Lichia: descubra benefícios, como consumir e armazenar a fruta

A lichia é um alimento que aparece em várias receitas e você sabe quais são os benefícios da lichia? Como a fruta deve ser consumida e armazenada? Para tirar essas e outras dúvidas, conversamos com a nutricionista Daniela Meira, que também lidera a produção do quadro de culinária do Mais Você.

 

 

De acordo com o site do Sebrae, a lichia é considerada uma fruta exótica no Brasil: “Tem como destino o mercado ‘in natura’, pois alcança altos preços nos principais mercados. Não há empresas no país processando a fruta, devido ao baixo volume disponível”, informa o portal oficial da entidade.

 

 

Veja como preparar um drink com lichia

 

 

Com essas informações, vamos conhecer um pouco mais sobre as características da fruta? Confira os benefícios da lichia e outras informações sobre este alimento:

 

 

1) Quais os principais benefícios da lichia?
Daniela Meira: 
A lichia é rica em vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, e possui antioxidantes, que ajudam a combater o envelhecimento precoce. Ela também contém fibras, que melhoram o funcionamento do intestino, e tem poucas calorias, sendo uma ótima opção para quem busca um lanche leve e refrescante.

 

 

2) Como consumir a lichia para aproveitar melhor as propriedades da fruta?
Daniela Meira: 
O ideal é consumir a lichia fresca e madura, assim você garante o máximo de nutrientes. Evite adicioná-la a receitas com muito açúcar ou calor excessivo, como doces e compotas, pois isso pode reduzir seus benefícios.

 

 

3) A lichia ajuda no processo de emagrecimento?
Daniela Meira: 
A lichia pode ajudar de forma indireta, pois é uma fruta pouco calórica e rica em água, o que contribui para a hidratação e a saciedade. Porém, não existe nenhum alimento que, sozinho, seja responsável pelo emagrecimento. O equilíbrio da dieta como um todo é o mais importante.

 

 

4) A lichia pode ser congelada? Qual a melhor forma de armazenamento?
Daniela Meira: 
Sim, a lichia pode ser congelada! Para isso, retire a casca e a semente, deixando apenas a polpa. Coloque as polpas em potes ou saquinhos próprios para congelamento. Assim, ela pode durar até 6 meses no freezer, mantendo o sabor e boa parte dos nutrientes.

 

5) Existe alguma contraindicação para o consumo da lichia?
Daniela Meira: 
A lichia é segura para a maioria das pessoas, mas, em excesso, pode causar desconfortos estomacais por conta de suas fibras e acidez. Além disso, pessoas com alergias alimentares ou sensibilidade a frutas tropicais devem ter cuidado e consultar um nutricionista em caso de dúvidas.

 

 

Fonte: Globo

Biomassa de banana verde como alimento funcional: preparo, utilização e benefícios

A banana é uma espécie de fácil propagação e manejo, sendo um dos frutos mais produzidos e consumidos no mundo.

 

Fonte de vitaminas, minerais e compostos fenólicos, é um alimento muito importante na dieta dos brasileiros.

 

A parte mais consumida da banana é a polpa. Já as cascas, que representam 30% a 40% do fruto, são descartadas, mesmo sendo ricas em nutrientes e, principalmente, em fibras.

 

Além disso, a banana verde, considerada uma Planta Alimentícia Não Convencional (PANC), é pouco utilizada.

 

Biomassa de banana verde

 

A biomassa é um alimento funcional produzido a partir da polpa da banana ainda verde e possui alto teor de amido resistente.

 

Trata-se de um tipo de carboidrato que não é digerido e, quando chega ao intestino, serve de alimento para bactérias benéficas da microbiota intestinal, fornecendo vários benefícios.

 

Quando a banana amadurece, o amido resistente se transforma em açúcar (glicose, frutose e sacarose) que é facilmente absorvido pelo corpo.

 

Por isso, que a banana madura é mais doce, e possui cor e sabor bem característicos, mas perde parte das propriedades funcionais presentes na fruta verde.

 

A biomassa de banana verde é um alimento funcional

Benefícios da biomassa

 

Regulação intestinal: O amido resistente alimenta bactérias boas, melhora o trânsito intestinal, previne constipação e alguns tipos de câncer;

 

Controle glicêmico: Auxilia na liberação mais lenta da glicose, ajudando no controle do diabetes;

 

Saciedade: Rica em fibras, prolonga a sensação de saciedade e auxilia no gerenciamento do peso;

 

Saúde cardiovascular: Ajuda a reduzir o colesterol LDL e protege o coração.

 

Por ser um ingrediente natural, acessível e de grande valor nutricional, a biomassa de banana verde é uma excelente alternativa para enriquecer a dieta de forma saudável.

 

Critérios na hora da compra

 

Para preparar uma biomassa de banana verde de qualidade, é essencial observar alguns critérios importantes na escolha da fruta:

 

  • banana deve estar totalmente verde, sem manchas amareladas e sinais de amadurecimento, pois é quando o amido resistente está mais concentrados;

 

  • Escolha bananas com casca íntegra, sem cortes ou rachaduras;

 

  • Banana-nanica e banana-prata são as mais usadas para fazer biomassa, mas outras variedades podem ser escolhidas;

 

  • Se possível, opte por bananas orgânicas, agroecológicas ou de produtores locais;

 

  • Prefira as recém-colhidas para garantir a qualidade da biomassa.

 

Como preparar e onde utilizar

 

A biomassa de banana verde pode ser utilizada na preparação de vários pratos doces e salgadas, como pães, bolos, biscoitos, massas, maionese, patês, sucos e sorvetes. Ela não altera o gosto ou o aroma das receitas, pois tem sabor neutro.

 

Já a farinha de banana verde (FBV) tem uma ampla aplicação na produção de alimentos, especialmente na panificação.

 

Quer saber o passo-a-passo de como fazer a sua, acesse

 

preparação é versátil que pode ser facilmente incorporado a receitas do dia a dia, como:

 

Espessante natural: dá consistência a sopas, molhos, cremes e caldos;

 

Em sobremesas: enriquece a preparação de mousses, pudins ou molhos brancos;

 

Bases para massas: bolos, pães e tortas;

 

Bebidas: serve para dar uma textura mais cremosa em sucos, vitaminas ou smoothies;

 

Enriquecimento de preparações: purês e recheios.

 

O brigadeiro com biomassa é feito com ingredientes nutritivos e possui diversos benefícios

Uma maneira prática de incorporar a biomassa de banana verde ao dia a dia é adicioná-la ao feijão cozido.

 

Depois de temperado, adicione a biomassa diluída e deixe ferver. Ela deixará o caldo do feijão mais encorpado.

 

casca da banana verde também possui um sabor neutro, tornando-se uma ótima opção para receitas como, a Carne louca de casca de banana (casca louca) e outras preparações criativas.

 

Além disso, é possível aproveitá-la integralmente, incluindo a casca, no preparo da biomassa. Neste caso, pode ocorrer uma leve alteração na coloração e na consistência do produto final.

 

Como armazenar 

 

●       Na geladeira: Guarde a biomassa em recipiente bem fechado e consuma em até 5 dias. Lembre-se de etiquetar os recipientes com a data de preparo para controlar o prazo de validade;

 

●       No congelador: coloque em formas de gelo ou divida em pequenas porções para facilitar o uso;

 

Porções de biomassa de banana verde podem ser congeladas por até 30 dias
●       Descongelamento: Retire a porção desejada do congelador e aqueça em banho-maria, mexendo bem para recuperar a textura. Caso seja necessário, bata com um pouco de água quente, para retornar a textura original.

 

Receitas

 

Fácil de preparar e cheia de benefícios, a biomassa é uma ótima opção para inovar na alimentação, e cuidar do bem-estar de forma natural e funcional.

 

Por isso, o Alimente-se bem apresenta a seguir receitas adaptadas que utilizam a biomassa.

 

Patê de biomassa de banana verde (Bionese)

 

Brigadeiro com biomassa

 

Prepare, experimente e compartilhe o conteúdo!

 

Fonte: Alimente-se Bem

Figo: conheça os benefícios da fruta rica em fibras e controladora de apetite

“Uma fruta superversátil, nutritiva, saborosa e que pode fazer parte do seu dia a dia”. Desta maneira, a nutricionista Clara Amélia define o figo, ao listar os benefícios do alimento. Pós-graduanda em Nutrição Esportiva e Saúde da Mulher, Clara ensina como armazenar o figo, e dá dicas sobre a maneira mais benéfica de consumir a fruta.

 

 

Quais os benefícios do figo na alimentação?

Ao começar a enumerar os benefícios do figo, ela destaca o poder da fruta, que ajuda a prevenir doenças: “Entre os diversos benefícios do figo, a gente pode começar destacando a sua ação antioxidante. Isso porque o fruto contém compostos bioativos como flavonóides, carotenóides, que auxiliam a combater os radicais livres, então eles protegem a célula e reduzem o risco de doenças crônicas, como, por exemplo diabetes, hipertensão, câncer”.

 

 

A nutricionista também sublinha a grande quantidade de fibras presentes na fruta: “Além disso, o figo contém uma boa quantidade de fibras, então ele tem uma ação prebiótica, ajudando e auxiliando no funcionamento intestinal, reduzindo as chances de você ter uma constipação”, ela pontua.

 

 

Por fim, Clara Amélia completa: “Fora os diversos minerais presentes no fruto como o magnésio, potássio, cálcio que são essenciais para sua saúde, em geral”.

 

 

 

Como consumir a fruta?

E qual a maneira mais adequada para consumir o figo? A nutricionista responde: “Não só o figo, como qualquer outra fruta a gente deve dar preferência ao padrão ouro de consumo: in natura. Isso porque a gente consegue aproveitar todos os benefícios, todas as propriedades que ela tem a nos oferecer”.

 

 

Com relação às frutas desidratadas, Clara Amélia faz uma ponderação: “A partir do momento que a gente desidrata uma fruta, a gente aumenta a concentração de açúcar e o valor calórico, além de perder alguns benefícios e propriedades também. Se for consumir, prefira sempre in natura”.

 

 

 

Pode auxiliar no emagrecimento?

Como já pontuamos, emagrecer depende de uma série de fatores, entre eles, o equilíbrio é uma palavra adequada para quem busca reduzir o peso. Sobre o fato de o figo ajudar a emagrecer, Clara Amélia diz: “Indiretamente, sim, porque a fruta tem um teor de fibra considerável. Isso promove saciedade, controla o apetite por mais tempo. Ela também tem um baixo teor de calorias, então, para quem quer perder, ou manter peso, a fruta pode ser uma opção bacana”.

 

 

A nutricionista, porém, alerta sobre o consumo: “Figo é uma fruta fonte de potássio, então pessoas com doença renal crônica têm que ter muito cuidado, sempre conversar com médico, ou nutricionista antes do consumo. Na verdade não só do figo, como de qualquer fruta fonte de potássio. Fora isso, não há nenhuma contraindicação”.

 

 

Como armazenar figo?

Por ser uma fruta bastante delicada, Clara Amélia explica como deve ser o armazenamento do figo: “Pode ser congelado, o ideal seria o consumo in natura, mas eu reconheço que é muito difícil encontrar.

 

Isso porque a maior produção é na região Sudeste do Brasil, e ela é uma fruta muito delicada. Então, para possibilitar esse transporte para outras regiões, naturalmente a fruta já passa por um processo de resfriamento, justamente para aumentar a conservação”, ela destaca.

 

 

“Caso você adquira, o ideal seria manter neste processo de armazenamento dentro da geladeira, para você conseguir consumir por mais tempo”, finaliza a nutricionista.

 

 

Fonte: Globo

Alimentos funcionais: saiba como eles aumentam o bem-estar e previnem doenças

Os alimentos funcionais e os chamados superfoods estão ganhando cada vez mais espaço na alimentação. Muito mais do que nutrição básica, esses alimentos previnem doenças e melhoram a qualidade de vida. “Além de fornecerem nutrientes, os alimentos funcionais oferecem benefícios metabólicos e fisiológicos que ajudam na manutenção da saúde e na prevenção de doenças crônicas“, esclarece Mariana Klein Moreira, nutricionista e tutora do curso de Nutrição da Cruzeiro do Sul Virtual.

 

 

De acordo com o Ministério da Saúde, os alimentos funcionais desempenham um papel potencialmente benéfico na redução do risco de doenças crônicas degenerativas, como câncer e diabetes, dentre outras. Chia, cúrcuma, spirulina e kefir são alguns exemplos de superfoods que têm ganhado destaque pelo alto teor de vitaminas, minerais e outros compostos bioativos, conforme explica a nutricionista, que sugere:

 

 

“Integrar esses alimentos na rotina não precisa ser complicado. Um smoothie com spirulinasaladas com chia ou temperos à base de cúrcuma são formas simples e eficazes de aproveitar os benefícios dos alimentos funcionais.”

 

 

A presença de fibras e antioxidantes nesses alimentos é importante para a microbiota intestinal, que desempenha um papel fundamental na saúde imunológica:

 

 

“Em períodos de alta incidência de doenças virais, consumir superfoods regularmente pode aumentar a resistência corporal e proteger contra infecções. Ademais, eles atuam como antioxidantes e anti-inflamatórios, ajudando no funcionamento do organismo e a fortalecer o sistema imunológico.”

 

 

Além de promoverem o bem-estar, os superfoods também auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico. De acordo com Marina Klein Moreira, esses alimentos ajudam a combater a fadiga, melhoram a capacidade cognitiva e o humor, aceleram o metabolismo e, até mesmo, aumentam a longevidade.

 

 

Esses alimentos se diferenciam dos convencionais porque atuam diretamente nos processos metabólicos e fisiológicos. “Porém, para que sejam eficazes, precisam fazer parte de uma dieta balanceada e variada, com diferentes grupos alimentares e muitas cores no prato”, recomenda a especialista em alimentação.

 

 

Contudo, a nutricionista avisa que não existe alimento milagroso, por isso, é importante manter uma rotina equilibrada e praticar exercícios regularmente.

 

 

Fonte: Globo

Kefir: saiba o que é, como usar e conheça os benefícios

Kefir é um conjunto de bactérias boas e leveduras que faz bem à saúde. Esse conjunto é chamado de probiótico. Os benefícios do kefir incluem melhora da imunidade e melhora do funcionamento do intestino. Os grãos desse probiótico têm baixo teor de carboidrato e ainda ajudam no emagrecimento, conforme a nutricionista Mariana Ferri.

 

 

O kefir pode ser cultivado em casa e é alimentado através de bebidas, para, assim, se multiplicar. O kefir de água é alimentado com açúcar mascavo e água mineral. Outra maneira de alimentar os grãos do kefir é usando leite pasteurizado ou bebida vegetal, como leite de coco, ou leite de amêndoas, para quem é intolerante ou alérgico à proteína do leite comum.

 

 

Como cultivar kefir em casa

 

 

O kefir dificilmente será encontrado em lojas e supermercados. O costume, que é uma tradição milenar, é doar os grãos conforme eles vão se multiplicando. Quanto mais quente a temperatura estiver, mais o kefir vai se proliferar por causa de sua fermentação.

 

 

Para cultivá-lo em casa com leite, Mariana Ferri orienta o seguinte passo a passo.

 

 

  • Coloque o kefir em um pote de vidro esterilizado. Evite usar objetos metálicos para que o gosto do kefir, que é muito ácido, não seja transmitido.

 

  • Acrescente leite pasteurizado. O ideal é não usar leite em pó ou leite longa vida.

 

  • Depois, cubra o recipiente com um pano mais fino – ou fraldinha de bebê – e um elástico.

 

 

  • Deixe o pote em um ambiente em que você não vai mexer com frequência, como no canto da cozinha. Você até pode deixar o recipiente na geladeira, mas a nutricionista alerta que, assim, o kefir vai demorar mais tempo para se multiplicar.

 

  • Depois de dois dias, o seu kefir estará parecendo com uma coalhada. A partir daí pode-se fazer uma vitamina com os grãos. Caso prefira fazer iogurte, Mariana Ferri sugere que os grãos sejam cultivados por pelo menos cinco dias.

 

 

  • Mas atenção: se recebeu kefir de água, ele deve ser alimentado da mesma maneira. “Não adianta pegar os grãos do kefir de água e misturar com leite para fazer kefir de leite. O kefir de água se alimenta do açúcar mascavo. O kefir de leite se alimenta da lactose”, explica a nutricionista.

 

 

Do kefir de leite pode-se produzir iogurte, vitaminas, pastinhas e patê. Do kefir de água pode-se fazer sucos. O sabor será um pouco mais ácido por causa de suas propriedades e características.

 

 

No entanto, o kefir é sensível e não tolera altas temperaturas. “O ideal é que você não aqueça. Os lactobacilos do kefir são muito sensíveis à temperatura. Então, eles morrem”, avisa a especialista em alimentação.

 

 

Caso não queira fazer nenhuma receita com o kefir, consuma-o com frutas, mel e granola.

 

 

Fonte: Globo

Alimentos que curam: veja o que comer para acelerar a cicatrização de feridas

Se você se machucou e quer que a pele se recupere mais rápido, a boa notícia é que a alimentação pode ajudar! Ela desempenha um papel fundamental, porque fornece os nutrientes necessários para a reparação dos tecidos. Shauana Rodrigues, nutricionista e tutora do curso de Nutrição da Cruzeiro do Sul Virtual, garante que uma dieta equilibrada, rica em proteínas, vitaminas e minerais, pode acelerar o processo.

 

 

Por outro lado, uma alimentação pobre em nutrientes pode atrasar o processo e aumentar o risco de complicações. O consumo excessivo de açúcar e ultraprocessados pode favorecer inflamações, comprometendo a resposta imunológica e dificultando a recuperação.

 

 

Alimentos recomendados para o processo de cicatrização

Os mais indicados são alimentos ricos em proteína, vitaminas e minerais, que ajudam na resposta inflamatória do organismo. Para a síntese de colágeno e reparação celular, fontes de proteína como carnes magras, ovos, leite e derivados, além de leguminosas como feijão e lentilha são essenciais.

 

 

Frutas e vegetais ricos em vitamina C, como laranja, acerola, kiwi, morango, pimentão e brócolis, ajudam a estimular a produção de colágeno e atuam como antioxidantes, protegendo as células contra o estresse oxidativo. O zinco, presente em carnes, frutos do mar, sementes e oleaginosas, é essencial para a divisão celular e a renovação dos tecidos.

 

 

Para a formação da pele e das mucosas, alimentos ricos em vitamina A, como cenoura, abóbora, manga e fígado, são grandes aliados. Já os alimentos fontes de ômega-3, como salmão, sardinha, chia, linhaça e nozes, possuem efeito anti-inflamatório, favorecendo a recuperação do organismo. O ideal é priorizar uma alimentação mais natural e balanceada durante esse período, garantindo um aporte adequado de nutrientes essenciais para a regeneração e recuperação da pele.

 

 

Alimentos que devem ser evitados no processo de cicatrização

 

 

  • Açúcar e ultraprocessados, como refrigerantes, doces, fast food e biscoitos industrializados, aumentam a inflamação e dificultam a resposta do organismo à regeneração.

 

  • Frituras e embutidos, como salsicha, linguiça, salame e bacon, são ricos em gorduras saturadas e trans, prejudicando a circulação e podendo dificultar o transporte de nutrientes para os tecidos lesionados.

 

 

  • Álcool pode comprometer a absorção de vitaminas e minerais essenciais para a cicatrização, além de enfraquecer o sistema imunológico.

 

 

Como a hidratação influencia no processo de cicatrização

 

 

hidratação desempenha um papel fundamental, pois a água é responsável pelo transporte de nutrientes para as células, auxilia na renovação dos tecidos e mantém a pele hidratada. Quando o organismo está desidratado, o fluxo sanguíneo para as regiões afetadas é reduzido, dificultando a recuperação. Para garantir uma cicatrização eficiente, é essencial manter uma ingestão adequada de líquidos, priorizando água, chás sem açúcar e sucos naturais.

 

 

— Sinais como pele ressecada, redução na produção de urina e cansaço excessivo podem indicar um consumo insuficiente de líquidos, tornando ainda mais importante manter uma hidratação constante ao longo do dia – afirmou a nutriconista.

 

 

Mel e babosa realmente ajudam na cicatrização?

 

 

O mel e a babosa possuem propriedades que podem auxiliar na cicatrização de feridas quando aplicados diretamente na pele, mas seu uso requer cautela. O mel é amplamente estudado por suas propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias e antioxidantes, sendo utilizado em alguns contextos clínicos para tratar queimaduras e úlceras cutâneas.

 

 

No entanto, Shauna Rodrigues ressalta que o uso caseiro não é recomendado. O mel não é estéril e pode conter microrganismos que aumentam o risco de infecção, diferentemente das versões medicinais utilizadas em ambiente hospitalar.

 

 

Já a babosa contém compostos bioativos que estimulam a regeneração celular e auxiliam na hidratação da pele, sendo tradicionalmente utilizada em queimaduras leves e pequenas lesões.

 

 

No entanto, seu uso em feridas abertas requer precaução, pois pode, em alguns casos, retardar a cicatrização ou causar reações adversas, como irritação cutânea. Além disso, há risco de contaminação durante a manipulação da planta, especialmente se não houver higienização adequada. Algumas variedades de Aloe vera também contêm substâncias irritantes que podem ser prejudiciais em contato direto com a pele lesionada.

 

 

Portanto, embora tanto o mel quanto a babosa apresentem propriedades benéficas, o ideal é que qualquer tratamento para feridas, especialmente as mais extensas, seja realizado sob orientação profissional para evitar complicações.

 

 

Fonte: Globo

Tâmara: conheça os benefícios, cuidados no consumo e como armazenar

As tâmaras são associadas nas festas de fim ano como símbolo de celebração e sorte. Embora muitas pessoas as consumam de maneira casual nas confraternizações dessa época, pouco se sabe sobre os diversos benefícios nutricionais que elas oferecem.

 

Conversamos com o nutricionista e professor do curso de Nutrição da UNINASSAU Olinda, Flávio Albuquerque para conhecermos os benefícios da tâmaraConfira!

 

 

O que é tâmara?

A tâmara é uma fruta naturalmente adocicada, que pode ser consumida in natura, seca ou cristalizada. Além disso, é um excelente ingrediente para diversas receitas, como doces, bolos, vitaminas, bebidas, sobremesas e até alguns pratos salgados. Por ser uma fruta, possui ação antioxidante e anti-inflamatória, além de conter fibras que auxiliam no bom funcionamento do intestino.

 

 

Tâmara recheada com nozes e gorgonzola — Foto: Ana Maria Braga

 

 

Quais os benefícios da tâmara?

A tâmara é rica em nutrientes, como vitaminas, minerais e compostos bioativos, que favorecem a imunidade, promovem o rejuvenescimento e aumentam a disposição. Por conter carboidratos, auxilia na produção de energia celular, além de contribuir para a saúde da pele, do cérebro e do coração, e ajudar a reduzir os níveis de colesterol ruim.

 

 

Delícia de tâmara e chocolate do Alma de Cozinheira — Foto: Globo

Quem tem diabete pode comer tâmara?

Indivíduos diabéticos devem ter cautela no consumo dessa fruta, pois ela possui uma alta quantidade de açúcar. No entanto, com o acompanhamento de um nutricionista, é possível ajustar seu consumo de forma segura.

 

E qual seria a quantidade ideal? De modo geral, a porção de 6 tâmaras por dia é suficiente, conforme apontam diferentes estudos. A fruta pode ser encontrada em estabelecimentos que vendem produtos naturais, tanto na versão com caroço quanto sem caroço, sem que isso interfira em sua composição nutricional.

 

 

Fonte: Globo

Dicas para sentir menos fome durante a dieta para emagrecer

Fazer dieta de emagrecimento pode ser uma tarefa difícil para muita gente, principalmente por causa da fome que ela pode causar, mas, com o passar dos dias, isso vai melhorando. “O organismo tende a se acostumar com a dieta ao longo do tempo, e isso pode ocorrer de várias maneiras, tanto no nível fisiológico quanto psicológico”, afirma a nutricionista Priscilla Vogt, que tem Especialização em Comportamento Humano e Alimentar.

 

Priscilla explica que a redução do consumo de alimentos que antes eram consumidos com frequência pode aumentar o desejo por esses alimentos, criando uma sensação de fome emocional ou psicológica.

 

De acordo com a nutricionista Evelyn Teles, com quem também conversamos sobre o assunto, “A fome emocional pode ser confundida com a fome fisiológica; a pessoa busca um alimento específico que remete a alguma situação prazerosa […] Trabalhar suas emoções e saúde mental é de grande valor no processo de emagrecimento“.

 

 

Algumas estratégias também podem ser utilizadas para sentir menos fome durante a dieta de emagrecimento. Confira o que disseram as nutricionistas:

Aumente o consumo de proteínas de origem animal ou vegetal

Como exemplos de proteínas de origem animal, temos a carne vermelha, peixes e ovos. Já as proteínas vegetais podem ser o feijão, a lentilha e o grão-de-bico. “[Esses alimentos] possuem aminoácidos essenciais, com papel de fornecimento de energia, e também ajudam na construção e manutenção do músculo. Porém, a proteína deve ser calculada na sua dieta de emagrecimento com orientação do nutricionista”, afirma Evelyn Teles.

Escolha gorduras de boa qualidade

“Alimentos como o abacate, oleaginosas e azeite de oliva ajudam a manter a saciedade por mais tempo, não permitindo que a fome se torne intensa”, explica a nutricionista Priscilla Vogt.

 

Esses alimentos devem estar inseridos dentro do plano alimentar recomendado pelo nutricionista, com quantidades individualizadas. O azeite, por exemplo, tem cerca de 120 calorias por colher de sopa, e suas calorias também devem estar calculadas na sua dieta.

Não se esqueça das fibras

“Consuma mais frutas e vegetais na sua totalidade, como a casca, bagaço e talos de folhas verdes. Assim, priorizamos as fibras presentes no alimento, gerando saciedade, além de estar neles presente a maior parte de vitaminas e minerais”, indica Evelyn.

Beba água

Você já deve estar cansado de ouvir essa orientação, mas está seguindo? A verdade é que muitas vezes esquecemos de nos hidratar corretamente ao longo do dia. A quantidade água necessária por dia pode variar de acordo com fatores fisiológicos individuais, alimentação, peso, atividade que a pessoa exerce etc.

 

A água é insubstituível para a hidratação, então, nem pense em trocá-la por refrigerantes zero açúcar, na tentativa de também ter mais saciedade durante a dieta: “[Os componentes dos refrigerantes zero] possuem alta palatabilidade e dão a sensação de querer consumir em grandes quantidades, causando prejuízos no processo de emagrecimento. Apesar de ser zero calorias, estas bebidas gaseificadas não possuem nenhum nutriente e benefício a nossa saúde“, explica Evelyn Teles.

 

Priscilla Vogt reforça a orientação: “A água é a principal estratégia e recomendação para a hidratação e controle da fome. Os chás e café, quando consumidos sem adição de açúcares ou adoçantes artificiais, são boas opções para variar e proporcionar um momento relaxante sem adicionar calorias significativas”.

 

Fonte: Globo

Ovo aumenta o colesterol? Ajuda a aumentar a massa muscular? Veja mitos e verdades

ovo é um alimento que gera muito debate quando o assunto é saúde, com diversos mitos e verdades sendo espalhados. Será que comer ovos todos os dias é prejudicial a saúde? É verdade que o ovo aumenta o colesterol? Conversamos com a nutricionista Jussara Pessôa, coordenadora da UNINASSAU Recife, campus Boa Viagem, para descobrirmos os mitos e verdades sobre o ovo. Confira!

 

 

 

MITOS SOBRE O OVO

 

 

Ovo aumenta o colesterol

Pesquisas científicas mostram que o consumo de ovos tem pouco impacto nos níveis de colesterol sanguíneo para a maioria dos indivíduos – embora a gema seja rica em colesterol. O colesterol que ingerimos através da alimentação tem influência relativamente pequena no colesterol sanguíneo em comparação ao colesterol produzido pelo fígado.

 

 

A clara do ovo é mais saudável que a gema

A clara e a gema do ovo têm perfis nutricionais diferentes e oferecem benefícios complementares. A clara é rica em proteínas, sendo praticamente livre de gorduras e colesterol, enquanto a gema contém vitaminas, minerais (ferro, fósforo, zinco e selênio) e antioxidantes.

 

 

O consumo de ovos todos os dias pode prejudicar a saúde

O consumo de até um ovo por dia está associado a diversos benefícios à saúde, sem aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares na maioria dos indivíduos. Os ovos são uma excelente fonte de proteínas, vitaminas (como B12 E D) e antioxidantes.

 

Sendo assim, o consumo de ovos todos os dias não prejudica a saúde. No entanto, pessoas com condições específicas, como hipercolesterolemia familiar ou risco elevado de doenças cardíacas, podem precisar moderar o consumo de ovos e devem seguir as orientações de um profissional de saúde.

 

 

O ovo marrom é mais nutritivo que o ovo branco

Não há diferença significativa no valor nutricional entre o ovo marrom e o ovo branco. A cor da casca é determinada exclusivamente pela raça da galinha. Tanto os ovos marrons quanto os brancos oferecem os mesmos nutrientes, como proteínas, vitaminas (A, D, B12), minerais (ferro, fósforo, selênio) e antioxidantes. Algumas variações de sabor ou textura que algumas pessoas percebem estão mais relacionadas à dieta e ao manejo das galinhas do que à cor da casca.

✅ VERDADES SOBRE O OVO

 

 

Comer ovos crus faz mal à saúde

É preciso evitar comer ovos crus devido ao risco de contaminação por Salmonella, bactéria que pode estar presente dentro do ovo ou na casca. A Salmonella pode causar infecções graves, resultado em sintomas como diarreia, febre, cólicas abdominais, entre outros. Além disso, o consumo de ovos crus reduz a absorção de nutrientes, como a biotina, vitamina importante para a saúde da pele, cabelo e metabolismo

 

 

Ovo é uma fonte de proteína de alta qualidade

O ovo contém todos os aminoácidos essenciais, aqueles que o corpo não consegue produzir. A clara do ovo é especialmente rica em albumina, proteína de fácil digestão e absorção. Além disso, o ovo também fornece outros nutrientes importantes, como vitaminas do complexo B, vitamina D, e antioxidantes.

 

 

Ovo cozido é mais saudável que o ovo frito

O modo de preparo é o que mais influencia nessa avaliação. O ovo cozido é preparado sem a adição de gorduras, como óleos ou manteiga, mantendo seu valor calórico mais baixo e evitando o consumo de gorduras saturadas ou trans que podem estar presentes em alguns óleos ou margarinas.

 

Por outro lado, dependendo do tipo e da quantidade de gordura utilizada, o ovo frito pode aumentar a ingestão calórica e o consumo de gorduras prejudiciais à saúde cardiovascular. Além disso, óleos vegetais podem sofrer oxidação em altas temperaturas, produzindo compostos potencialmente nocivos.

 

 

Comer ovo pode ajudar a aumentar a massa muscular

O alto teor de proteínas de qualidade é um aliado importante para quem busca ganhar massa muscular. O ovo contém todos os aminoácidos essenciais necessários para a síntese proteica, sendo considerado uma proteína de alto valor biológico.

 

A clara, em particular, é rica em albumina, proteína de fácil digestão e absorção, ideal para a recuperação e crescimento muscular. A gema também contribui com nutrientes importantes, como colina, vitaminas do complexo B e gorduras saudáveis, que auxiliam no metabolismo energético e no funcionamento muscular.

 

 

O ovo é bom para quem tem problemas de visão

Os antioxidantes encontrados na gema são carotenoides que se acumulam na retina, ajudando a proteger os olhos contra os danos causados pela luz azul e os radicais livres. Além disso, o ovo é uma boa fonte de vitamina A, essencial para a saúde da visão, especialmente para a adaptação da visão em ambientes com pouca luz.

 

 

Fonte: Globo