (rica em eletrólitos naturais), suco de melancia ou laranja (hidratação e carboidratos), chás gelados naturais (como hibisco, gengibre e hortelã), bebidas isotônicas caseiras (feitas com água, limão, melado de cana e uma pitada de sal rosa) e frutas ricas em água (como melancia, melão, morango e pepino).

 

 

 

Também é importante ter uma alimentação com bastante água em sua composição, ácidos graxos e antioxidantes, porque eles ajudam na recuperação, hidratação, energia e imunidade.

 

 

Algumas sugestões bacanas são: smoothie de banana com proteína vegetal (reposição de nutrientes), água com limão e gengibre (desintoxicação e hidratação), caldos vegetais com cúrcuma e gengibre (anti-inflamatório natural), abacate (gordura saudável para a recuperação muscular), sementes de chia e linhaça (ômega-3 para reduzir inflamações) e suco verde (couve, maçã, pepino e gengibre) para reposição de minerais.

 

Fonte: Globo

Comer com atenção ajuda a emagrecer: saiba mais sobre mindful eating

Conversar, assistir à televisão ou rolar o feed no celular enquanto come é a realidade de muitas pessoas. Já aconteceu de você terminar o prato e nem perceber o quanto ou o que comeu? Pois é. Mudar esses comportamentos e praticar o mindful eating pode ajudar a perceber melhor os sinais de fome e saciedade e ajudar no emagrecimento.

 

 

Mindful eating, ou alimentação consciente, é uma abordagem que envolve estar plenamente presente e atento durante o ato de comer. Ao contrário do comportamento comum de comer de forma automática, apressada ou em resposta a emoções, o mindful eating propõe uma conexão mais profunda com a experiência alimentar, permitindo que cada pessoa possa perceber suas sensações físicas, emocionais e psicológicas durante a refeição”, explica a nutricionista Priscilla Vogt (@priscillavogt_nutricionista), que tem especialização em Nutrição Clínica, Comportamento Humano e Alimentar.

 

 

Comer com atenção, sem o celular na mão e focando no ato de alimentar-se ajuda a entender o que é a fome física e o que é a fome emocional, quando procuramos a comida motivados por emoções ou sentimentos; isso pode levar a diversos comportamentos como comer em excesso ou usar a comida como forma de recompensa. Saiba mais sobre mindful eating e como ela pode ajudar a ter mais saúde física e mental:

 

 

Benefícios de comer com atenção plena

“Comer com atenção plena vai além de uma mudança no comportamento alimentar, proporcionando vantagens significativas para a saúde física, emocional e psicológica“, afirma a nutricionista Priscilla Vogt. Entre os benefícios de se alimentar sem distrações, prestando atenção ao ato de comer, a profissional cita:

 

 

  • melhora no controle do peso;

 

  • redução do comer emocional;

 

  • aumento da satisfação com a comida;

 

  • melhora na digestão e absorção dos nutrientes, promoção de uma relação mais saudável com a comida;

 

  • aumento da consciência corporal.

 

 

Como comer com atenção pode ajudar a emagrecer

Priscilla explica que comer com atenção plena permite que a pessoa esteja mais consciente dos sinais de fome e saciedade do corpo: “Ao ouvir esses sinais, é possível evitar comer em excesso, o que pode ajudar na manutenção ou na perda de peso de forma mais equilibrada e natural, sem recorrer a dietas restritivas ou comportamentos alimentares compulsivos”.

 

 

Além disso, o mindful eating auxilia na identificação de gatilhos emocionais e permite que a pessoa desenvolva outras estratégias para lidar com suas emoções, sem recorrer automaticamente à comida como forma de alívio.

 

 

A prática do mindful eating envolve transformar o simples ato de comer em uma experiência consciente, prazerosa e equilibrada, por meio da atenção plena no momento presente.

 

 

Como colocar o mindful eating em prática no dia a dia

A prática envolve a adoção de atitudes e hábitos que nos ajudam a estar mais presentes durante as refeições, prestando atenção plena no momento de comer. Confira algumas das práticas recomendadas pela nutricionista para implementar o mindful eating no dia a dia:

 

 

  • Desconecte-se das distrações:evite comer na frente da TV, celular, computador ou enquanto realiza outras atividades;

 

  • Preste atenção ao sabor e às sensações: antes de dar a primeira mordida, observe a aparência, a cor, o cheiro e a textura da comida;

 

  • Coma devagare mastigue bem;

 

  • Tente reconhecer os sinais de fome e saciedade: pergunte-se: “Estou realmente com fome ou estou comendo por outro motivo, como estresse ou hábito?”;

 

  • Elimine o julgamento sobre a comida, em vez de julgar os alimentos como “bons” ou “ruins”.

 

Fonte: Globo

Diga adeus ao excesso de açúcar: confira dicas para controlar a vontade de comer doce

Quando a vontade de comer doce chega, é difícil segurar, não é? Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os açúcares adicionados não ultrapassem 10% das calorias diárias e, idealmente, fiquem abaixo de 5% para benefícios extras à saúde. Os açúcares naturais, encontrados em frutas, leite e vegetais, não entram nessa equação, pois vêm acompanhados de fibras, vitaminas e minerais, ajudando no equilíbrio glicêmico.

 

 

Mas se você sente que precisa comer um doce todos os dias, a nutricionista e produtora de culinária do Mais VocêDaniela Meira, mostra que isso não é necessário e apresenta algumas estratégias que podem ajudar.

 

 

Paçoca caseira — Foto: Receitas

 

 

Acrescente proteínas e fibras nas refeições  Esses nutrientes ajudam a manter a glicemia estável e reduzem os picos de fome por açúcar.

 

 

  • Proteínas:1,2 a 2 gramas por quilograma de peso por dia. Algumas opções são ovos, peixes, frango, tofu, iogurte natural, entre outros.

 

  • Fibras:25 a 38 gramas por dia. São opções: aveia, chia, linhaça, vegetais, leguminosas, entre outras.

 

 

Durma bem — A privação de sono aumenta o desejo por carboidratos e doces, pois desregula hormônios como a grelina, que estimula o apetite, e a leptina, responsável pela saciedade.

 

 

Frango ao molho de laranja — Foto: Receitas

 

Beba mais água — Muitas vezes, a vontade de comer doce pode ser confundida com desidratação, visto que a falta de água no organismo pode gerar sinais que o corpo interpreta como fome. A recomendação geral é de 35 mililitros por quilograma de peso por dia.

 

 

Invista em alimentos naturalmente doces — Frutas e outras opções naturais podem satisfazer o paladar sem os prejuízos do açúcar refinado, como:

 

 

  • Frutas frescas:3 a 5 porções por dia (banana, manga, uva, maçã).

 

  • Tâmaras ou ameixas secas:até 2 unidades por dia.

 

  • Chocolate amargo (mínimo 70% cacau): até 10 gramas por dia.

 

 

Pratique técnicas de relaxamento  Exercícios físicos, meditação e respiração profunda ajudam a reduzir o estresse sem a necessidade de recorrer ao açúcar. É recomendado um mínimo de 150 minutos por semana. Alguns bons exemplos são musculação, caminhada, yoga, entre outros.

 

 

Evite restrições extremas — Cortar o doce radicalmente pode aumentar a compulsão. O ideal é equilibrar o consumo dentro da rotina alimentar.

 

 

O desejo por doces tem tanto um fator fisiológico quanto emocional. Entender essa relação e aplicar estratégias saudáveis pode ajudar a reduzir a vontade de açúcar sem gerar estresse. Mas, é claro, isso não significa abrir mão de um doce de vez em quando — o segredo está no equilíbrio e na moderação.

 

Fonte: Globo