Turismo: Ilha dos Arvoredos, no município de Guarujá (SP), recebe prêmio inédito nas Américas

 

Situada no famoso município paulista do Guarujá, a Ilha dos Arvoredos é o primeiro atrativo das Américas a ganhar o selo Green Key de excelência em responsabilidade social e sustentabilidade do segmento do turismo. Gerido pela Foundation for Environmental Education (FEE), o selo ambiental internacional tem sido um dos principais programas de excelência em responsabilidade ambiental e operação sustentável na indústria do turismo e já certificou mais de 4 mil estabelecimentos em 60 países ao redor do mundo.

 

O Green Key é concedido a equipamentos de hospedagem, parques de campismo, centro de eventos, restaurantes e atrativos turísticos, como: museus, centros de visitantes e parques temáticos. A certificação mostra que o estabelecimento está comprometido em reduzir o impacto ambiental de sua estadia.

 

Para conquistar o selo, a Ilha dos Arvoredos precisou cumprir 65 critérios obrigatórios e a partir de agora precisará enquadrar-se anualmente em novos critérios exigidos para manutenção da certificação internacional.

 

A ILHA

 

Está situada a 1,6 km da Praia de Pernambuco e possui mais de 37 mil metros quadrados de extensão. Lá funciona um centro de tratamento para animais marinhos e sistema autossustentável em energia elétrica e captação de água da chuva. Está aberta à visitação desde 2021.

 

O local, projetado pelo engenheiro Fernando Lee, recebeu da Marinha Brasileira a concessão da Ilha para viabilizar pesquisas científicas. Entre os anos 50 e 60, Lee transformou a ilha em um local habitável e autossustentável em energia e água potável, com sistema de captação de água da chuva. Foi a primeira ilha do Brasil a receber placas de captação de energia solar.

 

Atualmente, a ilha é administrada pela Fundação Fernando Lee e Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP – Campus Guarujá) que realizam projetos científicos e de recuperação de documentos e fotografias históricos para serem disponibilizados na ilha para visitantes.

Novo voo direto ligando Salvador (BA) a Santiago, no Chile, é fruto de parceria entre a Embratur e a SKY Airline

 

Um dos principais destinos turísticos do Brasil, a Bahia vai passar a receber mais visitantes chilenos a partir do início do segundo semestre. Isso porque a SKY Airline anunciou oficialmente, no dia 19, uma nova conexão direta entre Santiago, capital do Chile, e a capital dos baianos, Salvador. A novidade é fruto de parceria firmada entre a Embratur e a low cost chilena que prevê, entre diversos pontos, a ampliação da malha aérea internacional com destino ao Brasil.

 

“É o resultado de uma parceria da Embratur com a SKY, que garante o novo enquanto nós investimos em promoção, mostrando para os chilenos as belezas e potencialidades da Bahia e garantindo demanda de estrangeiros que sustentem a manutenção da rota”, explica Marcelo Freixo, presidente da Embratur. “A Bahia é símbolo da diversidade de atrativos que queremos apresentar ao mundo: tem praias paradisíacas, resorts de luxo e muito sol ao longo do ano, mas também tem turismo de aventura e natureza com a Chapada Diamantina, tem muita cultura e gastronomia”, completou.

 

O primeiro voo direto será no dia 1º de julho (segunda-feira) e parte do Aeroporto Internacional de Santiago, às 6h (horário local), para Salvador, com chegada prevista para 12h30 (horário de Brasília). Serão duas frequências semanais diretas com destino à Bahia, às segundas e sextas, e duração de aproximadamente cinco horas e meia para chegar ao destino. Inicialmente, as partidas de Salvador serão às segundas e sextas-feiras, às 13h30, com pouso previsto para 18h40 no horário local da capital chilena.

 

A viagem – ida e volta, com taxas inclusas – entre Salvador e Santiago custará a partir de R$ 1.736. A venda de passagens já está disponível no site www.skyairline.com e no aplicativo da SKY Airline.

 

A nova operação representa um reforço na rota entre Santiago e Salvador, de onde a SKY já voa para Montevidéu, no Uruguai, e, de lá, para a capital do Chile – o trajeto com uma parada, segundo a companhia, tem representado “excelentes resultados”, e atualmente conta com três frequências semanais.

 

Com a nova conexão direta entre a Bahia e o Chile, a projeção é de que a companhia passe a transportar mais 2.500 passageiros por mês entre os destinos. No ano passado, o Chile retornou ao patamar pré-pandemia registrado em 2018 como terceiro maior mercado emissor de turistas para o país, com 458.576 chegadas nos destinos brasileiros. O número é o maior da série histórica e recoloca o país andino no pódio dos principais emissores de turistas, desbancando o Paraguai e ficando atrás apenas de Argentina (a líder) e Estados Unidos.

 

Os novos voos para Santiago também serão uma oportunidade para os brasileiros conhecerem a neve, as famosas vinícolas ou as praias do pacífico, por exemplo. Além de capital, Santiago é o centro financeiro, cultural e gastronômico do país. Sua localização geográfica é privilegiada pela proximidade de renomadas estações de esqui (50 minutos da cidade) e das praias da região de Valparaíso (90 minutos), onde se destaca Viña del Mar, entre outras atrações.

 

Segundo o gerente de vendas da SKY, Jaime Fernandez, a  chegada dessa nova rota direta entre Salvador e Santiago torna a empresa a única companhia aérea com essa opção disponível, permitindo um maior intercâmbio de passageiros entre o Brasil e o Chile. “Graças a ela, continuamos a aumentar a conectividade a partir de Salvador, de onde já voamos para Montevidéu, no Uruguai. Com isso, reafirmamos nosso compromisso com a região, fortalecendo nossa rede de conectividade internacional”, declarou.

 

No último dia 8 de fevereiro, a Embratur e a SKY Airline firmaram um novo Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que prevê, entre diversos pontos, que a companhia aérea e a Agência compartilhem dados e trabalhem conjuntamente em ações para ampliar ainda mais a conectividade entre o Brasil e a América do Sul, com lançamento de novas rotas e aumento da frequência de rotas existentes.

 

Sobre a SKY Airline


A SKY é uma companhia aérea chilena de baixo custo com 22 anos de história. Está presente em 9 países das Américas, graças às operações domésticas e internacionais de suas subsidiárias no Chile e no Peru, com as quais transportou mais de 55 milhões de passageiros até o momento.

 

Possui uma frota de aeronaves Airbus A320 e A321. As aeronaves com tecnologia NEO da SKY permitem que a SKY gere eficiência de combustível, reduzindo a intensidade das emissões da empresa. Em 2024, foi reconhecida como a segunda mais nova companhia aérea da América do Sul pela CH-Aviation, a plataforma de inteligência do setor aéreo.

 

Além disso, em 2023, ganhou o Prêmio Nacional de Satisfação do Cliente no Chile, na categoria Companhia Aérea.

Clínica-Escola de Medicina Veterinária do CEUB oferece serviços à comunidade

 

O Centro Universitário de Brasília (CEUB) abre as portas da Clínica-Escola de Medicina Veterinária para atendimento à comunidade. O espaço recém-inaugurado, localizado no Campus Asa Norte, atende cães, gatos, animais silvestres e exóticos com a cobrança de taxas populares, enquanto oferece experiências práticas para os estudantes do curso. Interessados podem agendar atendimento por telefone nos horários de funcionamento da clínica, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

 

 

Com uma equipe de profissionais qualificados, que envolve o corpo docente e técnicos em saúde animal, a Clínica-Escola do CEUB oferece uma ampla gama de serviços, incluindo consultas, vacinas, exames laboratoriais e de imagem, cirurgias e internação. O estabelecimento também abre caminhos para o desenvolvimento de pesquisas na área de medicina veterinária, permitindo que estudantes e professores conduzam estudos e novos projetos.

 

O responsável pelo empreendimento e também professor de Medicina Veterinária da instituição, Bruno Alvarenga, destaca o compromisso universidade em oferecer serviços veterinários de qualidade ao público sob a supervisão de profissionais experientes. “A Clínica-Escola representa mais do que um espaço de aprendizado, é uma arena de descobertas e inovação multidisciplinar, moldando os profissionais do futuro num ambiente que simula e desafia a realidade clínica”, celebra Alvarenga.

 

Infraestrutura de ponta

 

 

O local oferece cinco consultórios especializados, incluindo um exclusivo para felinos e outro para doenças infectocontagiosas, laboratórios de diagnóstico, imagens, salas de emergência, internação e estruturadas para atender uma variedade médica. O espaço dispõe de dois centros cirúrgicos, sendo um deles destinado às aulas práticas e mutirões de castração. “Câmeras permitem o registro das atividades cirúrgicas, bem como a inclusão dos alunos em procedimentos mais elaboradas”, destaca o professor.

 

A Clínica-Escola também permite simulações de emergência de atendimento clínico com manequins para inserir o aluno em um ambiente muito próximo do real. “Por meio da prática, o estudante desenvolve habilidades psicomotoras, sobretudo para emergências, que enfrentará ao longo da vida profissional. O treinamento engloba o diagnóstico, o tratamento, a elaboração de requisições e a familiarização com as condutas clínicas da chegada do paciente ao seu tratamento e remissão de diversas doenças”, completa.

 

O coordenador do curso, Carlos Alberto da Cruz Jr., explica que o novo espaço do CEUB se posiciona como um centro de pesquisa de diversas áreas. “A Clínica-Escola também recebe projetos de Engenharia para o desenvolvimento de softwares veterinários, de próteses e órteses, além de projetos que integram iniciativas dos cursos de Psicologia, Direito, Biomedicina e outros ao cenário. Assim, criamos um ambiente colaborativo e de trabalho multidisciplinar”.

 

Clínica Escola de Medicina Veterinária
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Agendamentos por telefone: (61) 3966-1400 ou (61) 3966-1401

Embrapa Pantanal completa 49 anos de atividades no bioma Pantaneiro; unidade é responsável por diversas pesquisas

 

No dia 24 de fevereiro, a Unidade de Corumbá celebrou a mais um ano de atividades na região. Dos 50 anos de existência da Embrapa no Brasil, a unidade pantaneira é responsável por diversas pesquisas científicas que vêm sendo realizadas ao longo destes 49 anos, contribuindo com o desenvolvimento sustentável da Planície Pantaneira e do Planalto no seu entorno. Seu principal foco de atuação é a geração de soluções tecnológicas voltadas para o desenvolvimento regional sustentável, considerando as três dimensões – ambiental, econômica e social.  A Unidade também subsidia a formulação de políticas públicas voltadas para a produção agropecuária sustentável, considerando a conservação ambiental e a valorização dos serviços prestados pelos ecossistemas pantaneiros. Os principais stakeholders da Embrapa Pantanal são os produtores rurais, empresariais ou familiares, e entidades públicas ou privadas cujas atividades sejam desenvolvidas no Pantanal e/ou no seu entorno.

 

 

Segundo a Chefe Geral da Unidade, Suzana Salis, atualmente os principais temas de pesquisa da Embrapa Pantanal são: agricultura familiar, produção pecuária sustentável, pesca e aquicultura e inovações em bioeconomia. São realizados, também, avaliação e monitoramento de impactos ambientais, socioeconômicos e sobre a saúde única em sistemas de produção agropecuários decorrentes das mudanças climáticas e da alteração do uso da terra, bem como identificação e valoração de serviços ecossistêmicos. Desenvolvidas tecnologias para o uso sustentável dos recursos hídricos, do solo e da biodiversidade além de tecnologias para a automação e digitalização de processos agropecuários e de monitoramento ambiental.

 

“O principal desafio da missão da Embrapa Pantanal dentro do bioma é inovar e desenvolver tecnologias que atendam a produção conciliando estes desenvolvimentos a conservação ambiental, e que a unidade vem conseguindo atender ao longo destes 49 anos de existência”, explicou Suzana.

 

O inicio

 

A Embrapa Pantanal teve seu início como uma Unidade de Execução de Pesquisa de Âmbito Estadual de Corumbá – UEPAE, instalada na Cidade de Corumbá/Mato Grosso do Sul no dia 24 de fevereiro de 1975.  Com a missão de pesquisar formas de produção, desenvolver tecnologias e inovações para as atividades realizadas no bioma Pantaneiro, direcionadas principalmente a pecuária bovina, investigando temas como manejo sanitário, reprodutivo e nutricional em bovinos de corte, assim como pastagens nativas e cultivadas.

 

Segundo o pesquisador José Aníbal Comastri Filho, que trabalhou desde o início da UEPAE e até os dias de hoje, a demanda de criação de uma instituição de pesquisa na região pantaneira se deu, entre outros fatores, por constantes reivindicações de fazendeiros devido à falta de informações científicas sobre a região e sobre as práticas de pecuária adequadas, pois a carência de informações sobre manejo, lotação, pastagens  e invernadas vinham comprometendo a  produção e rendimento da criação de gado realizada tradicionalmente na região.

 

De UEPAE para CPAP – Embrapa Pantanal

 

Em 1984 a UEPAE foi transformada no Centro de Pesquisa Agropecuária do Pantanal “CPAP”, uma unidade ecorregional – a Embrapa Pantanal, como a conhecemos hoje. Ou seja, uma unidade que atua em um bioma peculiar, no caso o Pantanal. A partir dessa época, foi promovido uma expansão do programa de pesquisa, com novas contratações, formando uma equipe multidisciplinar que passou a levantar informações sobre outras áreas como clima, solo, fauna, flora, pesca e impactos ambientais.

 

O pesquisador explica, que a partir de 1994, várias tecnologias foram disponibilizadas para melhorar o desempenho dos sistemas de produção do Pantanal, principalmente da fase de cria permitindo a comercialização de bezerros de qualidade e a recria e a seleção de novilhas de reposição para os rebanhos da região. Com isso a região do Pantanal passou a ser caracterizada como sendo um grande berçário primando pela produção de bezerros de qualidade, até os dias de

hoje.

Passado, presente e futuro conectados

 

O Chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da unidade, Fernando Fernandes, explica que na área de pecuária, o pacote tecnológico desenvolvido para o bioma Pantanal conta com calendário sanitário, estação de monta, desmama precoce, inseminação artificial em tempo fixo (IATF), sêmen refrigerado, suplementação alimentar, entre outras técnicas que já eram realizadas na pecuária do cerrado e do planalto, mas que no Pantanal não haviam sido avaliadas antes da  Embrapa ser instalada na região. “Os resultados das pesquisas dessas práticas de manejo geradas foram utilizados como suporte a algumas políticas públicas, tais como: Fundo do Centro Oeste (FCO) – programa de retenção de matrizes e manejo e recuperação de pastagens”, detalha o pesquisador.

 

“Após a criação da Unidade foi enfatizado o foco em pesquisas em recursos naturais e diversos pesquisadores foram contratados para atuar nesta área. Esses profissionais iniciaram um levantamento de uma série de informações relativas a biodiversidade, biologia básica de espécies ameaçadas ou não, levantamento das pastagens nativas e da vegetação em geral entre outros aspectos, que resultaram em inúmeras publicações relata Fernande

s.

Fernando destaca que no ordenamento de pesca do estado de Mato Grosso do Sul se encontra o DNA da Embrapa Pantanal. “Os trabalhos de biologia básica das espécies nativas de peixes, potencial de captura e, estoques pesqueiros das principais espécies comercializadas, uso de petrechos de pesca entre outras pesquisas, todas iniciadas no final da década de 1980, subsidiaram a política de gestão da pesca: o período de defeso é fruto de informações técnicas levantadas pela unidade. Dentre as principais recomendações para o controle da pesca na região do Pantanal destacamos o Sistema de Controle de Pesca de Mato Grosso do Sul – SCPESCA/MS, implantado desde 1994”.

 

Entre as contribuições para a agricultura familiar, estão a transição para a produção agroecológica que vem impulsionando o processo para a produção com certificação orgânica. Além disso as pesquisas desenvolvidas com o mel do Pantanal e capacitações oferecidas formaram um grande número de apicultores, que atualmente desenvolvem esta atividade como fonte de renda e subsidiaram informações técnicas para o protocolo de identificação geográfica (IG) do mel do Pantanal. A apicultura, é inclusive, uma das alternativas para agregar produção de renda em fazendas tradicionais de pecuária na região, um produto da bioeconomia.

 

“Todas essas informações geradas, tanto as de recursos naturais como as de pecuária, vem viabilizando que a unidade atue no subsídio de informações para construção de políticas públicas – que é o caso da legislação estadual para restauração das formações campestres do Pantanal, aprovada em 2021 no estado de Mato Grosso, explica Fernandes.

 

O pesquisador relata que atualmente o carro chefe da unidade é a ferramenta Fazenda Sustentável Pantaneira – FPS, fruto de mais de 20 anos de estudos sistematizados na busca de indicadores ambientais, socioculturais e econômicos para avaliação da sustentabilidade das fazendas da região. A ferramenta permite um diagnóstico da sustentabilidade, por meio de indicadores práticos, dos sistemas produtivos da pecuária de corte local nas propriedades que auxilia o produtor nas tomadas de decisão em relação às boas práticas para melhor a eficiência na produção, conservação do ambiente e bem-estar social. “Observamos que o mercado nacional e internacional vem cada vez mais buscando produtos rastreáveis, certificados e produzidos com sustentabilidade. Desenvolver tecnologias como a FPS, que auxilie o produtor a atingir essas metas, é de suma importância para a produção agropecuária do Brasil agora, e para o futuro e são essas tecnologias que a Embrapa Pantanal vai continuar visando desenvolver e pesquisar para entregar a sociedade”, conclui o chefe de P&D.

 

A Embrapa Pantanal com uma política de comunicação para a transferência de conhecimentos, tecnologia e processos à sociedade, seja por meio de publicações técnico-científicas em periódicos indexados, nacionais e estrangeiros, além de livros técnicos. Disponibiliza também publicações das séries Embrapa on-line, com livre acesso via Internet, além de constante relacionamento com a imprensa nacional e internacional por meio de produção de matérias para divulgação de ações e resultados obtidos. Constantemente, juntamente com parceiros, promove dias de campo, seminários, workshops, entre outros eventos voltados para a sociedade em geral.

 

Foto: Correio do Estado

Brasil disputa o tri na categoria ‘Melhor Destino de Cruzeiros da América do Sul’ da WTA.; votação online segue até 7 de abril

 

 O Brasil concorre, pelo terceiro ano consecutivo, ao título de ‘Melhor Destino de Cruzeiros da América do Sul’ pela World Travel Awards (WTA). A premiação, uma das mais reconhecidas do setor, considerada ‘Oscar do turismo’, chega à sua 31ª edição em 2024. O país é bicampeão e já venceu na categoria em 2022 e 2023, quando também foi nomeado à premiação global. Os vencedores serão escolhidos por votação online no site da WTA (https://www.worldtravelawards.com/vote). A corrida começou na última segunda-feira (19) e vai até 17 de abril.

 

De acordo com dados da Cruise Lines International Association (Clia), a maior associação da indústria de cruzeiros no mundo, a temporada brasileira de cruzeiros marítimos de 2022/2023 registrou um aumento significativo na movimentação econômica. Foram mais de R$ 5 bilhões injetados na economia, com 79.567 postos de trabalho e recorde de mais de 800 mil cruzeiristas. Ainda de acordo com a associação, a geração de tributos foi de R$ 546,2 milhões, e a previsão é que a temporada 2023/2024 seja ainda melhor.

 

O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, destaca que “o Brasil é um dos países com maior vocação para o turismo náutico e de cruzeiros no mundo”. “A temporada 2022/2023 de cruzeiros marítimos foi considerada a maior da década e esperamos que 2023/2024 seja ainda maior. Foram mais de R$ 5 bilhões injetados na economia brasileira. Isso movimenta economias locais e do entorno, gera emprego e renda para a população, atrai turistas internacionais que querem conhecer as nossas praias, e melhora a vida de todo mundo”, afirma.

 

Freixo também falou sobre a importância da manutenção da premiação da WTA. “O Brasil já conquistou o título de Melhor Destino de Cruzeiros da América do Sul pela WTA nos dois últimos anos. Em 2024, queremos posicionar o país como um destino de excelência em turismo náutico a nível global. Por isso, temos que buscar esses votos”, convocou.

O anúncio da candidatura e o lançamento da campanha para angariar votos e garantir o tri vai acontecer durante o Cruise360 Brasil, evento da Clia que reunirá os principais representantes e parceiros do turismo náutico do Brasil e acontece em Santos (SP) neste sábado (24) e no domingo (25), com expectativa de mais de 300 participantes.

 

Presidente executivo da Clia Brasil, Marco Ferraz falou com otimismo sobre a expectativa para o evento. “Estamos muito felizes em anunciar o Brasil na concorrência como melhor destino de cruzeiros da América do Sul do WTA, em um momento tão especial como a primeira edição do Cruise360 Brasil, para uma plateia de mais de 200 agentes de viagens e dezenas de players, autoridades, profissionais e executivos que compõem a indústria de cruzeiros nacional. Isso amplia mundialmente a visibilidade do país, unindo forças ao trabalho da Clia em prol do desenvolvimento dos cruzeiros não apenas no Brasil, mas na América do Sul”.

 

País diverso


O Brasil é um país com grande diversidade de destinos para navegação, começando pelos mais de 8 mil quilômetros de extensão do litoral, além dos milhares de quilômetros de rios navegáveis. De acordo com a gerente de Experiências e Competitividade Internacional da Embratur, Monica Samia, a indicação é um reconhecimento do esforço conjunto das iniciativas pública e privada para aprimorar e promover a diversidade e a inovação das experiências no país. “O Brasil já tem praias deslumbrantes, uma cultura rica e diversa, e a hospitalidade calorosa do brasileiro”, elenca.

 

Segundo o coordenador de Natureza e Segmentos Especiais da Embratur, Leonardo Persi, “a parceria da Clia Brasil é fundamental para que possamos consolidar o Brasil como um líder em destinos de cruzeiros da América do Sul.” “Celebramos a realização do Cruise360 pela primeira vez no Brasil, que conta com o apoio institucional da Embratur, já convidando a todos os participantes a votar no Brasil na premiação”, acrescentou.

 

Como participar


A votação online para os World Travel Awards 2024 está disponível em https://www.worldtravelawards.com/vote desde 19 de fevereiro e segue até 7 de abril. Para participar, basta acessar o site e votar na categoria ‘Melhor Destino de Cruzeiros da América do Sul em 2024’ e, depois, compartilhar nas redes sociais usando a hashtag #VoteBrasilWTA2024.

Vai viajar no 1º semestre? Conheça os destinos mais procurados em cada estado brasileiro

 

O s destinos nacionais mais procurados em cada estado na hora de viajar foram revelados por pesquisa do site de busca e venda de passagens aéreas, Decolar. Com base na procura de passagens aéreas em suas plataformas de vendas (site e app), é possível conhecer quais as tendências das viagens nacionais para o primeiro semestre de 2024.

 

Na região Sudeste, por exemplo, São Paulo (SP) empata com Recife (PE) na preferência dos turistas. Enquanto mineiros e capixabas buscaram a cidade da Garoa, cariocas e paulistas estão querendo conhecer a capital do frevo, Recife (PE). Em segundo lugar, a maior parte das buscas de embarque de Minas Gerais é para Porto Seguro; no Rio de Janeiro, para Fortaleza; em São Paulo, para Salvador e no Espírito Santo, para o Rio de Janeiro. No terceiro lugar da intenção de viagem de quem estará no Sudeste aparecem as capitais nordestinas: Recife, Salvador e Maceió.

 

São Paulo também é maioria de preferência de quem embarcará no Sul do país. A cidade está no Top 1 dos paranaenses e catarinenses. Já os gaúchos, preferem o Rio de Janeiro. A capital fluminense é segundo lugar de preferência dos paranaenses e catarinenses. Já quem embarcará do Rio Grande do Sul, prefere São Paulo em segundo lugar. E, Recife, é unânime no terceiro lugar na intenção de turistas dos três estados sulistas.

 

Atravessando o mapa, na região Norte, a cidade de São Paulo está em primeiro lugar para paraenses, acreanos, roraimenses, rondonienses e tocantinenses. A diferença fica apenas por conta dos amazonenses e amapaenses, que têm em suas buscas a preferência por Fortaleza e Belém, respectivamente. Na segunda opção de preferência aparecem São Paulo, para quem embarcará do Amazonas e Amapá. Fortaleza ocupa o segundo lugar das preferências de quem sairá do Pará, Acre e Roraima, e Recife, para quem estará em Rondônia.

 

No Nordeste, a predileção é unânime! Todos os nove estados da região têm a cidade de São Paulo como a top 1 da busca por viagens nacionais. Rio de Janeiro ocupa o segundo lugar das buscas para quem embarcará de todos os estados nordestinos. E, na terceira posição, Brasília é a preferência de quem sairá do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. Fortaleza foi a eleita pelos maranhenses e pernambucanos; Porto Alegre, para quem sairá de Sergipe e Bahia, e Recife ocupa o terceiro lugar na preferência dos cearenses. Rio de Janeiro é a terceira opção para Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco. A capital federal ocupa a terceira posição na preferência de quem sairá da Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí. No Maranhão, a mais buscada foi Fortaleza e no Ceará, Recife.

 

Já no centro-oeste, as maiores buscas saindo de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são para São Paulo. No Distrito Federal, o Rio de Janeiro está no Top 1. A capital fluminense ocupa o segundo lugar da preferência dos goianos, mato-grossenses e sul-mato-grossenses. Os brasilienses têm como segunda preferência, Recife (PE). A capital do frevo é a terceira opção para quem embarca em Goiás e Mato Grosso do Sul. Já em Goiás, a capital alagoana é a preferência e no Distrito Federal, a eleita é São Paulo.

 

Além dos dados por estados, a pesquisa também revela um aumento de 36% na busca por passagens aéreas no primeiro semestre de 2024, em relação a 2023. O levantamento considerou embarques de todos os estados do país no período de janeiro a julho deste ano.

 

PESQUISA

 

O resultado da pesquisa sobre as buscas de viagens para o 1º semestre converge com os desejos dos brasileiros, revelado pela pesquisa inédita do Ministério do Turismo. Segundo o estudo, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia também foram os primeiros três destinos mais desejados pelos brasileiros para viajar neste ano.

 

Dos 43% que responderam ter vontade de viajar em 2024, 15% apontaram o desejo de ir para São Paulo e para o Rio de Janeiro. Em seguida vem a Bahia, com 11% das intenções de visitas dos entrevistados. O Ceará foi citado por 9% e Santa Catarina e Pernambuco, por 7%.

 

No que se refere às regiões, o Nordeste é o campeão, apontado por 48% de pessoas que pretendem conhecer o Brasil em 2024, seguido por Sudeste (38%), Sul (16%), Norte (7%) e Centro-Oeste (6%).

 

Além dos mais cotados para 2024, a pesquisa também revelou os locais que os brasileiros têm vontade de conhecer em algum momento da vida. Em uma escala de interesse que varia de 0 a 10, Salvador, com toda sua beleza natural e cultura brasileira, foi a campeã, teve média de 7,1. A paradisíaca ilha de Fernando de Noronha, ficou em segundo, com 6,9 e os destinos Rio de Janeiro (6,7), Lençóis Maranhenses (6,5) e Florianópolis (6,4) ficaram em terceiro, quarto e quinto lugar, respectivamente, deixando claro a preferência dos brasileiros pelo turismo de sol e praia.

 

ATRATIVOS 

 

Destinos que oferecem opções de sol e praia, natureza/ecoturismo e saúde/bem-estar largam na frente da corrida pela atenção do turista. Sol e praia é a atração turística preferida de 59% dos entrevistados. Natureza/ecoturismo ocupa o segundo lugar, sendo citado por 27% dos participantes. Saúde/bem-estar vem em seguida, com 20%; turismo de aventura é o eleito de 16% e o religioso/espiritual é a preferência de 14% dos que participaram da pesquisa.

 

Os locais que oferecem belezas naturais para atrair visitantes também saem na frente. Isso porque 31% consideram esse fator na escolha de uma viagem. Preço baixo/favorável é o eleito por 25%, possibilidade de reencontro com familiares/amigos, por 23% e boas avaliações é um critério relevante para 15% dos entrevistados.

 

CONHEÇA O BRASIL

 

O Ministério do Turismo conta com as iniciativas “Conheça o Brasil Voando; Conheça o Brasil Realiza e Conheça o Brasil Cívico”, criadas com o intuito de estimular as viagens domésticas no país, por meio de ações como a ampliação da oferta de novos voos, oferta de linha de crédito específica para compra de produtos de viagem e também estímulo às viagens para a Capital Federal, em um movimento de valorização dos símbolos nacionais e da nossa democracia.

Comitiva do povo Ofayé, do Mato Grosso do Sul, é recebida pela Funai

 

Uma comitiva da comunidade indígena Ofayé, do Mato Grosso do Sul, esteve na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), na tarde desta quinta-feira (22). Eles foram recepcionados pela presidenta-substituta, Lucia Alberta, e pela diretora de Proteção Territorial (DPT), Janete Carvalho. A pauta da reunião foi relacionada à questão fundiária e ao processo de demarcação do território onde vive a comunidade.

 

O povo Ofayé está fixado no Mato Grosso do Sul, mais precisamente no município de Brasilândia, que faz divisa com o estado de São Paulo. Segundo os seus representantes, a comunidade é composta por 126 indígenas. Eles dispõem de 3 mil hectares de terra, entretanto, mais de 400 hectares estão homologados e 1.987 hectares se encontram em processo de delimitação.

 

A presidenta-substituta e diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável (DPDS), Lucia Alberta, ressaltou ser um compromisso da gestão atual da Funai retomar com processos paralisados.

 

A diretora de Proteção Territorial, Janete Carvalho, frisou: “Estamos retomando todos os processos para que eles sejam finalizados”. Janete ponderou que a terra do povo Ofayé está declarada e falta ser homologada. Contudo, não foi concluída a demarcação física para o avanço de mais uma etapa do processo.

 

A comitiva indígena também solicitou que a Fundação elabore projetos de etnodesenvolvimento. Ou seja, iniciativas de práticas sustentáveis que levem em consideração as características de cada etnia e território indígena, a fim de que a comunidade tenha segurança alimentar.

 

Como Bonito, paraíso do ecoturismo, ajuda a frear o aquecimento global; cidade atingiu o carbono neutro

 

Com pouco mais de 22 mil habitantes e a quase 300 quilômetros da capital Campo Grande, o município de Bonito se tornou no final de 2022 o primeiro destino de ecoturismo de Mato Grosso do Sul e do Brasil a receber o selo de carbono neutro, um certificado da empresa Green Initiative, credenciada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com destinos paradisíacos entre o Cerrado e a Mata Atlântica do Centro-Oeste, a cidade agora tem se esforçado para manter a certificação e transmitir esse conhecimento aos turistas, que quase dobraram desde que as iniciativas sustentáveis se tornaram mais presentes.

 

O passo inicial para que Bonito atingisse o carbono neutro foi dado oficialmente pelo próprio Mato Grosso do Sul quando, ainda em 2014, o governo publicou uma lei que prevê o mesmo objetivo para todo o Estado até 2030, antecipando em duas décadas os termos firmados no Acordo de Paris. Ainda assim, o mérito da cidade também se deve a um trabalho construído muito antes.

 

“Bonito já tem um trabalho de turismo sustentável em áreas naturais há mais de 30 anos. Ano a ano, a gente vem implementando o trabalho de organização do turismo por capacidade e carga dos atrativos, como o voucher único”, conta Juliane Salvadori, secretária do Turismo de Bonito.

 

Foi em 2021 que a busca pelo certificado começou oficialmente. No ano seguinte, a administração municipal contratou a consultoria da Green Initiative para fazer uma avaliação dos pontos fracos, fortes e oportunidades de melhoria em Bonito. “Enviamos ofícios a todos os postos de gasolina, solicitando os dados referentes à venda de combustível, e para as distribuidoras de gás; fizemos um levantamento de toda a quantidade dos resíduos gerados pelo município, da energia elétrica…”, detalha Juliane.

 

Ao final de 2022, a prefeitura de Bonito fez a compensação do saldo negativo comprando créditos de carbono, neutralizando assim as emissões referentes ao ano anterior. “Essa foi a primeira etapa. Agora estamos continuando o projeto, elaborando o plano de mitigação para toda a cidade”, explica Juliane. “Já temos uma referência das emissões, então queremos fazer uma projeção até 2030 para diminuir as nossas emissões.”

 

Fonte: Sectur

Foto:: Divulgção

Associação Sul-mato-grossense de Produtores de Algodão faz reunião na segunda-feira para discutir crédito de carbono

 

A AMPASUL convida a todos os associados para uma reunião especial, que ocorre em sua sede, na segunda-feira, 26 de fevereiro, a partir das 14h30min.

 

O evento contará com a presença de Evelin Krebsky, diretora geral da Agoro Carbon Alliance Brasil, e Iuri Nóbrega Santos, Representante Técnico Comercial. Juntos, eles irão explorar os desafios e oportunidades do mercado de carbono, especialmente adaptados para o contexto agropecuário.

 

“Esteja pronto para uma discussão enriquecedora e esclarecedora sobre como podemos impulsionar a sustentabilidade em nossas práticas agrícolas. Não perca esta chance de se informar e se envolver”!