IST desenvolve hambúrguer vegano à base de banana verde

 

Mato Grosso do Sul é famoso pela produção de carne, mas alternativas diferentes surgem na esteira de inovações sustentáveis do Estado. Unir ciência, empreendedorismo industrial e estímulo levou o IST (Instituto Senai de Tecnologia) Alimentos, Bebidas e Sementes, localizado em Dourados, a desenvolver um hambúrguer vegano à base de biomassa de banana verde.

 

 

De acordo com a gerente do IST, Maria Carolina Silva Pego, o produto é mais do que um simples lanche saboroso e nutritivo. “É a concretização de uma ideia inovadora que uniu esforços e expertise para gerar um impacto positivo”, destacou.

 

 

Resultado de edital de Inovação, lançado pelo Senai, Sebrae e Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul), o projeto é uma proposta do empresário José Artur de Oliveira Viana que vislumbrou a oportunidade de transformar sua produção de banana verde em algo especial.

 

De Aquidauana, o empresário administra há 38 anos a Panificadora Viana. O negócio expandiu-se ao longo dos anos e chegou ao ramo da agricultura, mas especificamente da produção de banana. Até chegar ao hambúrguer, a fruta passou por doce e pela versão chip. Na forma de biomassa, tornou-se massa de coxinha e o ingrediente inusitado do suco de laranja comercializado no estabelecimento.

 

O edital de inovação se tornou a oportunidade perfeita para uma proposta mais ousada. “Percebemos uma forte tendência mundial das pessoas em buscar produtos mais salutares, com menos conservantes e naturais. É comprovado que o alto índice de doenças, muitas vezes, está ligado a má alimentação e nossa proposta do hambúrguer vegano é altamente nutritiva e saboroso”, destacou o empresário, que agora procura parceiros para alavancar a comercialização do produto.

 

 

A engenheira de alimentos do IST Nathalia Beatriz Cirilo Martins explica que a idealização até a finalização do hambúrguer verde foram dois anos. “Desde a pesquisa de soluções até a criação da fórmula ideal, passando pelo delineamento experimental, desenvolvimento do processo produtivo, testes de estabilidade e elaboração da tabela nutricional nossa equipe esteve presente em cada etapa”, relembrou.

 

Para conquistar os mais diversos paladares, o hambúrguer conta com uma composição única e possui base nutritiva rica em fibras e potássio, provenientes da biomassa de banana verde, e proteínas vegetais e ômega-3 da farinha de baru, que contribui para dar saciedade e bem-estar. O produto também contém farinha de arroz, óleo de coco e especiarias.

Festival Gastronômico de Pomerode será em julho (SC)

 

O Pavilhão de Eventos torna-se uma requintada vila gastronômica de inverno, com decoração intimista e música ao vivo. Doze restaurantes servem receitas inéditas baseadas em um tema escolhido a cada ano.

 

Data: 4 a 21 de julho de 2024

 

O clima é de festival, mas o atendimento é de restaurante: garçons, taças em cristal, louças e talheres de verdade, num ambiente único no Brasil.

 

Saiba mais em: www.instagram.com/festivalgastronomicopomerode

Festa do Morango de Atibaia e Jarinu começa neste sábado

 

Começa neste sábado, dia 29, a partir das 10h, uma das mais importantes festas da nossa região: a Festa do Morango de Atibaia e Jarinu, que completa 40 anos em 2024, valorizando sua tradição com venda e exposição de morangos, culinária típica e diversas atrações.

 

A festa

 

Serão quatro finais de semana de festa no Parque Duílio Maziero, no Campo dos Aleixos. Os visitantes podem experimentar uma aventura gastronômica sem igual, apresentações musicais, parque de diversões e outras atrações que, aliadas ao clima familiar do interior, atraem turistas de diversos locais.

 

A variedade gastronômica ainda conta com o tradicional frango frito com polenta, macarronada à bolonhesa, batata frita, comida japonesa, lanches, doces e, claro, as suculentas sobremesas feitas com o protagonista da festa: o morango. O restaurante da APAE, o minishopping, a feira de artesanato e as atrações musicais completam a experiência dos visitantes.

 

Novidade

Neste ano há uma novidade: serão quatro finais de semana de muita animação. A 40ª Festa do Morango de Atibaia e Jarinu tem entrada gratuita e acontece nos dias 29 e 30 de junho e 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de julho, das 10h às 23h aos sábados e das 10h às 19h aos domingos. O evento é realizado pela Associação dos Produtores de Morangos e Hortifruti de Atibaia, Jarinu e Região, em parceria com as prefeituras de Atibaia e Jarinu.

 

Como chegar

 

A Festa do Morango acontecerá no Parque do Morango “Duílio Maziero”, localizado no Campo dos Aleixos, em Atibaia. O acesso ao local é pela Rodovia Edgard Máximo Zambotto, Km 77 – saída 87 da Rodovia Dom Pedro I.

39% dos bares e restaurantes no RS terão que demitir

 

Quase dois meses após as enchentes afetarem milhares de pessoas no Rio Grande do Sul, as consequências econômicas da tragédia, especialmente no setor de bares e restaurantes, começam a ser analisadas com mais clareza e apresentam cenário preocupante.

 

De acordo com pesquisa realizada pela Abrasel, 39% dos estabelecimentos precisarão demitir funcionários por não conseguirem arcar com a mão de obra; ainda de acordo com o levantamento, 46% devem demitir entre três e cinco empregados.

 

Além da perda sofrida pelos estabelecimentos (33% tiveram danos com insumos, 21% com maquinários e 17% danos imobiliários), o que explica a situação crítica dos negócios do setor é a queda acentuada no faturamento: para 84% dos respondentes, o faturamento de maio foi menor que do mês anterior.

 

O levantamento ainda traz a opinião dos empresários sobre quais políticas públicas seriam efetivas para evitar demissões. Para mais da metade dos respondentes (51%), a adoção do BEm (Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda) por parte do Governo Federal seria a solução viável para a manutenção dos empregos; para 9% a opção ideal seria o Layoff e para 40% nenhuma das duas se aplicariam.

 

No dia 20 de junho, o Ministério do Trabalho e Emprego publicou a Portaria nº 991, que prevê o pagamento de duas parcelas do salário-mínimo para os funcionários das empresas afetadas – com a condição de que a empresa o mantenha empregado por, no mínimo, quatro meses. Porém, empresários têm afirmado que a medida não é suficiente.

 

A presidente do Conselho de Administração da Abrasel no Rio Grande do Sul, Maria Fernanda Tartoni, traçou um panorama sobre a atual situação do setor no estado, a partir da publicação da portaria.

 

Além de ter sido anunciada quase dois meses após o início das enchentes – momento em que já houve demissões – o texto apresenta trechos confusos, como, por exemplo, não esclarecendo quais estabelecimentos afetados terão direito ao auxílio.

 

Outro ponto criticado pela a Abrasel, é que o Governo prevê o pagamento de duas parcelas do salário-mínimo; entretanto, o piso da categoria no estado é de R$ 1.655, ou seja: o empresário terá que complementar o valor da folha de pagamento, além dos demais encargos trabalhistas que precisará arcar.

 

“Pequenos empresários não têm reservas financeiras e não conseguem arcar com três folhas de pagamento. Muitos já enfrentaram dificuldades para pagar a folha de maio sem, sequer, ter faturado, e agora não têm recursos para cobrir os salários de junho e julho. E ainda tem o fator de que muitos negócios vão precisar começar do zero”, afirma.

 

“O Pronampe oferece até R$ 150 mil para apoio aos negócios, mas a liberação não acontece em menos de uma semana. Se reconstruir uma empresa novamente já é um desafio, imagine fazer isso enquanto tem que arcar com as folhas de pagamento”, completa.

 

O presidente-executivo da AbraselPaulo Solmucci, também chama a atenção para a necessidade da reedição do BEm, explicando a diferença entre o programa e a atual portaria publicada pelo Governo: no BEm havia a suspensão do salário e era pago um piso proporcional, não apenas o salário-mínimo, de forma que o empresário não precisasse complementar o valor.

 

“A portaria assinada paga um salário-mínimo por dois meses, mas isso é insatisfatório, uma vez que existem outras despesas que o empresário não consegue arcar, além de precisar tirar do próprio bolso o valor restante para pagar o salário integral”, afirma.

 

“Os donos dos negócios já precisam lidar com as perdas e com o faturamento deficiente. Observando pelo lado lógico, sairia mais barato demitir e é exatamente o que não queremos”, completa.

 

O cenário difícil do mercado de trabalho no delivery no Rio Grande do Sul também fica claro com os dados apresentados por uma pesquisa realizada pelo iFood, mostrando que 1.308 entregadores deixaram de logar no aplicativo entre 21 e 27 de maio, e 2.200 restaurantes não registraram pedidos entre os dias 6 e 27 do mesmo mês.

 

Acesso ao crédito

 

A pesquisa indicou outra preocupação para os donos de bares e restaurantes no processo de recuperação de seus negócios: 62,5% dos respondentes estão com dificuldade de acesso ao crédito.

 

A situação se revela ainda mais alarmante considerando que para 64% dos empreendedores os custos para a retomada das atividades será de até R$ 500 mil, e 25% dos negócios ainda não conseguiram reabrir suas portas.

 

“Desde o início estamos pedindo acesso ao crédito com juros subsidiados, mas não é isso que recebemos. O que veio foi o Pronampe, que até certo ponto, vem com redução de juros, mas muitos não estão conseguindo acesso”, diz Tartoni.

 

“As linhas de crédito estão começando a ser operacionalizadas agora, depois de quase 50 dias do início das enchentes. Nós precisamos de ações mais efetivas. Precisamos de crédito no mercado, e com maior abrangência”, finaliza.

 

Fonte: Abrasel

Dois Córregos (SP) ganha Vila Gastronômica

 

A cidade de Dois Córregos, que compõe a Região Turística Caminhos do Tietê, inaugurou no último sábado (22), a nova Vila Gastronômica do município. A obra foi realizada com recursos do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos (Dadetur), da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), no valor de R$ 615 mil.

 

Antes da reformulação, o local era conhecido como Lanchódromo. Agora a revitalização da praça de alimentação com área coberta de 342,00m² contém boxes para comercialização de alimentos, sanitários masculino/feminino/PCD, pergolados em madeira, áreas de circulação em piso em concreto, estacionamento para veículos, iluminação externa em LED, paisagismo e acessibilidade.

 

“Além do famoso Festival de Poesia e de ser conhecida como a Capital da Macadâmia, a cidade é popular pelo turismo gastronômico e utilizar o recurso do governo de SP para investir na vila gastronômica vai potencializar o turismo na cidade e na região”, afirma Roberto de Lucena, secretário de turismo e viagens do estado de SP.

 

 

A revitalização do local que possui 14 boxes, onde empreendedores locais poderão comercializar seus alimentos, é um marco para a cidade. Além de ser uma opção de lazer e de renda para a população, este também é considerado um novo conceito de turismo da cidade, que envolve a macadâmia, o café, a cana-de-açúcar e uma excelente culinária regional.

 

“Este é o início de um grande projeto. A obra já ultrapassou até a nossa expectativa. A população pode perceber que nós criamos um empreendimento de aproximadamente 1 milhão de reais em parceria com a o Governo do Estado”, declara Ruy Favaro, prefeito de Dois Córregos.

 

A data de inauguração foi escolhida em comemoração ao 17º Festival de Poesia que acontece nos dias 22 e 23 de junho em um anexo ao lado da Vila Gastronômica. Em sua última edição foram produzidas 2.500 poesias. Nesta edição, com a inauguração do espaço, cada empreendedor que estiver ocupando um box, vai expor seus produtos e permitir que os participantes do festival degustem as delícias que são vendidas no local.

Sobá celebra a cultura japonesa em Campo Grande

 

No dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru aportou no porto de Santos, trazendo o primeiro grupo de imigrantes japoneses ao Brasil. Essa data marcou o início de uma história rica e transformadora para ambos os países. A vinda dos japoneses ao Brasil foi impulsionada por necessidades econômicas e sociais. O Brasil, à época, enfrentava uma escassez de mão-de-obra para as fazendas de café, especialmente em São Paulo e no norte do Paraná. Já o Japão, por sua vez, lidava com uma pressão demográfica significativa e buscava alternativas para aliviar essa tensão social.

 

A política de emigração japonesa teve início durante a era Meiji (1868), um período de modernização e abertura ao mundo. Apesar das reservas iniciais quanto à emigração, em 1906, os governos do Japão e do Estado de São Paulo firmaram um acordo que possibilitou a vinda dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil.

 

Embora a primeira leva de imigrantes tenha desembarcado em 1908, foi somente a partir de 1910 que os japoneses começaram a chegar em Mato Grosso, quando ainda não havia ocorrido a divisão do território que formaria Mato Grosso do Sul. A construção da estrada de ferro Noroeste do Brasil foi um dos fatores principais que atraiu esses imigrantes para a região.

 

Segundo o portal Nippo Brasil, Campo Grande se tornou um dos principais núcleos de imigrantes de Okinawa. Esses imigrantes foram atraídos pelas promissoras oportunidades de trabalho na construção da ferrovia. Enquanto a diária média dos trabalhadores em outras áreas não ultrapassava 3 mil réis, os operários da estrada de ferro podiam ganhar até 5 mil réis, um incentivo significativo. Foi essa oportunidade que levou 75 imigrantes a aceitarem trabalhar no assentamento dos trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

 

Um dos legados culturais mais marcantes deixados pelos imigrantes japoneses em Campo Grande é o sobá, um prato tradicional de Okinawa. O consumo de sobá em Okinawa remonta a pelo menos 400-500 anos, refletindo as intensas trocas culturais e comerciais entre China e Okinawa desde o século XIV. Em Campo Grande, o sobá se tornou parte do cenário gastronômico na década de 40, adaptado ao paladar local pelos imigrantes okinawanos. Em 2006, o sobá foi reconhecido como patrimônio imaterial de Campo Grande, enraizando-se profundamente na cultura da cidade.

 

Para aqueles que desejam preparar sobá em casa, todos os ingredientes necessários podem ser encontrados no Fort Atacadista e nos Supermercados Comper, que possuem 22 lojas no estado, facilitando o acesso a essa iguaria que simboliza a união das culturas japonesa e brasileira. A lista de endereços das lojas Fort Atacadista você encontra em: www.fortatacadista.com.br/nossas-lojas. A lista com os endereços dos Supermercados Comper está em: https://www.comper.com.br/institucional/nossas-lojas.

 

Fote: Sato Comunicação

PR: Temporada da tainha movimenta a gastronomia

  O período de maio a julho tem um significado especial para as populações caiçaras do Litoral do Estado. É nesta época do ano que surgem na costa paranaense os cardumes de tainha, movimentando a região com diversos eventos gastronômicos.   Os peixes aparecem em abundância e, por isso, a captura artesanal é autorizada neste período. E trata-se de um verdadeiro ritual, no qual pescadores e suas famílias passam a viver em acampamentos à beira-mar durante a temporada de aparecimento da espécie.   Para avistar os cardumes, é preciso condições climáticas ideais, com vento sul e baixa temperatura da água, o que faz com que as tainhas se juntem à beira do mar. Para localizar os cardumes, os chamados vigias ficam permanentemente de olho na coloração da água desde que o sol nasce. Assim que percebem uma mancha preta alertam aos demais pescadores, que imediatamente partem para o mar.   Como seus ancestrais, utilizam uma metodologia artesanal de pesca chamada “lanço”, no qual são utilizadas canoas sem motor, à base de remo. Enquanto isso, as mulheres cuidam da limpeza e da defumação dos peixes, além da venda.   Os caiçaras consomem e comercializam a tainha preparada de várias maneiras – assada, frita, cozida, defumada e recheada –, o que ajudou a expandir a programação de festas em várias cidades, tendo a gastronomia regional como foco, uma forma de movimentar a economia local.   “É um período de movimento no turismo no Litoral, mesmo no inverno, garantindo o sustento das famílias que vivem da tradição da pesca da tainha, gerando emprego e renda para a população. É emprego para o pescador, para quem limpa o peixe, para quem vende, para quem prepara, para quem serve, enfim, um leque de oportunidades”, destacou o secretário do Turismo do Paraná, Márcio Nunes.   Confira os eventos programados do Litoral:   PARANAGUÁ – Em Paranaguá, a Festa da Tainha começou há mais de três décadas, mas há 13 anos ganhou o status de “Festa Nacional”, tendo a tainha recheada como prato principal. Este ano, o evento acontece de 28 de junho a 17 de julho.   ILHA DO MEL – É tanta tainha que há 30 anos a população caiçara da Ilha do Mel também decidiu criar uma festa e preparar os mais diversos pratos com o peixe. O evento acontece durante todo o mês de julho e reúne o que há de melhor da cultura caiçara, com bailes, danças típicas e o famoso forró.   PONTAL DO PARANÁ – Em Pontal do Paraná, acontece o Festival de Gastronomia Caiçara, que chega este ano à sua 4ª edição, entre 5 de junho e 5 de julho. O evento, que tem por objetivo valorizar a pesca artesanal e a gastronomia local, mobiliza os restaurantes da cidade. Eles participam de um concurso para a criação dos melhores pratos à base da cambira – a tainha defumada, prato típico do município.   O nome remete a um cipó abundante no Litoral, conhecido por sua flor de cor roxa, a base de um varal usado para a defumação no “fumeiro” – um varal coberto onde são colocados os peixes abertos, sobre um fogo baixo feito de madeira grossa –, método utilizado até hoje pelos pescadores.   A receita clássica mistura o sabor do peixe seco e defumado com a banana-da-terra. Uma vez seco, o peixe vai para a panela de barro com água e especiarias (tomate, pimentão, coentro, pimenta e bananas), e vira um caldo grosso. É servido com pirão, salada e arroz.   Instigados a criar novos pratos à base da iguaria no Festival da Gastronomia Caiçara de Pontal, os restaurantes surpreendem a cada ano. Nas edições anteriores, por exemplo, entraram nos cardápios hambúrguer de cambira, charuto de cambira, pastel de cambira, risoto de cambira, baião de dois de cambira e muito mais.   Foto: Governo do Paraná    

Festas juninas geram otimismo em bares e restaurantes

 

As tradicionais festas juninas movimentam diversas cidades pelo Brasil. As festividades vêm para animar as pessoas, que aproveitam os arraiais, quermesses, apresentações de dança e comidas típicas. E quem também aproveita são os proprietários de bares e restaurantes que enxergam na data uma oportunidade de aumento da receita.

 

No setor de alimentação fora do lar, os estabelecimentos se preparam anualmente para atender a demanda de clientes que as festas juninas trazem. De acordo com um levantamento da Abrasel, no Sergipe, por exemplo, a expectativa é que se tenha um aumento de até 30% no faturamento em relação a dias normais. Já na Bahia, o número deve ficar entre 30% e 50% a mais. Descendo o mapa do Brasil, no Rio de Janeiro espera-se cerca de 15% de incremento.

 

Desde bebidas até os pratos tradicionais, os empreendedores ficam atentos para se adequarem ao que envolve toda a festança do mês. Quem confirma isso é Melentino Tedesco, da Tedesco Alimentos, em Santo Antônio de Jesus, na Bahia.

 

Ele afirma que tem preparado pratos especiais com milho e amendoim para a clientela. Além disso, destaca que aumentou em 15% o quadro de funcionários para atender a demanda.

 

Porém, apesar do otimismo em determinadas regiões, a palavra que define o faturamento das casas com as festividades deste ano em relação a 2023, é estabilidade.

 

Além de aquecer a economia local, as festas juninas promovem a cultura brasileira, e fortalecem o vínculo das pessoas com as tradições, principalmente na região nordeste. Isso abre espaço para que os empreendedores de bares e restaurantes possam criar experiências para os clientes por meio de adereços e ingredientes típicos.

 

Para quem frequenta os arraiais, a celebração de São João é um momento de confraternização. Apoiar este tipo de evento é uma forma de contribuir e prestigiar as tradições culturais, além de fomentar a economia local.

 

“A tradicional festa junina no nordeste é uma celebração que gera expectativa de crescimento no faturamento do setor, especialmente para os estabelecimentos localizados nas cidades que sediam as festas mais tradicionais”, diz Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.

 

“O São João, ao coincidir com um final de semana, oferece um convite adicional para que a população desfrute dessa data tão animada nos bares e restaurantes”, completa Solmucci.

Jantar Italiano em prol do Cotolengo será nesta sexta

Nesta sexta-feira, dia 21, o restaurante Trudy’s, localizado no Fort Atacadista da Consul Assaf Trad, realizará um jantar especial em prol da Cotolengo Sul-Mato-Grossense. O evento promete uma noite inesquecível, com um delicioso cardápio italiano composto por massas como spaghetti, penne e fettuccine, acompanhados dos tradicionais molhos bolonhesa, branco e sugo.

A gerente nacional de relacionamento do Grupo Pereira, Fernanda Bardauil, destacou a importância de apoiar instituições locais: “Escolhemos o Cotolengo por ser vizinho da loja e onde atuamos procuramos sempre valorizar essas instituições. Vender é bom, mas fazer o bem ao próximo é grandioso.”

A Cotolengo Sul-Mato-Grossense atualmente atende 650 pessoas com deficiência, sendo 610 com sequelas neurológicas, deficiências físicas e intelectuais. A instituição também acolhe 10 jovens e adultos com deficiência (entre 18 a 59 anos) que moram na Residência Inclusiva e 30 pessoas com paralisia cerebral grave que passam o dia na Cotolengo. Todas as 650 pessoas recebem cuidados, como higienização quando necessário, além de atendimentos em diversas áreas: Terapia Ocupacional, Psicologia, Fisioterapia Motora e Respiratória, Fonoaudiologia, Serviço Social, Nutrição, Médico Neurologista, Médico Fisiatra, Médico Ortopedista, Neuropsicologia e Enfermagem, de forma gratuita e encaminhada pelo Sistema Único de Saúde do Estado do MS – SISREG. A instituição conta com 94 funcionários dedicados a desenvolver todos esses serviços.

A Relações Públicas do Cotolengo, Celisa Aparecida Nogueira, ressalta: “Nosso trabalho tem como foco a tentativa de oferecer a essas pessoas uma possibilidade real de melhoria em sua qualidade de vida e, como consequência, maior estabilidade emocional às famílias. Tudo é feito com 100% de gratuidade e o Cotolengo se mantém através de doações de pessoas físicas e jurídicas, promoções sociais e convênios com o poder público”.

Os convites para o jantar podem ser adquiridos na sede do Cotolengo, localizada na Rua Jamil Bismage, 996 – Mata do Jacinto. O valor do convite para 350g custa R$19,90 e o de 650g R$24,98.

Fonte: Sato Comunicação