Jabuticaba: safra do mês e benefícios da fruta com a cara do Brasil

 

A jabuticaba (ou jaboticaba) é uma fruta da família das mirtáceas tipicamente brasileira, originária da Mata Atlântica, um dos maiores biomas do Brasil.

 

Seu nome deriva do tupi e pode ter dois significados: “gordura de jabuti” ou “frutas em botão” (devido à maneira como a jabuticaba cresce na árvore).

 

Ela faz parte do grupo de frutas nativas que já integravam a dieta dos povos indígenas antes da chegada dos colonizadores portugueses. Essas frutas conseguiram evitar a extinção por se propagarem espontaneamente no bioma e por se localizarem em áreas de difícil acesso para a agricultura moderna.

 

Produção e características

 

O Brasil é o principal produtor mundial de jabuticaba, com a maior concentração nos estados de Goiás, Paraíba, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 

O cultivo pode ser feito em hortas caseiras, pequenas fazendas e grandes pomares industriais.

 

A safra ocorre na primavera e no verão, com grandes quantidades de frutos de casca negra e polpa branca que crescem aglomerados no tronco e nos ramos das árvores.

 

As jabuticabas são consumidas in natura ou na forma de geleias, sucos, licores, aguardente, vinho e vinagre.

 

O fruto: casca escura e polpa branca com diversas substâncias importantes

Propriedades e benefícios

 

Na polpa da jabuticaba estão presentes ferro, fósforo, vitamina C e niacina, uma vitamina do complexo B. Já na casca temos pectina e peonidina, além da antocianina, o pigmento que dá a cor azul-arroxeada da fruta.

 

A antocianina possui forte ação antioxidante, ajudando a prevenir a formação de radicais livres. Segundo alguns estudos, pode auxiliar também no controle do nível de açúcar no sangue em diabéticos.

 

Por outro lado, a maior concentração da substância está na casca, assim recomenda-se a utilização integral em sucos, geleias e outras preparações.

 

Quando processada industrialmente, a jabuticaba gera um subproduto composto pela casca e o caroço, que além do alto valor nutricional (compostos fenólicos e fibras dietéticas) pode ajudar na regulação intestinal estimulando o crescimento da microbiota benéfica.

 

São muitos os motivos para aproveitar a fruta integralmente, além da redução de resíduos orgânicos.

 

Seleção, compra e armazenamento

 

Como escolher: a fruta deve estar firme, a cor brilhante e a casca lisa, sem rachaduras.

 

Como higienizar: a jabuticaba amadurece rapidamente, portanto lave apenas a quantidade que será consumida em água corrente. Para uma higienização completa, use uma solução de água e hipoclorito de sódio e enxágue bem para remover qualquer resíduo.

 

Como armazenar: o ideal é consumir imediatamente. Se não for possível, lave, seque bem e guarde na geladeira em recipiente fechado. Mas atenção: mesmo assim, a fruta não vai durar muito. A jabuticaba tem alto teor de açúcar e vai fermentar depois de madura.

 

Para prolongar a durabilidade, higienize, seque e espalhe em uma bandeja para congelar. Uma vez congeladas, coloque em um recipiente tampado e retorne ao congelador. Cuidado: só descongele se for consumir.

Geleia e suco: duas das muitas formas de consumir jabuticaba 

 

Consumo

A jabuticaba pode ser consumida de diversas maneiras, todas deliciosas. Confira:

  • Crua, na forma natural;
  • Sucos;
  • Geleias;
  • Bolos;
  • Em pó (como corante ou aromatizante) em iogurtes, vitaminas, pães e bolos.

 

Mas, lembre-se: para aproveitar de forma integral todos os benefícios da fruta, é recomendadosempre consumir a casca e a polpa. É na casca que está a maior parte das fibras e antioxidantes.

 

Para ajudar, o Alimente-se bem separou para você algumas receitas:

 

Filet mignon suíno com molho de jabuticaba

 

Manjar de jabuticaba

 

Geleia de cascas e sementes de jabuticaba

 

Smoothie de jabuticaba e banana

 

Curiosidades

 

• A cor da jabuticaba atrai os passarinhos, ajudando na dispersão das sementes e na perpetuação da espécie;

 

• A jabuticaba é o símbolo da cidade de Sabará, em Minas Gerais, há mais de 30 anos. A prefeitura concede 5% de desconto no IPTU por pé de jabuticaba. Também é possível alugar um pé da fruta para comer à vontade, e, em setembro, realiza-se o Festival da Jabuticaba.

 

Fonte: Sinta-se Bem / Sesi

Mercado Central de Minas Gerais é o ponto alto dos queijos, doces, , feijoada e muito mais

 

Com mais de 400 lojas, o Mercado Central é um dos pontos comerciais mais procurados de Belo Horizonte e recebe todos os dias da semana um público de todas as partes de Minas Gerais e do mundo, que consegue unir suas compras ao lazer e à diversão, percorrendo os corredores temáticos como o dos queijos, doce, artesanato, ervas, raízes, artigos religiosos, e as praças, como a da feijoada e a do abacaxi.

 

Lado a lado com bancas coloridas de hortifrutigranjeiros sempre frescos, o visitante dispõe de um completo estoque dos mais variados produtos típicos da culinária mineira. Dentre os produtos mais procurados estão a goiabadae o famoso queijo minas. Visitas Guiadas para Turistas, Moradores e Estudantes:

 

Para que turistas e belo-horizontinos tenham uma grande experiência cultural e usufruam do que Minas tem de melhor, o Mercado Central oferece o serviço de visitas guiadas por guias bilíngues, realizadas de segunda a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos e feriados, das 9h às 13h, para grupos de até 20 pessoas por vez.

 

O agendamento deve ser feito pelo e-mail mercadocentral.info@gmail.com. Já os estudantes de BH e região podem participar do Projeto “Consumidor do Futuro”. Nele, as instituições de ensino são recebidas no Mercado, para que os alunos conheçam esse centro comercial, turístico e cultural que é parte indispensável da história da cidade onde vivem.

 

As visitas são realizadas de segunda a sexta, às 8h30 e às 14h30, sendo atendidas até duas escolas por dia, uma por turno, com limite máximo de 50 alunos por visita. A atividade é gratuita e tem duração aproximada de 1h30. Com visitas guiadas por uma educadora, os alunos e professores participam de uma palestra, assistem ao vídeo institucional e, em seguida, fazem um agradável passeio pelos corredores do Mercado, sempre acompanhados por um monitor e um segurança.

Fonte: Governo MG

Inflação dos alimentos pressiona bares e restaurantes em dezembro

 

A alta registrada para o segmento de alimentação fora do lar em dezembro, medida pelo IPCA-15, superou a inflação geral, mas ficou abaixo dos 1,47% registrados para alimentos e bebidas e dos 1,56% da alimentação no domicílio.

 

No acumulado de 2024, o setor registrou inflação de 6,09%, enquanto a alimentação no domicílio avançou 8,75% e os alimentos e bebidas fecharam o ano com alta de 8%. Esses números destacam a pressão inflacionária enfrentada por bares e restaurantes.

 

Pesquisa da Abrasel em novembro mostrou que 32% dos empresários não conseguiram reajustar os preços de seus cardápios nos últimos 12 meses, mesmo com os custos crescentes de insumos como carne, óleo e energia elétrica. Esse cenário reforça os desafios do setor em equilibrar as margens de lucro e a competitividade.

 

No mês de dezembro, o índice geral de preços foi de 0,34%, com destaque para o grupo de alimentos e bebidas, impulsionado principalmente pela alimentação no domicílio. Apesar de uma alta menor, os reajustes na alimentação fora do lar mostram um esforço para limitar o impacto ao consumidor, ainda que isso aumente a pressão sobre os empresários.

 

“O impacto da inflação continua significativo, especialmente em itens básicos como os alimentos e bebidas, que compõem uma parte importante dos custos operacionais do setor. Neste contexto, queria destacar a decisão do governo de São Paulo em conter a alíquota de ICMS a 4%, em um momento de forte pressão de custos que passamos”, afirma Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.

 

“Os estabelecimentos evitam repassar aumentos para o cardápio, por medo de perder clientes, mesmo em um momento de alta na demanda, como é o final do ano. Ainda assim, estimamos que no estado esse aumento de ICMS terá um impacto de 1% a 2% no preço final ao consumidor”, completa.

 

O IPCA-15, divulgado pelo IBGE, é uma prévia da inflação oficial no Brasil. Ele mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços entre os dias 16 do mês anterior e 15 do mês de referência, abrangendo famílias com rendimentos entre 1 e 40 salários mínimos.

 

Esse índice funciona como um termômetro das pressões inflacionárias antes da divulgação do IPCA oficial, prevista para o início de janeiro.

 

Fonte: Abrasel

Ações para conscientizar e reduzir o desperdício de alimentos em casa

 

Todos os dias, toneladas de alimentos são desperdiçadas no mundo. Cerca de 13% da comida é perdida durante a cadeia de produção, que vai desde a colheita até chegar às prateleiras dos supermercados, segundo a FAO*, 2022.

 

Outro ponto, é que ao final dessa cadeia, aproximadamente 17% dos alimentos são desperdiçados em supermercados, restaurantes e domicílios (PNUMA**, 2021).

 

Com isso, em 2019, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu, em 29 de setembro, o Dia Internacional de Conscientização sobre a Perda e o Desperdício de Alimentos para incentivar às pessoas e os setores públicos e privados na criação de medidas que reduzam o descarte de alimentos.

 

Os vegetais são um dos alimentos mais desperdiçados

 

 

Para algumas pessoas, o desperdício de alimentos tornou-se um hábito, pois, a fim de aproveitar as promoções, elas compram mais do que precisam nos supermercados, e deixam frutas e vegetais estragarem em casa.

 

Em média, cada pessoa descarta 74 quilos de comida por ano (PNUMA, 2021). O dado indica que o desperdício de alimentos no nível do consumidor é um problema global significativo.

 

Ao descartar comida, também ocorre o desperdício de trabalho, investimento e recursos, como água, sementes, transporte e abastecimento que foram investidos na produção dos alimentos.

 

Essas questões aumentam os custos dos alimentos e a emissão dos gases de efeito estufa, o que agrava as mudanças climáticas.

 

Caminhos para minimizar o desperdício 

 

O desperdício de alimentos ocorre em toda a cadeia de produção

 

 

Em 2015, a Assembleia Geral das Nações Unidas, composta por 193 Estados-membros da ONU, definiram os Objetivos de Desenvolvimento Social (ODS) no âmbito social, ambiental, econômico e institucional.

 

No total, foram definidos 17 objetivos e 169 metas globais para serem atingidas até 2030, conhecida como “Agenda 2030”.

 

Já ODS 12, relacionado ao Consumo e Produção Sustentável, determina na terceira meta (12.3), a redução pela metade do desperdício de alimentos per capita global, nos níveis de varejo e consumo, bem como a redução das perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento.

 

Para isso, algumas alternativas são:

 

  • Introdução de novas tecnologias;

 

  • Soluções inovadoras;

 

  • Formas diferentes de trabalho e boas práticas para manter a qualidade dos alimentos e reduzir a perda e o desperdício.

 

Essas medidas podem ajudar a preservar e proteger os ecossistemas e recursos naturais, que são fundamentais para o crescimento dos alimentos.

 

O que podemos fazer

 

Para ajudar a reduzir o desperdício de alimentos, acompanhe algumas ações que podem ser feitas em casa:

 

Oito dicas para minimizar o descarte de alimentos em casa

 

1. Faça uma lista de compras

 

  • Compre apenas o que precisa e evite fazer estoques desnecessários.

 

2. Verifique a validade dos produtos

 

  • Na hora de cozinhar, dê prioridade para os alimentos que estão perto do vencimento;

 

  • No armário e na geladeira, coloque os produtos mais antigos à frente e os novos atrás.

 

3. Aumente a periodicidade das compras

 

  • Ir mais vezes ao supermercado ajuda a evitar os estoques desnecessários e o desperdício de alimentos, pois a compra será mais consciente.

 

4. Aproveite as promoções de forma estratégica

 

 

  • Substitua algum produto que consome no dia a dia pelo item em oferta.

 

  • 5. Acondicione os alimentos corretamente

 

  • Utilize recipientes adequados para armazenar os alimentos na geladeira, a fim de evitar a proliferação de bactérias e o desperdício.

 

6. Congele as sobras

 

  • Se não comer tudo o que preparou, congele para mais tarde ou utilize as sobras como ingrediente em outras refeições.

 

 

  • Diversas partes dos alimentos podem ser utilizadas nas preparações, como cascas, talos, folhas e sementes.

 

  • 8. Não descarte apenas pela aparência

 

  • Se algum alimento in natura apresentar aparência feia em algumas partes, corte-as e consuma o que sobrou.

 

O Alimente-se Bem incentiva o hábito do aproveitamento integral de frutas, legumes e verduras, e disponibiliza no site mais de 500 receitas que podem ser feitas com partes não convencionais dos alimentos.

 

Confira: Receitas

 

FAO*: Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

 

Fonte: Alimente-se Bem / SESI

Conheça 3 formas de preparar um chá mais nutritivo e receitas para variar

 

chá nasceu na China e é uma das bebidas mais consumidas no mundo, devido ao sabor, aroma e propriedades medicinais.

 

Atualmente, ele é apreciado em mais de 160 países, principalmente pelos asiáticos.

 

Seja para receber uma visita, beber sozinho ou substituir pelo café, a hora do chá pode se tornar um momento especial e mais nutritivo.

 

Para isso, o Alimente-se Bem ensinar 3 formas de preparo:

 

Infusão

 

O infusor é uma espécie de sachê
  1. Infusor 
  • Preencha a metade do infusor com a erva escolhida para que ela tenha espaço de se expandir;
  •  Aqueça a água. Quando começar a subir as primeiras bolhas, apague o fogo e não deixe ferver para a infusão ficar mais aromática;
  • Despeje na xícara sobre o infusor. Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos. Retire o infusor e deguste o chá.
  1. Infusão com ervas soltas
  • quantidade de erva colocada vai definir se a infusão ficará mais forte ou mais fraca. O ideal é utilizar de uma a duas colheres de chá para cada xícara.
  • Repita a forma de aquecimento da água feita com o difusor;
  • Despeje a água sobre a erva. Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos. Coe e deguste o chá.

 

Cozimento ou decocção

Chás ajudam a aliviar gripes e resfriados

 

Ao utilizar ervas soltas e partes mais resistentes de alimentos, como as cascas e raízes, a melhor forma de preparo é a decocção.

 

quantidade de erva vai determinar se a preparação ficará mais forte ou mais fraca. O indicado é usar entre uma e duas colheres de chá para cada xícara.

 

Para isso, ferva a erva com água por cerca de 10 minutos. Coe e deixe esfriar em uma temperatura agradável para beber.

 

Dica: Siga as orientações da embalagem e utilize água mineral filtrada para preparar.

 

Maceração

 

É o método em que as ervas são misturadas com água fria ou em temperatura ambiente, e depois maceradas. Assim, os nutrientes e o sabor são extraídos de forma mais suave.

 

Para isso, coloque as ervas secas em uma jarra ou recipiente de vidro. Despeje água fria, tampe e deixe as ervas de molho por cerca de 6 horas ou durante a noite.

 

Depois coe e, para dar um toque especial, adicione fatias de frutas, como limão ou laranja. Sirva ou coloque gelo para deixar mais refrescante.

 

Veja a seguir a ilustração desses métodos:

 

 

Receitas

 

Aproveite a estação fria para preparar um chá e reunir os amigos

Para variar no preparo de chás, o Alimente-se Bem separou quatro receitas:

 

Chá de cascas de maçã e laranja

 

Chá de gengibre e uva

 

Chá de frutas e ervas

 

Chá de morango aromático

 

Dicas para um consumo mais saudável

 

Para extrair melhor os nutrientes e o sabor, sejam na forma de infusão, decocção ou maceração, o ideal é:

 

 

 

  • Comprar a erva seca ou fresca;
  • Não adoçar ou se quiser, utilizar mel;
  • Não reaquecer;
  • Beber em até 24 horas.

Se gostou do conteúdo, compartilhe e aproveite as dicas para variar no preparo dos chás!

 

Fonte: Alimente-se Bem / Sei

Bares e restaurantes estão otimistas para o primeiro trimestre de 2025, aponta pesquisa da Abrasel

 

O setor de alimentação fora do lar começa 2025 com otimismo, conforme revela a pesquisa realizada pela Abrasel em dezembro. A maioria dos empreendedores (73%) espera um aumento nas vendas no primeiro trimestre do ano, comparado ao mesmo período de 2024.

 

No entanto, esse otimismo contrasta com os desafios enfrentados pelo setor em São Paulo, com o possível aumento da carga tributária previsto para janeiro do próximo ano e que promete triplicar o ICMS para bares, restaurantes e padarias. A medida, sinalizada pelo governador Tarcísio, deve aumentar o imposto de 3,2% para 12%, preocupa empresários e pode comprometer a recuperação de muitos negócios, ainda marcados pelas dívidas acumuladas durante a pandemia.

 

O presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, reitera que, para haver uma tendência de melhora para a saúde financeira do setor, é necessário que sejam adotadas estratégias para tornar o ambiente favorável. Decisões como o aumento do ICMS em São Paulo são apontadas como exemplos de medidas que impedem completamente a recuperação do setor e geram impactos negativos em toda a cadeia.

 

“Estamos diante de um cenário desafiador. Apesar da confiança no crescimento das vendas, o aumento do ICMS em São Paulo é uma medida que ameaça a sobrevivência de milhares de empresas. Essa decisão não apenas impactará os empresários, mas também os consumidores, que sentirão o aumento dos preços nos cardápios”, explica Solmucci.

 

Solmucci também faz um alerta sobre as consequências sociais dessa política tributária: “Triplicar o imposto em um estado como São Paulo, que concentra tantas empresas do setor, é como colocar uma âncora no caminho da recuperação econômica”.

 

Desafios no final de ano

 

Apesar do otimismo para os primeiros meses de 2025, a inflação continua sendo um desafio importante para o setor, com 32% dos entrevistados afirmando que não conseguiram reajustar os preços de seus cardápios nos últimos 12 meses. Para 60%, os reajustes foram realizados abaixo ou conforme a inflação, enquanto apenas 9% conseguiram realizar ajustes superiores à inflação. Esses números refletem a pressão constante sobre as margens de lucro, especialmente com o aumento nos custos de insumos essenciais como alimentos e energia. Esses resultados indicam que, mesmo com as projeções de que as festas e confraternizações de fim ano ajudem a elevar o faturamento, as empresas seguem enfrentando um desafio constante para se manterem de portas abertas, com dificuldade de equilibrar as contas a pagar e os impactos da inflação.

 

A pesquisa ainda mostra que o endividamento no setor continua elevado, com 39% das empresas enfrentando dívidas em atraso, entre elas, impostos federais (71%), impostos estaduais (48%), empréstimos bancários (35%), encargos trabalhistas e previdenciários (28%), serviços públicos como água, luz, gás e telefone (25%), taxas municipais (21%), fornecedores de insumos como alimentos e bebidas (20%), aluguel (19%), fornecedores de equipamentos e serviços (10%) e empregados (7%).

 

Fonte: Abrasel

Estadão publica caderno especial com estudo da FGV em parceria com Abrasel

O Jornal Estado de S. Paulo publicou, nO domingo (22), um caderno especial sobre o estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Abrasel, com um diagnóstico inédito do setor de alimentação fora do lar. O documento traz ainda o Plano de Restauração proposto pela entidade, com ações estratégicas que englobam transformações financeiras, tributárias e humanas. Clique na imagem e veja o material completo:

 

Fonte: Abrasel

5 crenças populares sobre a alimentação

 

Quem nunca ouviu dizer que manga com leite faz mal ou que mulheres não podem comer peixe após o parto?

 

A alimentação é um aspecto central da vida humana, envolvendo não apenas a nutrição, mas também cultura, tradições e, muitas vezes, desinformação.

 

Estamos cercados de crenças sobre a alimentação, transmitidas de geração em geração e baseadas em aspectos sociais, culturais e históricos.

 

Apesar do devido respeito ao legado e às tradições, o Alimente-se Bem tem o papel de combater a desinformação, pois nosso objetivo principal é transformar o conhecimento em uma ferramenta que promova escolhas mais conscientes.

 

Para isso, vamos rever 5 crenças alimentares e entender melhor o que há de verdade ou mito a seguir:

 

Leite com manga faz mal

 

A crença de que a combinação de manga com leite faz mal é um mito popular em várias regiões do Brasil e em outros países.

 

Sua origem pode ser atribuída a uma mistura de tradições culturais, práticas alimentares e interpretações de saúde.

 

Do ponto de vista da tradição, muitas culturas possuem tabus sobre misturar certos alimentos, frequentemente baseados em conceitos de “quente” e “frio” na medicina popular.

 

Por outro lado, estudos e pesquisas demonstram que essa crença foi disseminada no Brasil no período em que os senhores de engenho diziam às pessoas escravizadas que a mistura de leite com manga fazia mal.

 

Isso era puro interesse dos poderosos, pois como havia alta disponibilidade de manga pelo país e o leite, alimento muito valorizado na época, era transportado de um lado para outro, eles desestimulavam a combinação.

 

Entretanto, o que diz a ciência? Não há evidências que comprovem que a combinação de manga com leite seja prejudicial à saúde. Muitas pessoas consomem essa mistura sem problemas e até a utilizam em receitas, como vitaminas, sobremesas e sorvete.

 

  1. Peixe atrapalha a cicatrização

A crença de que o consumo de peixe pode prejudicar a cicatrização é bastante comum em algumas culturas regionais.

 

Essa ideia pode ter surgido da observação de que o peixe é um alimento leve e pode ser considerado “frio” na medicina popular, pois muitas pessoas acreditam que alimentos “frios” podem dificultar a cura de feridas.

 

Outros associam o “espinhaço” do peixe com a possibilidade de rompimento dos pontos da cirurgia cesariana.

 

Isso não passa de um mito, já que as espinhas geralmente são descartadas. Mesmo no caso de peixes menores, em que as espinhas são consumidas, pois o processo de digestão não permitiria que uma delas passasse pelas barreiras de tecidos e órgãos.

 

Do ponto de vista científico, o peixe é uma excelente fonte de proteínasômega-3 e nutrientes essenciais que podem, na verdade, ajudar no processo de cicatrização e diminuir o risco de inflamação tecidual.

 

Inclusive, alguns estudos já demonstraram que o ômega-3 possui propriedades anti-inflamatórias que podem favorecer a recuperação de lesões.

 

Leite materno: alimento completo composto em grande parte por água

 

  1. Leite materno pode “virar água”? 

 

A crença de que o leite materno pode “virar água” é uma superstição popular em algumas culturas, incluindo no Brasil.

 

Ela pode ser interpretada de diferentes maneiras e, geralmente, reflete preocupações sobre a qualidade do leite materno ou a saúde da criança.

 

O mito pode estar relacionado a observações de que, em certos contextos, os bebês parecem desidratados ou com fome, levand os cuidadores a acreditar que o leite não é nutritivo o suficiente.

 

leite materno é composto em grande parte por água, e sua coloração não é de um branco tão intenso quanto o leite de vaca, por exemplo. No entanto, possui todos os nutrientes necessários para o bebê.

 

Cientificamente, o leite materno é um alimento completo e sua composição é adaptada às necessidades da criança. Embora a alimentação e a desidratação da mãe possam afetar a produção de leite, o leite materno em si não “vira água”.

 

Em casos de dúvidas, procure orientação médica ou nutricional.

 

  1. Ovo crú cura ressaca

 

Em algumas culturas, há tradição de consumir ovos crus em bebidas ou receitas para ajudar a “curar” os efeitos do álcool. Essa prática é mais comum onde a cultura de beber é forte, em países como Irlanda e Nova Zelândia, entre outros.

 

Embora os ovos forneçam proteínas e outros nutrientes como vitaminas A e E, zinco, ferro, ácido fólico e selênio, cientificamente eles não possuem propriedades específicas que neutralizem os efeitos do álcool ou acelerem a recuperação da ressaca se consumidos crus.

 

Além disso, consumir ovos crus pode apresentar riscos à saúde, como a infecção por salmonela, uma bactéria que pode estar presente nos ovos e morre depois do aquecimento acima de 70 graus no centro do alimento. O equivalente a cerca de 7 a 10 minutos de cozimento ou quando sua gema fica completamente cozida.

 

Portanto, a maneira mais eficaz de lidar com a ressaca é a prevenção:

 

  • Moderar o consumo de álcool;

  • Estar bem alimentado e hidratado antes de iniciar o consumo de bebidas alcoólicas;

  • Beber água;

  • Consumir alimentos leves e nutritivos após a ingestão das bebidas;

  • O descanso também é fundamental para a recuperação.

 

Lembre-se: a busca constante por consumo de álcool pode tornar-se dependência química. Qualquer sinal de alerta deve ser acompanhado por médico, psiquiatra ou psicólogo. Fuja dos vícios!

 

O formato redondo das lentilhas lembra moedas e sugere prosperidade

 

  1.  Comer lentilha no fim do ano traz boa sorte

 

A crença de que comer lentilhas traz boa sorte está enraizada em várias culturas e tradições, especialmente em países como Brasil e Itália.

 

A superstição está associada na virada do ano novo, quando as lentilhas são consumidas, como símbolo de prosperidade e abundância.

 

Mas, por quê? Lentilhas são uma das leguminosas mais antigas conhecidas, cultivadas há milhares de anos. O formato redondo e pequeno simboliza moedas, o que indica riqueza e prosperidadeAssim, comer lentilhas representa o desejo de atrair riqueza para o próximo ano.

 

No Brasil, é comum a lentilha ser servida na ceia de Ano Novo. Muitas pessoas acreditam que comer lentilhas à meia-noite vai garantir sorte e fartura ao longo do ano. Junto às lentilhas, é comum consumir uvas, que também simbolizam sorte.

 

O Alimente-se Bem recomenda o consumo da lentilha, mas não somente no fim do ano, pois o alimento é fonte de fibrasproteínas e diversos outros nutrientes, como vitaminas do complexo B, potássio e ferro.

 

Fonte: Alimente-se Bem / SESO

Tradição de Natal, panetone ganha espaço na mesa dos brasileiros

 

Estamos a menos de uma semana para o Natal! Você piscou e o bom velhinho está de volta!  A data celebrada por milhões de pessoas ultrapassou as fronteiras religiosas para tornar-se um momento culturalmente querido e recheado de sabores inesquecíveis. E, entre tantas receitas, há um protagonista que reina absoluto nesta festa: o panetone. E a chegada dele nas prateleiras dos supermercados é um evento muito esperado pelos consumidores que anseiam pela atmosfera festiva.

 

A indústria alimentícia está otimista para a temporada de festas de fim de ano. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), o setor espera um crescimento de 3% a 5% no volume de vendas e 5% a 8% no faturamento de panetones em 2024. Este ano, as fabricantes desta delícia apostam em novos sabores, embalagens criativas e mais inovação em seus portfólios, que prometem agradar tanto os consumidores tradicionais quanto aqueles que buscam novas experiências.

 

Pensando nisso, a rede de Supermercados Comper está oferecendo diversas opções do famoso pão doce italiano nas prateleiras. Com uma variedade, que vai desde o tradicional com frutas cristalizadas, passando pelo limão-siciliano e doce de leite, até os recheados com muito chocolate, as marcas oferecem uma diversidade de sabores para atender a diferentes preferências. Um atrativo deste ano são as opções zero açúcar, sem lactose e sem glúten, além das caixas com personagens infantis.

 

O panetone também se estabeleceu como um presente popular, pois também encanta os consumidores pela variedade de tamanho e preço. A cliente do Comper Itanhangá, Renilda S. de Oliveira Taveira, resolveu parte da lista de presentes de Natal com panetone. “Esse ano até o marido vai ganhar um panetone de presente. O fim de ano está muito corrido e o chocotone é a alegria da casa. Então, marido, filhos e a neta vão ter um Natal bem docinho, com muito panetone”, revela sorrindo Renilda.

 

Até o dia 31 de dezembro as lojas do Comper estão com promoções especiais de panetone. Em Mato Grosso do Sul, a rede está presente em doze localidades, sendo onze lojas na capital e uma loja em Dourados. O Comper disponibiliza em Campo Grande a opção Delivery e a “Clique e Retire”, quando o mercado separa os produtos e deixa reservado para o cliente buscar. Basta acessar o site www.comper.com.br.

 

 

 

Sobre o Grupo Pereira

 

Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completou 62 anos de história em 2024. Atualmente, conta com 20 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

 

O Grupo Pereira tem 132 unidades de negócio, incluindo 31 lojas da rede de supermercados Comper, 65 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), 3 filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 25 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um Broker – distribuidor oficial da Nestlé  –, 5 agências de viagens e 2 postos de combustível. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros da Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 1 milhão de cartões emitidos, além de gift cards, seguros e assistência odontológica.

 

O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.

 

Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.

 

Fonte: Sato Comunicação