Sou de Algodão celebra 1.500 marcas parceiras; iniciativa da Abrapa atrai empresas de pequeno, médio e grande portes

 

“Iniciamos 2024 com um fato histórico para Sou de Algodão: 1.500 marcas parceiras ligadas a uma iniciativa que valoriza a fibra nacional e que transforma o consumo da moda no Brasil”. Com essas palavras, o presidente da Abrapa,  Alexandre Pedro Schenkel, comemora a quantidade de empresas que se juntaram ao movimento para uma produção mais responsável de peças dos mais diversos segmentos.

 

Lançado em 2016, no São Paulo Fashion Week, o movimento tem o objetivo de unir a cadeia produtiva para tornar o uso da fibra natural cada vez mais presente na moda brasileira. Um ano depois, em 2017, começou a atrair grandes parceiros que utilizam e estimulam a aplicação de algodão em diferentes áreas. Entre a lista de marcas ligadas à iniciativa, é possível citar nomes como Renner, C&A, Riachuelo, Reserva, Malwee e outras grandes varejistas. Os estilistas, Rober Dognani, Ellias Kaleb, João Pimenta, Heloisa Faria e vários talentos das passarelas também estão unidos na democratização do algodão.

 

O impacto de Sou de Algodão na moda brasileira atrai também marcas de pequeno e médio portes. No movimento, mais de 85% dos parceiros são microempresas ou MEIs, que estimulam o consumo do algodão em diversas localidades do país, com destaque para artesanatos e produtos personalizados. E para incentivar o empreendedor a atender as demandas de mercado, o movimento e o Sebrae-SP fecharam, em 2022, uma parceria de capacitação para os pequenos negócios terem sustentabilidade em suas atividades. No primeiro ano, foram realizados 10 encontros e mais de 50 marcas participaram do projeto.

 

“Precisamos ressaltar que fazer parte do movimento Sou de Algodão abre portas para inúmeras possibilidades e parcerias às marcas de todos os tamanhos. Ao longo do ano realizamos várias atividades que permitem conexões de negócios e expansão em toda a cadeia produtiva relacionada ao algodão. Dos encontros com universidades parceiras até as semanas de moda, existe um universo de oportunidades para crescimento e incentivo do uso da nossa fibra”, destaca Silmara Ferraresi, diretora de relações institucionais da Abrapa e gestora do movimento.

 

Perfil das marcas parceiras

 

Analisando os setores, a fibra natural está presente em diversos segmentos do mercado da moda, incluindo 1.113 confecções, 199 marcas de acessórios e artesanato, 44 tecelagens, 31 malharias, 29 empresas de produtos personalizados, 27 fiações, 22 private label, nove de serviços, oito lojas de tecidos, sete do varejo, seis que vendem produtos para pets, três marcas de etiquetas e dois brechós.

 

Dentro do segmento de confecções, o maior grupo, há subsegmentos como produtos infantis, com 305 marcas, moda feminina (261), masculina/feminina (193), masculina (93), íntima (60) e casa (44). Cerca de 70 marcas agênero também estão presentes, além de 62 de pijamas, nove de uniformes, oito que vendem fitness e cinco de beachwear. Destaca-se um crescimento de 25,9% em 13 meses, com a entrada de oito fiações, sete malharias e três tecelagens, em 2023.

 

A regionalização é uma característica marcante das parcerias do Sou de Algodão, com São Paulo liderando e representando 34,4% do total, seguido por Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. A distribuição por região mantém essa tendência, com o sudeste em primeiro lugar (52% do total), seguido pelo sul, nordeste, centro-oeste e norte.

 

Os estudantes de moda

 

Além das marcas, fornecedores e estilistas, o movimento busca atingir o futuro do mercado da moda: os estudantes. Para isso, promove o Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, que tem como objetivo dar oportunidade para os estudantes de moda e design mostrarem toda sua criatividade.

 

A Casa de Criadores foi escolhida para realizar o concurso, porque é uma plataforma de moda autoral, onde a visão é expressada de diferentes formas por cada criador, trazendo inovações para o cenário da indústria e reflexões para a mídia, para a crítica e influenciadores. É reconhecida como um evento de vanguarda, com respeito à diversidade e à pluralidade de públicos.

 

Em 2023, lançou o 3º Desafio e tem expectativas de atingir mais de 500 inscrições, 75 semifinalistas e 10 finalistas, sendo premiados em novembro de 2024, na 55ª edição da Casa de Criadores. No acumulado, de todas as edições, já são mais de 800 inscritos, mais de 300 instituições de ensino envolvidas e quatro novos talentos revelados (Mateus Cardoso, Dario Mittmann, Rodrigo Evangelista e Guilherme Dutra).

 

O Programa SouABR

 

Inédito no Brasil e referência para o mundo da fibra, o movimento Sou de Algodão lançou, em 2021, o programa SouABR, a primeira plataforma de rastreabilidade em larga escala da cadeia têxtil nacional, que permite percorrer o caminho  do algodão desde a propriedade de origem, com a garantia da certificação ABR, passando por toda cadeia têxtil até o produto nos pontos de venda. Tudo isso registrado com a tecnologia Blockchain, preservando a autenticidade das informações. Todas as peças rastreáveis do SouABR usam, no mínimo, 70% de algodão em sua composição, sendo que 100% dessa fibra natural presente no produto tem certificação socioambiental.

 

Atualmente, SouABR conta com 50 fazendas, 44 produtores, quatro tecelagens, uma malharia, três fiações, seis confecções e cinco varejistas: Reserva, C&A, Renner, Almagrino e Youcom. Todos parceiros do movimento Sou de Algodão, trazendo ao consumidor uma moda mais transparente, agregando valor às marcas e seus respectivos fornecedores.

 

Formas do algodão chegar até o consumidor final

 

Para ampliar e facilitar o acesso a produtos feitos com algodão, em parceria com o Mercado Livre, o movimento lançou uma loja oficial, exclusivamente para anúncios de produtos com, pelo menos, 70% de algodão na composição, das marcas parceiras.

 

 

Silmara diz que a novidade conta com 16 empresas, mas o objetivo é convidar mais marcas parceiras, para que o consumidor tenha uma melhor experiência de compra e acesso ao algodão de maneira mais ágil.

 

“Temos um trabalho intenso de divulgação sobre os pilares que estão redefinindo a forma de produzir e comercializar a fibra no Brasil. A parceria com o Mercado Livre é uma forma de potencializar essas informações e permitir que a nossa matéria-prima chegue em todos os cantos do País. O trabalho de Sou de Algodão cresce consistentemente a cada ano e temos um time focado em transformar essa fibra tão importante na melhor forma de consumo consciente.Vamos receber de braços abertos marcas que desejam ser mais conscientes e responsáveis e que valorizam a produção nacional”, finaliza.

 

Sobre Sou de Algodão


Movimento criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2016, para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia produtiva e têxtil, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos e certifica 82% de toda a produção nacional de algodão.

 

Abrace este movimento: 

Site: www.soudealgodao.com.br

Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn, Pinterest: @soudealgodao

TikTok: @soudealgodao_

HortPanc: prorrogadas as inscrições para a 7a edição do Encontro Nacional de Hortaliças Não Convencionais

 

O prazo de inscrições com valores reduzidos para o 7º Encontro Nacional de Hortaliças Não Convencionais (HortPanc), que acontece de 23 a 25 de abril de 2024 em São Lourenço do Sul (RS), foi estendido até o dia nove de fevereiro. Com relação à submissão de trabalhos que serão apresentados, o prazo vai até 29 de fevereiro. Saber mais em https://hortpanc.com.br/.

 

A cada edição, o HortPanc ganha novas perspectivas de aprendizado com base nas experiências que vêm sendo vivenciadas pelos setores envolvidos na produção desses alimentos que, pouco a pouco, conquistam mais espaços no campo e na dieta dos brasileiros. Nesse aspecto, o município gaúcho é um bom exemplo, tendo em vista o movimento coordenado pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), com destaque para o projeto PANCPOP, envolvendo ações relacionadas ao reconhecimento do valor nutricional dessas plantas.

 

De acordo com o pesquisador Nuno Madeira, que coordena os trabalhos   com as PANC na Embrapa Hortaliças, o movimento PANCPOP e o PANCultura são iniciativas que partem do âmbito da Universidade, congregando representantes da sociedade civil.

 

“Esses movimentos dialogam e atuam na promoção das PANC, com ações junto a produtores, estudantes, restaurantes e consumidores, em especial na feira municipal, que funciona como espaço didático e de vivência em torno dessas plantas, interiorizando o diálogo em torno da popularização das PANC, normalmente mais pujante nos grandes centros urbanos”, explica Madeira.

 

Segundo a professora Jaqueline Durigon, que coordena o projeto PANCPOP/PANCultura, a realização do HortPanc em São Lourenço do Sul é resultado do engajamento da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) – por meio do projeto – na promoção da sociobiodiversidade alimentícia, com foco nas PANC no manejo agroecológico.

 

Nesse contexto, a professora destaca o papel do evento no fortalecimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pela FURG no âmbito das questões agrárias e ambientais”, observa Durigon, para quem “a construção conjunta do HortPanc propiciou a oportunidade para a implementação de uma área experimental de cultivo de PANC, com cerca de 70 espécies, e que será visitada no Dia de Campo que acontece durante o evento”.

 

Com relação ao movimento, uma descrição completa do PANCPOP/PANCultura, assim como o trabalho desenvolvido pelos seus coordenadores, pode ser acessada neste link.

 

Regionalismo

 

Promovido em diferentes regiões do País, “ligando quem produz a quem prepara”, o evento tem como proposta reunir profissionais ligados ao tema em nível nacional, sem ignorar as peculiaridades culturais em nível regional/estadual em relação também aos hábitos alimentares. Para exemplificar, Madeira aponta espécies tradicionais no Sudeste, como inhame, mandioquinha-salsa, taioba, bertalha, ora-pro-nóbis; no Nordeste, buriti, licuri, cuxá; no Sul são apreciados pinhão, erva-mate, butiá, araçá, goiaba-serrana, azedinha, radiche, almeirões, gila, etc.

Embrapa Hortaliças

Funarte anuncia retomada da Rede Música Brasil durante programação do Festival Porto Musical, no Recife (PE)

 

Fundação Nacional de Artes – Funarte anunciou, durante a programação da 11ª edição do Festival Porto Musical, no Recife (PE), a retomada da Rede Música Brasil. A instância de debates reunirá entidades, associações e movimentos com o intuito de colaborar na construção da Política Setorial da Música em âmbito nacional.

 

A Fundação foi representada pela presidenta Maria Marighella e pela diretora de Música, Eulícia Esteves. Temas como o futuro da música no país e políticas públicas para a área também foram discutidos no encontro.

 

“Celebro a importância deste festival que compõe e tece uma rede fundamental de festivais de música do Brasil. Dessa vez, represento a Funarte no debate que tratará das políticas públicas para a música e será um momento de retomada desta rede fortíssima, potente e imensa pelo país, que integra festivais, espaços de música, programadoras/es, curadoras/es, gestoras/es e artistas de todo o Brasil”, ressalta a presidenta da Funarte.

No sábado, dia 3 de fevereiro, Maria Marighella e Eulícia Esteves integraram a mesa de encerramento do Festival “As novas políticas para a música no Brasil: o que nos espera?”, ao lado da superintendente do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CE), Helena Barbosa. A conversa foi mediada pela diretora do Porto Musical, Melina Hickson, e pelo ativista e fundador do Fora do Eixo e da Mídia Ninja, Pablo Capilé.

 

Consolidado no cenário nacional e internacional da música, o Porto Musical é um dos importantes eventos do gênero no Brasil. O festival, criado em 2005, atrai um público interessado em criação de redes, contatos, trocas de conhecimentos e geração de negócios. Realizado a cada dois anos, o evento oferece showcases, seminários, conferências e oficinas.

 

Foto: Hannah Carvalho

Los Angeles: Embratur recebe prêmio Best In Show na feira Travel & Adventure Show

 

A cultura e a gastronomia brasileiras fizeram sucesso no estande da Embratur montado na Travel & Adventure Show, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e o prêmio Best In Show da feira ficou com o Brasil. As atrações do estande são voltadas para mostrar a diversidade dos destinos aos operadores estadunidenses.

 

“Esse prêmio reforça nossa estratégia acertada de posicionamento dos produtos e serviços turísticos brasileiros em feiras no exterior. Nosso objetivo é fazer com que as ferramentas da Embratur gerem novos negócios para os coexpositores e que os visitantes dos estandes possam vivenciar as melhores experiências que o nosso país pode oferecer”, destacou o gerente de Mercados e Eventos Internacionais da Embratur, Bruno Reis.

 

Quem passou pelo estande aproveitou uma intensa programação, e os comes e bebes foram um dos destaques. Os profissionais do turismo provaram um pouco do café de Minas Gerais, comeram pão de queijo e escondidinho, e ainda tomaram um caldinho de feijão. Além disso, os visitantes puderam participar de aula e degustação de caipirinhas.

 

As ações de relacionamento também destacaram a cultura do Brasil, com apresentação de capoeira e música brasileira, com destaque para forró, samba e MPB.

 

O estande ainda foi destaque em uma entrada ao vivo no canal KTLA, de Los Angeles, vista por quase 175 mil pessoas. O valor da publicidade espontânea foi estimado pela emissora em US$ 72.567,36.

 

Sorteio


A Copa Airlines, em parceria com a AmazonasTur, sorteou uma passagem aérea (com acompanhante) mais pacote com hospedagem em um hotel de Selva e passeios para Novo Airão, Presidente Figueiredo e em cruzeiro fluvial. A ação faz parte do acordo de cooperação entre a Embratur e companhias aéreas para promover diversos destinos nacionais.

 

Apresentação


Na abertura do evento, o coordenador de Natureza e Segmentos Especiais da Embratur, Leonardo Persi, ministrou uma palestra para cerca de 60 operadores internacionais na qual mostrou a diversidade de destinos encontrados nos seis biomas brasileiros.

 

“O evento teve ampla participação de agentes e operadores de turismo que, além do sol e praia, buscam diversificar a oferta aos clientes com os segmentos de ecoturismo e turismo de aventura em alta no Brasil, comprometidos com o turismo responsável e que envolve as comunidades, gerando renda e oportunidades de negócios”, destacou Persi.

Bonito mantém turismo em alta: número de visitantes em janeiro é recorde em dez anos, diiz Observatório de Turismo

Com crescimento expressivo pós-pandemia do coronavírus, quando o destino se preparou para a retomada das atividades cumprindo todos os protocolos de segurança sanitária, o turismo em Bonito evolui a cada temporada e 2024 começou com janeiro sendo o melhor mês dos últimos dez anos – período em que o fluxo de visitantes começou a ser monitorado pelo Observatório do Turismo. A cidade recebeu 38.376 turistas no mês, superando o recorde do mesmo período de 2023 (34.800).

 

O levantamento foi divulgado pelo Bonito Convention & Visitors Bureau (BCVB), associação mantida pelo trade turístico local e gestora da IGR da Rota Bonito Serra da Bodoquena. O número de visitações aos mais de 40 atrativos está em ascendência, indicando que o turista tem optado por mais passeios. Em janeiro, foram 143.866 visitações, 6.788 a mais do que no mesmo mês de 2023. A taxa de ocupação da rede hoteleira também superou as expectativas (81%), com alto índice de satisfação dos hóspedes.

 

“O sucesso de Bonito com melhor destino de ecoturismo em 17 anos é resultado do trabalho do trade turístico e do poder público, onde buscamos oferecer os melhores serviços, uma cidade organizada e segura e, sobretudo, proteger as nossas riquezas, que são as águas cristalinas”, disse o prefeito bonitense Josmail Rodrigues. “Temos grandes projetos para 2024, como eventos e participação em feiras internacionais para fomentar e divulgar o destino, além das ações de prevenção ambiental.”

 

Turismo diferenciado

 

O boletim de janeiro do Observatório do Turismo de Bonito (OTEB), coordenado pelo BCVB, apontou que os passeios preferidos dos visitantes continuam sendo os balneários (66.671 visitações), flutuação (23.719), cachoeiras (15.99) e as grutas (12.856). O total de visitações representa aumento de 4,95% em relação a janeiro do ano passado. O movimento no aeroporto estadual também cresceu, com 3.572 desembarques (1.088 a mais do que em dezembro de 2023) nos voos da Azul e Gol.

 

“Tivemos uma temporada extremamente positiva em 2023 e iniciamos o ano novo com a melhor das expectativas, reforçando o trabalho que vem sendo realizando para oferecer um turismo diferenciado e responsável, com o apoio de vários parceiros, como o Governo do Estado”, destacou Juliane Salvadori, secretária municipal de Turismo, Indústria e Comércio.
Para a coordenadora do OTEB, Janaina Mainchein, os índices evidenciam o potencial do turismo de Bonito e refletem as ações de promoção e marketing do destino e aos eventos indutores de fluxo turístico na baixa temporada.

 

Chilenos são recebidos com festa no Rio em ato que comemorou recorde de arrecadação com turismo

 

A Embratur e o governo federal comemoraram a chegada de turistas estrangeiros ao Brasil, na quinta-feira (8), no Aeroporto Internacional Tom Jobim (RIOgaleão), no Rio de Janeiro, e promoveram um receptivo especial para visitantes chilenos que vieram curtir o Carnaval carioca. A celebração, batizada de #TurismoQueTransforma, marca o bom momento do país no turismo internacional: em 2023, os visitantes estrangeiros deixaram US$ 6,9 bilhões na economia brasileira, o equivalente a R$ 34,5 bilhões. O valor supera o ano de 2014 quando, durante a Copa do Mundo no Brasil, a entrada de divisas foi de US$ 6,8 bi, e é o maior da série histórica iniciada em 1995.

 

O ato contou com a participação de diversas autoridades, incluindo o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, os ministros Celso Sabino (Turismo) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), além do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o secretário de Turismo do Rio, Gustavo Tutuca, e o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. A celebração serviu também para projetar o crescimento em 2024 e marcou a assinatura de duas novas parcerias da Agência: uma com a Prefeitura do Rio, envolvendo o tratamento de dados de visitantes para uma gestão mais sustentável do turismo, e outra um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a SKY Airline, que prevê, entre diversos pontos, gestões para a ampliação da conectividade aérea do Brasil com o exterior.

 

De acordo com um estudo da Gerência de Informação e Inteligência de Dados da Embratur, a expectativa para o Carnaval 2024 é de que o Brasil receba cerca de 200 mil turistas internacionais. Esses visitantes devem deixar mais de R$ 900 milhões em receitas na economia do país durante as festividades, expectativa 6% acima do arrecadado em 2019, período pré-pandêmico. Para comemorar o resultado, um voo chileno, da SKY Airline, foi escolhido para uma recepção especial, com direito a muito samba comandado por integrantes da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, além de chá mate e biscoitos Globo para sentirem o gostinho típico da Cidade Maravilhosa.

 

E a escolha não foi à toa: no ano passado, o Chile retornou ao patamar pré-pandemia registrado em 2018 como terceiro maior mercado emissor de turistas para o Brasil, com 458.576 chegadas nos destinos nacionais. O número é o maior da série histórica e recoloca o país andino no pódio dos principais emissores de turistas, desbancando o Paraguai.

 

Recorde

Durante a ação do #TurismoQueTransforma, o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, comemorou o resultado do trabalho dele e da equipe no primeiro ano de gestão na Agência. “A gente tá aqui comemorando um resultado extraordinário: o Brasil superou o período da Copa do Mundo. Em 2014, nós tínhamos uma arrecadação do turismo internacional de 6,8 bilhões de dólares numa Copa organizada pelo Brasil. E em 2023 nós chegamos a 6,9 bilhões de dólares, o que significa quase 35 bilhões (de reais) para a economia brasileira. Isso é geração de emprego, renda, e isso se dá por uma série de razões, e uma delas está explícita aqui: a capacidade de diálogo e de articulação de um país que voltou a conversar com todos os seus setores, pra que a gente pudesse promover este momento. Que a gente possa, cada vez mais, estar trazendo gente pra cá, porque o Brasil está pronto”, afirmou.

 

Em 2023, o Brasil também recuperou os índices pré-pandêmicos na entrada de turistas internacionais com a marca de, aproximadamente, 6 milhões de visitantes do exterior. O número ficou 3% acima do estimado pela ONU Turismo e é 62,7% maior que o acumulado de 2022, de 3,6 milhões.

Gastronomia regional é patrimônio imaterial do Brasil

O  país conhecido por suas belas paisagens naturais, sua rica diversidade cultural e boa hospitalidade, também ganha os turistas pelo estômago. Patrimônio imaterial do país, a culinária de cada região brasileira conquista os mais apurados paladares pelo mundo.

A diversidade gastronômica é uma das principais características da identidade cultural brasileira. Ela traduz a história, as tradições, os diferentes costumes e saberes de uma comunidade ou território.

Diversas cidades brasileiras ganharam o título de Cidades Criativas da Gastronomia pela UNESCO e entraram em uma rota bastante procurada para quem é apreciador de viagens gastronômicas. É o caso de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Paraty (RJ).

Atualmente, 246 cidades do mundo ostenta o título de Cidades Criativas, sendo 36 na área da gastronomia. Para ser designada como Cidade Criativa da Gastronomia, a cidade precisa participar de uma seleção anual promovida pela UNESCO, encaminhando proposta respondendo alguns critérios.

BELÉM (PA) – A capital do estado do Pará possui diversos pratos típicos que utilizam ingredientes únicos da região amazônica como o Tucupi, caldo produzido através da fermentação da mandioca. É o caso do pato no tucupi e o famoso tacacá. Outro destaque da culinária amazônica é o açaí consumido tradicionalmente com farinha de mandioca e peixe frito.

BELO HORIZONTE (MG) – Capital do estado de Minas Gerais, a cidade é conhecida como a “Capital dos bares”, já que detém a impressionante marca de 28 bares por quilômetro quadrado. Um dos principais pontos turísticos da cidade é o Mercado Central, famoso por seus queijos, doces e artesanatos.

A gastronomia da capital mineira é um capítulo à parte com pratos típicos como frango com quiabo, tutu de feijão, feijão tropeiro (receita que leva feijão, farinha de mandioca, torresmo e linguiça), leitão à pururuca e frango ao molho pardo, além de produtos símbolos do estado como o pão de queijo e o doce de leite. Aliás, os queijos em geral da região são bastante famosos e apreciados por todos os públicos.

FLORIANÓPOLIS (SC) – Localizada em uma ilha, é bem conhecida por suas lindas praias, mas tem também na gastronomia um de seus pontos alto com pratos à base de frutos do mar. Um exemplo são as ostras, já que a capital é a maior produtora de ostras do Brasil. Outros pratos famosos da ilha são a Sequência de Camarões que consiste em camarões preparados de diversas formas (fritos, assados, à milanesa, cozidos no vapor) e peixes como a tainha e a anchova.

PARATY (RJ) – Paraty fica no estado do Rio de Janeiro e foi considerada Patrimônio Mundial da UNESCO em 2019 por suas belezas naturais e seu rico acervo histórico. A cidade também é famosa por ser sede da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP). A influência da cultura indígena, portuguesa e africana em Paraty reflete em pratos típicos da cidade, como a paçoca de banana da terra, farofa de feijão e pratos à base de peixes e frutos do mar, como o Azul Marinho (peixe com banana verde e farinha de mandioca) e o Camarão Casadinho. A cidade também é conhecida por produzir cachaça artesanal, bebida feita a partir da cana de açúcar.

COZINHA SHOW – Recentemente, o Ministério do Turismo lançou o programa Experiências do Brasil Original, que visa dar maior visibilidade a importantes biomas brasileiros e aos povos originários do país. Uma das etapas do programa foi o produto Cozinha Show. Foram diversos vídeos gravados nas comunidades onde os próprios indígenas e quilombolas protagonizaram sua culinária e cozinha ancestral.

Com a participação do chef Zeca Amaral, são evidenciados os sabores, aromas, alimentos e tradições presentes na culinária dessas comunidades, além da sociobiodiversidade brasileira.

Clique AQUI deliciar os preparos feitos pelas comunidades participantes junto com o chef Zeca Amaral.

Atvos é a nova patrocinadora oficial da Expocanas 2024

Com forte atuação no Centro-Oeste, a Atvos, uma das principais produtoras de biocombustíveis do Brasil, será patrocinadora oficial da Expocanas 2024, um dos maiores eventos do setor sucroenergético do Estado de Mato Grosso do Sul. Realizada há três anos no município de Nova Alvorada do Sul (MS), onde a companhia possui uma planta agroindustrial, a Unidade Santa Luzia (USL), a Expocanas acontecerá entre os dias 10 e 12 de abril, no parque de exposições localizado às margens da BR 163, altura do km 371.

O objetivo da cooperação é reforçar junto à cadeia produtiva da região, e sobretudo com os moradores das comunidades locais, o papel de protagonismo que a empresa possui não somente em Nova Alvorada do Sul, mas também no Estado que abriga três das oito unidades agroindustriais da companhia.

“O ano de 2023 marcou um novo momento para a Atvos, com a retomada de investimentos estratégicos e recordes históricos de produção. Para 2024, além de dar continuidade a essa jornada de crescimento, vamos reforçar ainda mais nossa presença regionalmente, a partir da implementação de ações e projetos que impulsionem o desenvolvimento das economias locais, seja no aspecto econômico, social ou ambiental”, afirma Bruno Serapião, CEO da Atvos.

“A Expocanas já está consolidada como uma das maiores vitrines do setor sucroenergético, não somente em Mato Grosso do Sul quanto no País. Por isso, é de extrema importância que a Atvos reforce o seu protagonismo em grandes eventos regionais, a fim de promover cada vez mais o papel dos biocombustíveis para a transição da matriz energética, além de movimentar a economia dos municípios onde atuamos e gerar emprego e renda para a população, em linha com nosso plano de investimentos”, garante o executivo.

No último ano, a Atvos anunciou um investimento de aproximadamente R$ 3 bilhões em Mato Grosso do Sul até 2026, tanto nas frentes agrícolas quanto nas áreas industriais. Presente há quase 15 anos em Nova Alvorada do Sul, a USL tem capacidade para moer 5,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, produzir 498 milhões de litros de etanol e cogerar 376 GWh de energia elétrica a partir da biomassa. Para isso, a operação conta com o apoio de 170 parceiros agrícolas e gera cerca de 1,5 mil empregos diretos e outros mais de 4 mil indiretos.

No Estado, a Atvos ainda conta com outras duas plantas agroindustriais, a Unidade Eldorado (UEL), situada em Rio Brilhante, e a Unidade Costa Rica (UCR), localizada no município homônimo. Ao todo, a companhia emprega cerca de 3,8 mil pessoas diretamente em Mato Grosso do Sul, e outras mais 11 mil de forma indireta, que apoiam na produção de etanol, açúcar VHP e na cogeração de energia limpa e sustentável a partir da biomassa da cana-de-açúcar.

Sobre a Expocanas

Reunindo expositores do setor sucroenergético de Mato Grosso do Sul, a Expocanas tem por objetivo evidenciar o que há de mais avançado na área industrial, comercial, de segurança, meio ambiente, transportes, veículos, máquinas e equipamentos no segmento. A expectativa dos organizadores é reunir um público de mais de 12 mil pessoas, incluindo cerca de dois mil produtores rurais da região nos três dias de evento.

Sobre a Atvos

A Atvos é uma das principais produtoras de biocombustíveis do Brasil, e também produz açúcar VHP e energia elétrica limpa e sustentável por meio da biomassa da cana-de-açúcar. A partir desta matéria-prima, a companhia tem capacidade para produzir cerca de 3,3 bilhões de litros de etanol, que podem movimentar mais de 60 milhões de carros compactos; 750 mil toneladas de açúcar VHP, volume capaz de adoçar as vidas de milhões de famílias após refinado; além de cogerar aproximadamente 4,2 mil GWh de energia elétrica a partir de biomassa, suficiente para abastecer uma população de mais de 20 milhões de pessoas. Possui cerca de 10 mil integrantes nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde estão localizadas suas oito unidades agroindustriais.

Como um player relevante na geração de energia limpa e renovável, a empresa é uma das principais emissoras nacionais de créditos de descarbonização (CBIOs), tendo renovado a certificação do RenovaBio de todas as suas unidades agroindustriais até 2025. Ainda pela frente socioambiental, conta com o Energia Social, que apoia projetos voltados para temas como educação, cultura, saúde, segurança, meio ambiente e atividades produtivas. A iniciativa tem como objetivo fomentar o desenvolvimento socioeconômico e promover melhoria na qualidade de vida das comunidades onde a companhia atua. Mais informações clique aqui.

Passei no vestibular, e agora? Especialista dá dicas de como se adaptar à vida universitária

Jovens entre 18 e 24 anos ainda são a maioria do público que ingressa nas universidades brasileiras todos os anos, correspondendo a 45% dos alunos – segundo o último Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Essa faixa etária é a mais impactada na mudança que a vida acadêmica representa para o estudante, com a chegada de desafios e a exigência de uma maior autonomia nos estudos.

“Como toda novidade, a universidade pode causar inseguranças pra esse jovem, a ansiedade pelo desconhecido e aquele frio na barriga de entrar em um lugar mais desafiador do que era o ambiente escolar”, comenta a psicóloga Lenise Garcia, docente da disciplina de “Oficina de Competências pessoais e preparação para processos seletivos”, da FACAMP. Ao mesmo tempo, segundo a especialista, são sensações positivas dentro do cenário de amadurecimento pessoal, com a abertura para novos aprendizados e uma preparação para ganhar segurança e enfrentar a próxima etapa: o mercado de trabalho.

Luiza Gonçalves de Abreu, de 19 anos, estudante do segundo ano do curso de Economia, na FACAMP, percebeu essa mudança ao aprender a equilibrar vida acadêmica e social e, também, a buscar ajuda sempre que necessário. “Essa transição da escola para a universidade não foi apenas um avanço nos estudos, mas uma jornada de autodescoberta e crescimento”, relata. “A liberdade conquistada na fase universitária é desafiadora e ao mesmo tempo cativante”.

Seja curioso

Assim como foi a chegada no Ensino Médio, a vida no campus da universidade traz um mundo de possibilidades e expectativas. “A expectativa é algo bom para esse período, porque faz com que você consiga manter uma postura aberta para o novo e atenta a tudo aquilo que a instituição tem a oferecer”, comenta Lenise.

É com a curiosidade que ganhamos o impulso de explorar sem julgar, experimentar e se adaptar – habilidades importantes para treinar soft skills que serão úteis nas próximas fases da vida adulta.

 Evite a procrastinação

Diferente do ambiente escolar, na universidade o estudante precisa encarar a autonomia de estudo, ou seja, gerenciar seu próprio tempo e cobrança. “Na escola, estava acostumada a um ambiente com horários fixos e uma rotina predefinida. Na faculdade, a responsabilidade cai sobre o aluno, ganhei essa flexibilidade de horários e a autonomia para decidir sobre a minha forma de estudar”, relata Luiza. “A necessidade de gerenciar meu próprio tempo e definir minhas prioridades trouxe também uma lição valiosa sobre autodisciplina”.

Para Lenise é fundamental manter a rotina dos estudos, aquela velha e básica que funciona sempre: rever o conteúdo abordado nas aulas diariamente, para não deixar a fixação desses novos conceitos só para a véspera da prova. “Cuidar da alimentação e da atividade física, separar o tempo pro lazer também são fundamentais”.

Não tenha medo de perguntar

Surgiu dúvida, pergunte! Ao fazer perguntas o estudante treina a exposição e a fluência – mais uma soft skill que vai ajudar lá na frente, quando entrar para um estágio e em toda vivência no mercado de trabalho. As dúvidas colaboram para a assimilação do conteúdo e para o treinamento da habilidade de comunicação.

  • Socialize, cultive novas amizades

Tão importante quanto o estudo está a capacidade de se adaptar e conviver com pessoas e opiniões diferentes. Seja dentro da sala de aula ou mesmo se envolvendo em outras atividades dentro da instituição, como grupos variados de estudos, eventos e voluntariado. Conhecer o Centro Acadêmico (CA) do seu curso e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) também abre portas.

Cativar habilidades sociais e amizades demandam um nível elevado de comprometimento, foco e estabilidade emocional, comenta Luiza. “Acredito que esse convívio também molda as bases para enfrentar os desafios da vida com confiança e determinação”.

 Busque apoio da instituição

Muitos estudantes já chegam preparados e conscientes da sua escolha de curso e as possibilidades de carreira que a profissão escolhida traz, outros podem apresentar dúvidas e questionamentos no decorrer desse primeiro ano. “Buscar os professores, conversar com o coordenador do curso e até mesmo transitar entre outros cursos, são formas de ajudar esse jovem a ter certeza da sua escolha e, se necessário, rever”, comenta Lenise. “Na FACAMP temos essa possibilidade de contato entre os cursos e oferecemos a Central de Carreiras, com docentes que fazem parte de um plantão de atendimento ao estudante”, conclui.

Sobre a FACAMP

Fundada em 1999 pelo empresário Eduardo da Rocha Azevedo, ex-presidente da BOVESPA e da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), e pelos professores João Manuel Cardoso de Mello, Luiz Gonzaga Belluzzo e Liana Aureliano, economistas brasileiros reconhecidos e, também, criadores da UNICAMP.

Desde então, a FACAMP se estabeleceu como uma das principais instituições de ensino superior para formação de executivos do Brasil. Já formou mais de 5 mil alunos, sendo que mais de 97% deles estão empregados em grandes empresas do Brasil e do mundo, ou comandam seus próprios negócios.

Além dos cursos de graduação, a instituição oferece também programas de pós-graduação lato sensu e educação executiva internacional, em parceria com diversas universidades nos Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania.