Festival da Guavira em Bonito: melhor da gastronomia, lazeer e contato com a natureza

 

Confirmado para o período de 21 a 23 de novembro, a 20ª edição do Festival da Guavira traz um forte incremento ao turismo de Bonito e região (Rota Serra da Bodoquena) ao movimentar o destino em um mês de baixa temporada. Uma ótima opção para unir o lazer e o contato da natureza com muita cultura (música, danças e artesanato) e o melhor da gastronomia associada à fruta do Cerrado e símbolo de Mato Grosso do Sul.

 

Novembro e dezembro são os meses de colheita da guavira, encontrada em abundância nas matas da região, e o turista tem a oportunidade de visitar os guavirais nativos e colher a fruta, que se assemelha a jaboticaba (arredondado e adocicado), porém de casca verde e amarelada, com alta concentração de vitamina. Os arbustos do vegetal variam de 30 centímetros a 2 metros de altura, o que permite serem facilmente colhidos no pé.

 

Cozinha Show

 

A programação do Festival da Guavira, que ainda está sendo formatada pela prefeitura local, inclui a degustação gratuita da frutinha, além da exposição de artesanatos, feira gastronômica, dança, teatro, oficinas de culinária, música ao vivo e o famoso concurso da ‘Maior Guavira de Bonito. Também acontece a Cozinha Show, com a participação de chefs de Bonito e do Estado, que irão preparar vários pratos à base de guavira.

 

O tradicional evento é uma oportunidade imperdível para quem quer conhecer e apreciar a cultura e a gastronomia sul-mato-grossense e curtir shows de qualidade com artistas nacionais e regionais consagrados e talentosos. O festival atrai turistas do Estado e de todas as partes do Brasil, bem como de outros países, como os vizinhos Paraguai e Bolívia, e também se tornou um fator de geração de renda para a comunidade local.

Mato Grosso do Sul leva gastronomia ao Feristur 2024, em Gramado (RS)

 

Entre 7 e 10 de novembro, o turismo de Mato Grosso do Sul participa da Festuris (Feira Internacional de Turismo) que acontece no Centro de Feiras e Eventos Serra Park de Gramado, no Rio Grande do Sul. Este é um importante evento de negócios turísticos (B2B) das Américas realizado há mais de três décadas com a missão de conectar marcas, destinos e pessoas para contribuir no desenvolvimento do Turismo.

 

A gerente de Feiras e Eventos da Fundtur MS (Fundação de Turismo), Marlise Gasparetto, explica que a participação de Mato Grosso do Sul na Festuris é extremamente relevante, considerando que essa é uma das maiores feiras de negócios turísticos da América Latina.

 

“No contexto atual de retomada no Rio Grande do Sul, a feira irá abordar temas essenciais como turismo regenerativo e sustentabilidade, com o objetivo de inspirar novas práticas no setor e promover um futuro mais consciente em relação às necessidades de conservação ambiental. Para marcar nossa participação, teremos ações que reforçam Mato Grosso do Sul como destino comprometido com a sustentabilidade e a responsabilidade social, como a compensação de carbono e disponibilização de lixeiras de papelão para colaborar com a gestão de resíduos do evento. Além disso, este ano destacaremos a rica gastronomia pantaneira por meio de um cooking show em nosso estande e na Arena Gastronômica”.  destaca Marlise.

 

Estratégia

 

A estratégia de atuação da Fundtur MS no evento será através de um estande para atendimento ao público e exposição dos destinos turísticos, ativação de gastronomia, compensação de carbono, espaço para relacionamento com mídia especializada e destinos turísticos para promover, divulgar e estreitar relacionamentos entre o mercado profissional do turismo e os destinos turísticos de Mato Grosso do Sul.

 

Os Chefs Marcilio Galeano e Lucas Caslu farão um cooking show no estande de Mato Grosso do Sul para apresentação e degustação de pratos da ‘Rota Gastronômica Pantaneira – Edição Águas’, nos dias 8 e 9 de novembro, sempre às 15h30. A convite da Festuris, Mato Grosso do Sul também participa do espaço destinado ao fomento do turismo gastronômico denominado Arena Gastronômica. Lá os chefs Lucas Caslu e Marcilio Galeano farão uma aula show para cerca de 40 pessoas no dia 8 de novembro, às 17h. Na ocasião, o prato de apresentação e degustação para o público presente será um delicioso ceviche de jacaré.

 

A Festuris configura uma ótima oportunidade de expor os destinos de Mato Grosso do Sul e manter o bom posicionamento no mercado turístico nacional e internacional. As estratégias adotadas contribuem para o fomento e incremento do fluxo turístico contínuo e sustentável do turismo de Mato Grosso do Sul.

MS leva turismo e ativação gastronômica em mais uma edição do WTM Londres

 

Mais uma vez Mato Grosso do Sul marca forte presença no WTM Londres (World Travel Market). O evento, que se encerra nesta quinta-feira, 7 de novembro no Excel London, UK é considerado um dos eventos mais importantes da indústria de viagens e turismo para construir relacionamentos e fazer negócios.

 

O diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul fala sobre a participação do Estado em mais uma edição do WTM Londres, uma das mais importantes e maiores feiras de turismo do mundo. “MS sempre vai muito forte, pois é um dos nossos principais mercados. Este ano novamente com ativação da cozinha show do chef Paulo Machado para reforçar o produto Rota Gastronômica Pantaneira, dessa vez com o tema Águas”, destaca.

 

 

“Teremos também um espaço juntamente com a Embratur, com atendimentos agendados e atendimento ao público, operadores de turismo, agentes de viagens e imprensa. Buscaremos novas parcerias para fortalecer ainda mais os destinos de Mato Grosso do Sul, que são muito procurados pelo público inglês, especialmente Pantanal e observação de aves e sempre conectando Bonito/Serra da Bodoquena e Campo Grande dos Ipês como uma importante rota”, finaliza Wendling.

 

Segundo dados da plataforma Alumia, do Observatório do Turismo de Mato Grosso do Sul, de janeiro a agosto de 2024 o Reino Unido representou 4,5% da emissão de turistas internacionais para MS. Isso representa o 7º lugar no ranking e o 4º maior emissor europeu para o Estado no período.

 

O WTM London

 

A primeira edição do WTM aconteceu no London Olympia em 1980 e reuniu cerca de 40 países, 221 expositores e 9.000 visitantes profissionais. Em 2024, 44 anos depois, o WTM London reunirá cerca de 5.000 expositores de 184 países e regiões, mais de 51.000 participantes e movimentará em média 2,8 bilhões de libras em negócios na indústria do turismo.

 

O WTM London reúne a comunidade internacional de viagens de lazer; fornecendo inspiração, educação e benchmarking para profissionais do turismo, ao mesmo tempo que oferece aos expositores um local para fazer negócios e mostrar seus serviços à imprensa internacional. Além disso, realiza anualmente o maior encontro de mídia global para o setor de viagens.

 

Entenda os benefícios de aproveitar as cascas dos alimentos

 

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 1/3 de todos os alimentos produzidos globalmente é desperdiçado. Isso representa aproximadamente 1,3 bilhões de toneladas de alimentos por ano. Além do impacto social, o desperdício de alimentos também gera enormes consequências ambientais, contribuindo para a emissão de gases de efeito estufa.

 

 

Em um mundo onde bilhões de pessoas vivem em escassez alimentar, o aproveitamento integral dos alimentos, incluindo suas cascas, é uma prática sustentável, além de ajudar no funcionamento do organismo, conforme aponta a professora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Amanda de Moraes Casagrande. “Esses alimentos oferecem riqueza nutricional indiscutível e a ingestão de fibras é essencial para a saúde digestiva, ajudando a regular o trânsito intestinal e prevenindo problemas como constipação. Além disso, uma dieta rica em fibras pode ajudar a controlar o colesterol e a glicose no sangue”, explica.

 

 

As cascas de frutas e legumes são frequentemente descartadas, mas podem ser utilizadas de diversas maneiras. Abaixo, algumas razões para reconsiderar esse hábito:

 

 

Valor nutricional: Muitas cascas são fontes de fibras, vitaminas e antioxidantes. Por exemplo, a casca da batata contém uma quantidade significativa de fibras e potássio.

 

 

Sustentabilidade: Ao utilizar as cascas, reduzimos a quantidade de resíduos que vão para os aterros sanitários, contribuindo para a diminuição da poluição e da necessidade de novas áreas para descarte.

 

 

Economia: Aproveitar as cascas significa aproveitar ao máximo os alimentos que compramos, reduzindo o gasto com novas compras e, consequentemente, o desperdício.

 

 

Formas de aproveitar cascas

 

  • Chás e infusões: As cascas de frutas como maçãs, limões e laranjas podem ser usadas para preparar chás aromáticos e saudáveis.

 

  • Caldos e sopas: As cascas de legumes, como cenouras e cebolas, podem ser adicionadas a caldos para realçar o sabor e aumentar o valor nutritivo.

 

  • Pó de casca: As cascas secas de frutas, como bananas e limões, podem ser transformadas em pó e utilizadas como um suplemento nutritivo em smoothies e receitas.

 

  • Adoçantes naturais: A casca de abóbora, quando assada, pode ser polvilhada com canela e servida como um lanche saudável e saboroso.

 

Sobre a Anhanguera

 

Fundada em 1994, a Anhanguera oferece educação de qualidade e conteúdo compatível com as necessidades do mercado de trabalho por meio de seus cursos de graduação, pós-graduação, cursos Livres, preparatórios, com destaque para o Intensivo OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); profissionalizantes, nas mais diversas áreas de atuação; EJA (Educação de Jovens e Adultos) e técnicos, presenciais ou a distância, visando o conceito lifelong learning, no qual proporciona acesso à educação em todas as fases da jornada do aluno. São mais de 15 mil profissionais e professores entre especialistas, mestre e doutores.

 

Além disso, a instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola, na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas. A Anhanguera tem em seu DNA a preocupação em compartilhar conhecimentos com toda a sociedade a fim de impactar positivamente as comunidades ao entorno das instituições de ensino. Para isso, conta com o envolvimento de seus alunos e colaboradores a partir de competências alinhadas às práticas de aprendizagem e que contribuem para o desenvolvimento do País.

 

Com grande penetração no Brasil, a Anhanguera está presente em todas as regiões com 106 unidades próprias e 1.398 polos em todos os estados brasileiros.

 

Acesse o site e o blog para mais informações.

 

 

Confiança dos empresários de serviços cresce em outubro, impulsionada por bares e restaurantes

 

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou em outubro um avanço significativo de 1,4 ponto em relação a setembro, alcançando 95,2 pontos.

 

Esse resultado marca o maior patamar em sete meses e reflete uma tendência de recuperação no setor de serviços, com impactos positivos especialmente na área de alimentação fora do lar.

 

O ICS é composto por dois indicadores principais: o Índice da Situação Atual (ISA-S), que avalia a percepção dos empresários sobre o momento presente, e o Índice de Expectativas (IE-S), que mede as projeções para os próximos meses.

 

Em outubro, o ISA-S teve um avanço de 0,7 ponto, chegando a 94,5 pontos, enquanto o IE-S apresentou um crescimento de 1,9 ponto, alcançando 96,1 pontos. Esses números indicam uma melhora tanto na avaliação do presente quanto nas expectativas futuras dos empresários.

 

De acordo com Stéfano Pacini, economista da FGV, “a melhora da confiança em outubro reflete a percepção dos empresários sobre a recuperação gradual da demanda e uma expectativa mais positiva para o futuro próximo. O crescimento dos gastos das famílias, ainda que moderado, tem sido um dos principais fatores para esse avanço”.

 

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) mede a percepção dos empresários sobre o cenário atual e as expectativas para os próximos meses, considerando aspectos como demanda, faturamento e investimentos no setor. Uma pontuação abaixo de 100 indica pessimismo, enquanto valores acima desse nível sugerem otimismo.

 

O presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, destacou a importância desse crescimento para o setor de alimentação fora do lar.

 

“O avanço no ICS é um reflexo de um cenário econômico mais favorável e de uma retomada no consumo. Com o aumento da confiança dos empresários, vemos um crescimento na intenção de investimentos e, consequentemente, na abertura de novas empresas no setor”, afirmou Solmucci.

 

Os dados mais recentes revelam que o crescimento na confiança do setor de serviços acompanha a elevação dos gastos das famílias, item que inclui a alimentação fora do lar, que teve um aumento significativo nos últimos meses.

 

Segundo a FGV, esse segmento se destaca por sua resiliência e por impulsionar o consumo agregado, que é um dos motores da recuperação econômica.

 

fatores conjunturais. “O setor de alimentação fora do lar ainda tem parte das empresas em situação dívidas e dificuldade de faturamento. Um dos motivos para essa dificuldade, a nosso ver, é o desvio de dinheiro do consumo para as apostas online, as chamadas bets”, analisa Solmucci.

 

“Isso impede que o setor aproveite completamente este quadro de desemprego baixo e mais poder de compra da população ”, finaliza.

 

Fonte: Abrasel

Alta da carne bovina e da energia elétrica afeta os bares e restaurantes

 

A alta nos preços da carne bovina e da energia elétrica já está impactando significativamente o setor de alimentação fora do lar. De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 1,34% em outubro, acelerando em relação à alta de 0,18% registrada no mês anterior. Com esse resultado, o índice acumula aumento de 3,91% no ano e de 5,10% nos últimos 12 meses.

 

Além disso, informações do Cepea/USP indicam que o preço do boi gordo acumulou uma alta de quase 20% até a primeira metade de outubro de 2024, em comparação ao valor que encerrou 2023. Esse aumento expressivo é atribuído à menor oferta de animais para abate e ao aquecimento do consumo de carne bovina, tanto no mercado interno quanto no externo.

 

A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas no IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), também medido pela FGV, passou de -0,86% em setembro para 3,94% em outubro. As principais contribuições para a aceleração desse grupo partiram dos itens: minério de ferro (de -8,41% para 1,84%), soja em grão (de -0,99% para 6,58%) e bovinos (de 2,83% para 8,36%).

 

“A aceleração do IPA foi impulsionada pelos produtos agropecuários, que continuam a sofrer os efeitos da seca. No lado do consumidor, o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, vigente desde o início de outubro, provocou um aumento nas tarifas de energia elétrica, fator crucial para a elevação do IPC” , destaca Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

 

Ele acrescenta que “na construção civil, a alta registrada refletiu principalmente o aumento nos preços de materiais, equipamentos e serviços”.

 

Paulo Solmucci, presidente da Abrasel, registra que “em diversas regiões do país, os preços da carne bovina nos fornecedores já registram aumento significativo. Há relatos de aumento de até 20% no preço do filé mignon em alguns estados”.

 

“Esse cenário tem levado a uma elevação nos custos operacionais dos bares e restaurantes, que enfrentam dificuldades para repassar esses aumentos aos consumidores sem comprometer a demanda”, afirma.

 

O aumento no preço da energia também traz preocupação, segundo o presidente da Abrasel. “É um insumo essencial, as cozinhas estão cada vez mais dependentes de energia elétrica, não só para refrigeração, mas também para o preparo dos alimentos. Neste cenário, nos causou muita estranheza a decisão do governo de adiar a discussão sobre a volta do horário de verão para o ano que vem”.

 

“Segundo estudos do próprio governo, isto traria uma economia, ainda que pequena. E nos ajudaria do lado da demanda, com um aumento de até 50% no fim do dia, que se traduziria em um robusto incremento mensal no faturamento, de cerca de 10%. Com isso, ficou difícil de entender a decisão de não voltar com o horário de verão já este ano”, completa Solmucci.

 

Fonte: Abrasel

Rede Mana Poke leva culinária havaiana para Campo Grande e prevê plano de expansão em Mato Grosso do Sul

 

Na quinta-feira, 31 de outubro,, a rede de franquias de comida havaiana Mana
Poke chega à marca de 58 unidades instaladas no Brasil e inaugura um novo restaurante
em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Fundada em 2018, a rede de
franquias, que acelera a expansão em todo o Brasil, já está presente em seis estados
brasileiros: São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina,
Paraíba, Espírito Santo – e no Distrito Federal.

 

O novo restaurante fica na rua Euclides da Cunha, 655 – Quadra B, Lote 22A,
Jardim dos Estados, com atendimento diário, das 11h30 às 22h30, além de oferecer o
serviço de delivery via Ifood, com tempo médio de 25 a 30 minutos.
A nova loja da Mana Poke em Campo Grande tem espaço adequado para
atendimento de cerca de 30 pessoas internamente e um total de 60 com o deck, além de
decoração descontraída, inspirada no Havaí com pranchas e trilha sonora de surf music.
Além disso, o restaurante possui acessibilidade para pessoas com deficiência, banheiro
PcD, wi-fi, e pet friendly.

 

 

Everson Freitas, proprietário da nova franquia, optou por abrir um restaurante em
Campo Grande por ser “uma cidade em expansão, com o clima propício à culinária
havaiana e principalmente para levar comida saudável à população do Mato Grosso do
Sul”.

 

Alimentação saudável e nutritiva

 

Criado por surfistas, o poke é um prato típico havaiano conhecido por ser
saudável, nutritivo e uma opção leve e rápida de alimentação. O nome do prato, que tem
origem no idioma havaiano, significa “cortar ou fatiar” e virou sucesso na Califórnia nos

 

 

anos 1960, por ser uma refeição fresca, leve e cheia de cores e sabores, recomendado para
dias de sol e verão. Só recentemente, o poke chegou com mais força ao Brasil, virando
febre e mania em várias partes do país.

 

 

O carro-chefe do cardápio do Mana Poke é o “Monte seu Poke”, em que o cliente
pode elaborar seu próprio prato escolhendo entre os 59 ingredientes disponíveis em três
tamanhos de pokes diferentes: Marola (80g de proteína), Tsunami (120g de proteína) e
Viagem (100g de proteína), além do Maninha (80g de proteína).

 

O restaurante oferece também mais sete opções de pokes prontos e o mais pedido
é o Poke Perfeito, que contém arroz japonês, mix de folhas, salmão com cream cheese,
shimeji, sunomono, cenoura, cream cheese, chips de batata doce, chips de mandioca,
amêndoa laminada, com acompanhamento de cebola roxa, gengibre, gergelim e molho
tarê.

 

Chegada ao Mato Grosso do Sul

 

A unidade da Mana Poke será o primeiro restaurante da rede de franquias de
comida havaiana no estado, com o objetivo de criar uma conexão entre a cidade de
Campo Grande e a comida havaiana.

 

Para o CEO da Mana Poke, Filipe Moreno, a rede é uma das que mais cresce no país
no setor de culinária havaiana e agora a ideia é ampliar o alcance ao poke, levando o
prato havaiano mais querido do Brasil para mais cidades. “O poke está ficando cada vez
mais popular e há uma procura acentuada de investidores, principalmente das capitais
brasileiras. Os resultados de 2023 foram excelentes e esperamos chegar ao final de 2024
com mais de 60 lojas instaladas”, afirmou Moreno.

 

 

Dia 31 de outubro – quinta-feira

Onde fica?

Rua Euclides da Cunha, 655 – Quadra B, Lote 22A, Jardim dos Estados

 

Horário de funcionamento

11h30min às 22h30min

 

Sobre o Mana Poke

 

A rede de franquias Mana Poke, após o sucesso das primeiras unidades em Campinas,
decidiu levar a experiência da culinária havaiana como uma opção saudável para todo
território nacional. Atualmente são 58 unidades instaladas nos estados de São Paulo,
Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina e Distrito Federal. Tendo o
poke, prato típico havaiano, como carro-chefe do cardápio, e a decoração das unidades
ambientadas com referências ao Havaí e trilha sonora com surf music como marca
registrada. A missão da Mana Poke é popularizar o acesso à alimentação saudável,
oferecendo uma refeição a preço justo e com qualidade aos clientes. Além disso, quer ser
referência em comida havaiana no Brasil, tendo como valores a experiência do cliente, o
trabalho em equipe e a valorização de todos os parceiros. A agenda social também está
no DNA da holding, que realiza o Mana Day, conjunto de eventos beneficentes que tem o
propósito de arrecadar recursos financeiros para ONGs. Em 2023, a Mana Poke irá destinar
os recursos para o Instituto Italo Ferreira, que tem como principal objetivo colaborar com
a educação da criança, do jovem e do adolescente de Baía Formosa-RN, oferecendo-lhes
oportunidades que dificilmente teriam na cidade.

 

Acompanhe a Mana Poke nas redes sociais:
https://www.facebook.com/mana.pokee
https://www.instagram.com/mana.poke/

 

Unidade em Campo Grande

https://www.instagram.com/manapoke.campogrande?igsh=MXozNWN3NjMweTlm

 

Para saber mais sobre a franquia Mana Poke:
https://manapoke.com.br/seja-um-franqueado/

 

Fotos: Rede Mana Poke / Divulgação

Linguiça Blumenau ganha Selo de Indicação Geográfica e faz história na Oktoberfest

 

Durante a Oktoberfest de Blumenau, no dia 14, foi lançada, oficialmente, a Linguiça Blumenau com o selo de Indicação Geográfica (IG). A iguaria, produzida na região do Vale do Itajaí, aguardava que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) reconhecesse seu valor desde 2019. A Linguiça Blumenau recebeu o selo de IG em fevereiro de 2024, mas seu reconhecimento público ocorreu somente durante a Oktoberfest do município.

 

A cerimônia contou com a presença de autoridades do Sebrae/SC e da Associação das Indústrias Produtoras de Linguiça Blumenau (ALBLU) na Vila Germânica. O selo de IG garante que apenas empresas da região delimitada, que inclui os municípios de Blumenau, Gaspar, Pomerode, Timbó, Indaial, Presidente Getúlio, Lontras, Presidente Nereu, Rio do Sul, Aurora, Ituporanga e Imbuia, produzam o produto alimentício.

 

 

Dessa forma, a Linguiça Blumenau se une ao seleto grupo das IGs catarinenses. Os demais produtos com o selo de IG são: a Uva Goethe, a Banana de Corupá, o Queijo Artesanal Serrano, o Vinho de Altitude, o Mel de Melato da Bracatinga, a Maçã Fuji de São Joaquim e a Erva-Mate do Planalto Norte Catarinense.

 

Conheça a origem da Linguiça Blumenau

 

 

Os imigrantes originalmente criaram a linguiça no que hoje é o município de Pomerode, a 30 quilômetros da atual Blumenau, e começaram a produzi-la na região no final do século XIX. Na época, Pomerode fazia parte do distrito de Blumenau e, portanto, recebeu esse nome em homenagem ao local. Os imigrantes alemães estabelecidos no local adaptaram suas receitas de sua região de origem e construíram, assim, a iguaria blumenauense.

A Linguiça Blumenau utiliza exclusivamente paleta, pernil e toucinho suínos em sua fabricação. O processo também inclui pelo menos dois dias dentro de defumadores abastecidos com carvão e serragem. Essa etapa é essencial para garantir as características únicas do produto artesanal.

Além do selo de Indicação Geográfica, o Governo de Estado de Santa Catarina também decretou a Linguiça Blumenau como patrimônio cultural e imaterial do estado a partir de junho de 2024.

A Oktoberfest de Blumenau 2024

 

 

39ª edição da Oktoberfest de Blumenau, a maior do mundo fora da Alemanha, está acontecendo no Parque da Vila Germânica até o dia 27 de outubro. Além das atrações musicais durante todos os dias de evento, a gastronomia germânica é um grande atrativo dentro da festa. A Spätzle de Linguiça Blumenau, por exemplo, é um dos principais destaques do cardápio.

Confira outras receitas que utilizam o produto de IG e explore um estado de

sabores em Santa Catarina.

Senai impulsionou tempero que começou no fundo de casa e hoje está em 76 municípios de MS

 

Apesar do “Tempero do Tonho” ser vendido por anos no semáforo da Avenida Afonso Pena com a Rua Padre João Crippa, em Campo Grande, nenhum sinal vermelho impediu o negócio de crescer. A receita de família era produzida no fundo de casa, como agrado às visitas, e, com impulso do Senai, ganhou as prateleiras de comércios de 76 municípios de Mato Grosso do Sul.  

 

 

O tempero caseiro à base de sal marinho, alho, açafrão, noz moscada e especiarias fazia sucesso entre os conhecidos e abriu as portas para uma transformação na vida do até então zootecnista, Antônio Araújo Neto Júnior.

 

A trajetória de empresário começou quando ele viu o potencial do produto fabricado há 15 anos pelo pai e resolveu apostar na comercialização. “Meu pai tinha um diamante na mão e eu resolvi lapidar”, destacou.

 

Em 2018, Antônio fez o primeiro contato com o Senai, quando foram desenvolvidos a identidade visual, o website e as embalagens. A consultoria fez o produto se destacar nas vendas e revelou o potencial do crescimento do negócio.

 

“Na época, o atendimento do Senai representou um crescimento de 90% nas vendas. Era um negócio de fundo de quintal. Quando eu entrei em contato com eles, apresentaram um novo visual para minha marca. A ajuda do Senai está sendo determinante para o nosso sucesso e a cada dia crescemos mais”, destaca.

 

Mesmo a pandemia, de 2020 a 2023, acabou servindo como um momento para aperfeiçoar os negócios. Antônio se formou em chefe de cozinha na intenção de entender e aprimorar técnicas e receitas em que os temperos são utilizados.

 

Atualmente, a marca possui 17 produtos diferentes e está presente em mais de 1 mil pontos de venda do Estado. Além de ter clientes também em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

 

A parceria com o Senai deu tão certo que Antônio procurou novamente a instituição para novos projetos. O Instituto Senai de Tecnologia em Eficiência Operacional – Senai Empresa, na capital, está prestando atendimento ao Tempero do Tonho por meio do Sebrae Resolve, um programa que oferece suporte ao empreendedor em diversas áreas.

 

 

“Por meio desse programa, serão desenvolvidos, de forma gratuita, o novo design da marca, a criação de um site com e-commerce, fotos de produtos, catálogos impressos e digitais, além da implementação de códigos de barras para os produtos”, explica o líder da área de produção e design, Alonso de Almeida Simões.